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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Colunista da Folha fica estarrecido com exclusão deliberada de trecho de delator que inocenta Odebrecht: "Não foi omissão. Parece má fé."



Janio vê erro em prova contra Marcelo Odebrecht 

Colunista Janio de Freitas contesta omissão ao ser transcrita o para o processo da parte da delação de Paulo Roberto Costa que inocenta Marcelo de participação nos subornos; ‘Mas o problema extrapolou a omissão. É chocante a diferença entre a transcrição e o original, entre "não ter tratado diretamente com Marcelo Odebrecht" e "nem põe o nome dele aí por que ele, não, ele não participava disso". A reformulação da frase e do seu vigor afirmativo só pode ter sido deliberada. E é muito difícil imaginar que não o fosse com dose forte de má-fé. Do contrário, por que alterá-la?’, questiona 

O colunista Janio de Freitas questionou a omissão ao ser transcrita o para o processo da parte da delação de Paulo Roberto Costa que inocenta Marcelo de participação nos subornos.

‘Mas o problema extrapolou a omissão. É chocante a diferença entre a transcrição e o original, entre "não ter tratado diretamente com Marcelo Odebrecht" e "nem põe o nome dele aí por que ele, não, ele não participava disso". A reformulação da frase e do seu vigor afirmativo só pode ter sido deliberada. E é muito difícil imaginar que não o fosse com dose forte de má-fé. Do contrário, por que alterá-la?’, acrescenta.

Ele afirma que o processo deve ser barrado em instâncias superiores: “Como se tem visto, o decidido, decidido está. Mas o provável é que não sobreviva à instância superior, se lá chegar e seja qual for a posição de Marcelo Odebrecht entre a inocência e a culpa” (leia mais).


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