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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

"A Indústria da Multa não existe" em: É tudo canalha


Depois que um certo sushi bar foi reinaugurado em certa avenida paulistana, os problemas de carros criminosamente estacionados na calçada, seja de frequentadores do estabelecimento, seja de funcionários do mesmo, voltaram a ser observados, tudo como dantes no quartel de Abranches. Em suma: trata-se de um conhecido ponto viciado do bairro. Curiosamente, ninguém reclama, ninguém chia, ninguém bate panela.
Aí um cidadão de bem, anônimo, desses bem modestos, resolve novamente ligar no 1188. 
Se ele tivesse anotado todas as centenas de ligações que fez à CET ao longo dos últimos 12 ou 13 anos, com certeza poderia se gabar - com provas - se ser o indivíduo que mais vezes contatou-a, desde que o primeiro automóvel começou a circular na cidade. Com um pouco de sorte e divulgação, talvez até acabasse sendo entrevistado pelo Jô ou pelo Marcelo Duarte.
Enfim...
Antes de fazer a solicitação de fiscalização, nosso herói pede uma posição a respeito de um protocolo do dia anterior, em que ele pedia o mesmo tipo de fiscalização ( carro na calçada ) para O MESMO LOCAL.
E fica sabendo que, embora tenha feito a primeira chamada às 15:51hs e outras duas reiterações em dois momentos posteriores, o fato é que a fiscalização FOI MESMO ao local, só que lá pelas 8 da noite. 
A atendente diz que foram feitas TRÊS REMOÇÕES. Não surpreende, já que ali funciona um restaurante que fica aberto fora do simples horário comercial.
Pra quem desconhece o glossário da CET, remoção não é guinchamento, como eu gostaria, mas o pedido para que o motorista criminoso tire o carro dali. 
Só isso. Sem multa nem nada. Passada de mão federal na cabeça do meliante.
Qual o efeito da passada de mão na cabeça do marginal?
Nenhuma, já que hoje, novamente, tem carro estacionado na calçada ali.

E tem quem reclame de "Indústria da Multa" etc etc etc

Tudo canalha

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