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quinta-feira, 16 de junho de 2016

Moradores coxinhas do Morumbi fizeram festa para PMs que mataram criança de 10 anos que não sabia dirigir, depois adulteraram a cena do crime e plantaram provas



Um menino de 10 anos foi executado em São Paulo pela Polícia Militar no último dia 2. A PM, num primeiro momento, apresentou a versão “Rambo” da história, que o menino roubou um carro mais o amigo; que ele fugiu da PM em alta velocidade, que trocou tiros com a polícia e que acabou batendo em outro carro, quando foi assassinado.

Depois que informaram que o menino não sabia dirigir e também não sabia atirar e que não ficou provado que ele tinha disparado arma de fogo, a PM refez sua versão. Na verdade, os quatro policiais envolvidos refizeram suas versões.

Agora, o disparo contra o garoto aconteceu antes do veículo parar. Mudaram a versão porque a perícia comprovou que houve somente um disparo de fora para dentro do veículo. Assim, o menino teria esboçado alguma reação antes de bater o carro, o que, ainda com o veículo em movimento, motivou o policial a disparar, em “legítima defesa putativa”, quando, presumindo uma possível agressão, a pessoa se antecipa e reage. A história é mais uma farsa.

À medida que for ficando provado que o menino sequer dirigiu algum carro, a história da PM vai ficando mais fajuta, em mais um caso de brutalidade de uma corporação que mostra todo dia o seu objetivo: perseguir e assassinar negros, pobres e trabalhadores.



Perícia desmente PMs que mataram menino de 10 anos
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