quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Acordo de leniência destravará Economia?, por Weden Alves



Nas previsões para o PIB de 2016, duas questões não estão sendo levadas em consideração: um ministro com pegada menos recessiva e a aprovação dos acordos de leniência. Segundo a FGV, a forma como foram feitas as investigações do Lava Jato, com suspensão de todos os contratos da Petrobrás, desmantelou o setor de óleo e gás e causou um prejuízo 12 vezes pior do que o desvio apurado (86 bi contra 6 bi), numa espécie de Pirro judicial.

Ou seja, se o quadro será inevitavelmente recessivo, ainda que minorado em relação a 2015, é possível que venha a ser mais suave do que o previsto, inclusive com retomada de empregos no setor que mais desempregou neste ano.

"Estados Unidos e Europa – países do hemisfério norte, em geral - têm por tradição combater a corrupção empresarial sem inviabilizar a atividade econômica das empresas. Até porque, convenhamos, nenhuma nação é louca de queimar seus ativos econômicos. No caso brasileiro, tomando a Lava Jato como exemplo, já que é o assunto do momento, as empresas envolvidas nos crimes não são empresas de qualquer setor. São da infraestrutura! A título de combater a corrupção, não se deve destruir a economia nem outros interesses nacionais. Então, acho a lei ponderada e moderna, pois segue a tendência do que acontece no primeiro mundo, que é permitir o funcionamento de empresas sem abrir mão da penalidade" ( Pedro Serrano )


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