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quinta-feira, 30 de junho de 2016

Apagou a tocha olímpica para protestar contra o golpe dado contra Dilma


O manifestante Daniel apaga a tocha olímpica em forma de protesto.

A repetidora da Bandeirantes em Cascavel, apesar das perguntas tendenciosas (criminalizando o manifestante) deu voz a ele. Daniel começa dando uma lição de educação ao repórter que de modo inquisitivo bota o microfone em sua boca e já o metralha com uma pergunta. Daniel calmamente se dirige ao repórter e diz: “Boa noite”.

O manifestante fala com tranquilidade e clareza sobre o porquê apagou a tocha olímpica.

Com a mesma clareza explica que é golpe porque a presidenta Dilma não cometeu nenhum crime de responsabilidade. Com a mesma clareza explica que contra Cunha existem provas cabais e que um presidente da Câmara com este nível de provas que o incriminam não poderia ter conduzido um processo viciado pra afastar Dilma.

Daniel protestava contra o golpe, lutar não é crime e o repórter, quase um robô, não teve a menor disposição de dialogar.

O repórter continua de modo tendencioso criminalizando o manifestante ao entrevistar o delegado. Fica a fala do delegado reforçada pelo repórter da Band.

Mas Daniel falou, mesmo humilhado, algemado como se fosse um bandido, Daniel falou. E nós podemos ouvi-lo e podemos fazer nossos próprios julgamentos. Se as tevês brasileiras ao menos ouvissem o outro lado (mesmo enviesado como fez o repórter da Bandeirantes) já teríamos uma tv melhor do que temos.



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