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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Deputado tucano Fernando Capez e aliado de ex-líder de Alckmin são citados em caso da "Máfia da Merenda" em São Paulo


Presidente da Alesp e ex-chefe da Casa Civil de Alckmin são acusados de fraudar merenda

Deputado Fernando Capez e ex-braço direito de Edson Aparecido foram citados por três investigados como recebedores de propinas que podem chegar a 25% dos contratos

O presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), Fernando Capaz (PSDB), e o ex-chefe de gabinete da Casa Civil do governo Geraldo Alckmin (PSDB), Luiz Roberto dos Santos, são suspeitos de participarem de um esquema de fraudes na compra de produtos agrícolas para a merenda escolar.

Eles foram citados por três investigados pela Operação Alba Branca. Interceptações telefônicos revelam que Capez era chamado de “nosso amigo” pelos intermediários de propinas, que chegavam a até 25% dos contratos.

Quem mencionou o tucano como responsável por fechar um contrato suspeito com a Secretaria de Educação foi o funcionário da Coaf (Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar), Gilbertoni Mauro. “O deputado estadual Fernando Capez recebeu uma parte das comissões pagas a Marcel [Ferreira Júlio]”, um suposto intermediador de propinas.

“Um absurdo, não sei nada de merenda, nunca falei com prefeito nenhum e não conheço essa Coaf”, respondeu Capez. Ele receberia valores de assessores identificados pelos investigados como “Licá” e “Jeter”.

Quanto ao ex-chefe de gabinete da Casa Civil, quem falou foi o próprio secretário, Edson Aparecido (PSDB), segundo quem Santos foi devolvido à CPTM (Companhia Paulista de Trnes metropolitanos) na segunda-feira da semana passada (11). Ele também teria acionado a Corregedoria do Estado para apurar o caso.


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