quinta-feira, 30 de março de 2017

Moro finge imparcialidade e condena Cunha a 15 anos de prisão



O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, preso no dia 19 de outubro de 2016, em Brasília e levado para Curitiba por ordem do juiz Sérgio Moro, foi condenado a 15 anos de prisão, hoje dia 30 de março de 2017.

O juiz golpista Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, condenou nesta quinta-feira o deputado cassado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha a 15 anos e 4 meses de reclusão. Esta é a primeira condenação dele.

Eduardo Cunha foi condenado por corrupção passiva pela solicitação e recebimento de vantagem indevida no contrato de exploração de petróleo em Benin, por três crimes de lavagem de dinheiro e dois crimes de evasão fraudulenta de divisas.

“O condenado recebeu vantagem indevida no exercício do mandato de Deputado Federal, em 2011. A responsabilidade de um parlamentar federal é enorme e, por conseguinte, também a sua culpabilidade quando pratica crimes. Não pode haver ofensa mais grave do que a daquele que trai o mandato parlamentar e a sagrada confiança que o povo nele deposita para obter ganho próprio. Agiu, portanto, com culpabilidade extremada, o que também deve ser valorado negativamente”, afirmou o juiz golpista na sentença.

O presidente da Câmara dos Deputados foi afastado por ordem do Supremo apenas depois de conseguir aprovar o impeachment de Dilma Rousseff na Casa, no ano passado. A prisão de Cunha deve servir de alerta, tudo indica que é uma preparação da Lava Jato para prender mais membros do PT, principalmente o ex-presidente Lula, dando a impressão de “imparcialidade”.


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