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segunda-feira, 16 de maio de 2016

Prefeito de São Paulo desmascara jornalista tucano da Jovem Pan, provando que Marco Antonio Villa o ataca já de caso pensado e planejado




Tradicional voz tucana, jornal O ESTADO DE SÃO PAULO noticiou que Haddad teria aplicado uma "pegadinha" ao jornalista tucano Marco Antonio Villa, ao pegar a agenda do governador tucano Geraldo Alckmin e divulgá-la como se fosse sua. Na agenda de Alckmin/Haddad constava apenas "despachos internos" e nada mais. Isso foi suficiente para Villa vociferar contra Haddad por "esconder" sua agenda. Para impressionar e manipular os "incautos" paulistanos Villa recorreu ao macete discursivo manjado, aludindo ao "estalinismo" e a "Stalin". 

Entenderam? Vou explicar. Villa leu a agenda do governador tucano e patrão de Villa, Geraldo Alckmin. Por achar que era a agenda de Haddad, Villa descarregou o caminhão de melancias sobre o prefeito ( áudio ). Porque Villa entra em campo com o propósito definido de atacar Haddad ou o PT. Assim, uma agenda "em branco" era o fim do mundo, já que pertenceria a Haddad. Mas não. A agenda em branco era de Geraldo Alckmin e Villa jamais criticaria o patrão se soubesse de quem realmente era a agenda. O que vale pro PT não vale pro PSDB e vice-versa. Nenhuma surpresa. Por saber qual é a de Villa, Haddad apenas armou a isca. O resultado era previsível e Villa mordeu o anzol, com gosto. Villa desceu o cacete na agenda "de Haddad" sem saber que era a agenda de Geraldo Alckmin.

"Pegadinha", portanto é um eufemismo canalha. Haddad DESMASCAROU de forma irretorquível o jornalista e historiador do PSDB, Marco Antonio Villa, uma dessas sumidades tucanas que pegam carona no aparelhamento tucano das instiuições estaduais, como a TV Cultura ou a Imprensa Oficial, descolam umas mamatas ora junto ao governo estadual de SP, ora junto à imprensa paulista, também tucana, para dar sua opiniões enviesadas anti-PT. Alguns gostam de exibir suas credenciais acadêmicas pra dar embasamento às suas obsessões ideológicas.

Haddad demonstrou CABALMENTE que Villa o critica às cegas com um objetivo político-eleitoral já traçado. De quebra, algo muito comum nas rádios paulistanas. Já que Villa faz questão de mencionar "Stalin" neste caso, eu faço questão de lembrar que Hitler usou e abusou do rádio, com muito sucesso. Por isso, quando a gente escuta qualquer rádio AM ou FM, onde há espaço para alguém dar "opinião", esta opinião será, na esmagadora maioria dos casos, uma "opinião" contra o PT. É o pensamento único em ação. Minha mãe tinha o costume de escutar rádios AM. Em muitos programas de variedades matinais, tipo Paulo Lopes ( é só um exemplo ilustrativo do que seria um "programa de variedades" ) ou Paulo Barbosa abrem-se palanques proselitistas para politicos do PSDB. Não consta nem nunca constou que o mesmo se deu a políticos do PT. De cabeça cito duas rádios que abriam generoso espaço a tucanos: rádio TUPI AM e rádio Capital AM. Nestes, desfilavam tucanos como Andrea Matarazzo e Zulaiê Cobra Ribeiro. Eles não iam lá pra falar de receitas ou horóscopo.

O predomínio, nas ondas do rádio, de TV e em jornais e revistas, de políticos tucanos e de jornalistas opinativos tucanos não é fortuita. É uma ferramenta ideológica de convencimento da opinião pública e, por extenção, do eleitor. Na rádio Jovem Pan, no entanto, o jornalismo antipetista é feito de forma aberta e creio que até o Tutinha já admitiu isso, o que seria admirável. Já que seria admitir o óbvio, uma vez que suas estrelas são Raquel Sheherazade, Villa e, se não me engano, Reinaldo Azevedo. 

Haddad prestou um serviço público inestimável ao expor o comportamento GERAL de praticamente todo comentarista de rádio e televisão. É material pra estudos futuros. Não é errado ou condenável a emissora ou o jornal possuirem um lado. A questão é que quase nenhum dos veículos admite possuir um lado. Nessa tocante, ao menos os veículos de comunicação esquerdistas SEMPRE admitiram seu viés esquerdista e não ficam posando de "jornalismo independente e imparcial". Reproduzo o comentário de alguém nas redes sociais: "Foi lindo mostrar que o cerco se fecha somente a Haddad. Alckimin não faz nada e ele não acompanha nem cobra o governador diariamente"



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