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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Imprensalão convoca promotores e procuradores com problemas na Justiça para participarem do complô anti-Lula/PT



Como o cartel de mídia coopta agentes do MP


Na sua cruzada contra Lula, o cartel de mídia age para arregimentar procuradores e promotores do Ministério Público. Os casos de Douglas Kirchner, acusado de agressão à mulher e pregação homofóbica (no caso das MPs); de Cássio Conserino (no folclórico caso do tríplex), processado por calúnia em um caso em que expôs um advogado; e de Valtan Timbó, autuado por 245 processos por negligência (do caso do "tráfico de influência internacional", um crime inventado) expõem a estratégia. Que é a seguinte:

1. O veículo faz contato com algum integrante do MP com problemas na justiça;

2. Convida-os a fazer o trabalho sujo na política;

3. O integrante do MP aceita, ou por falta de escrúpulos, ou por medo de uma denúncia contra ele;

4. Acordo firmado, o procurador (2ª instância) ou promotor (1ª instância) oferece alguma denúncia contra Lula, mas antecipando na mídia (Valtan e Kirchner na Época; Conserino, na Veja);

5. A mídia cuida de produzir sua imagem, ocultando os crimes e problemas anteriores; e divulgando sua imagem em jornais, revistas e no Jornal Nacional;

6. Com a repercussão, ganha algum crédito popular e fortalece suas posições na instituição;

7. Como as denúncias são frágeis, elas quase sempre não se sustentarão, mas o importante mesmo é que resultem em manchetes, visto que até a decisão final demora algum tempo.


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