quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Caos e revolta em andamento em SP: pais e alunos e professores tentam evitar que Alckmin superlote e feche escolas em SP



Em praticamente todo o estado de S. Paulo estão acontecendo manifestações contra o governador Geraldo Alckmin (PSDB) por causa da chamada reestruturação o ensino.

Uma das medidas anunciadas é a separação física total entre as escolas dos anos iniciais do Ensino Fundamental, escolas dos anos finais do Ensino Fundamental e escolas de Ensino Médio. Mas, para o sindicato dos professores, a medida poderá fechar escolas e superlotar salas de aula.

É exatamente o que fez a ex-Secretária Rose Neubaeur em 1995, também no governo do PSDB. Na época, a reestruturação causou “vinte mil demissões de professores, professores adidos (que ficaram sem aulas em suas escolas), desorganização e transtornos nas famílias dos estudantes e uma série de outros prejuízos à educação pública estadual.

Também representou o início do processo de municipalização do ensino no estado de São Paulo.

A redução do número de alunos é uma janela histórica para melhoria da escola que é oferecida pelo estado de São Paulo. Em vez de investir mais, tornar o ensino integral e reduzir o número de alunos por sala de aula, o governo de São Paulo vê uma oportunidade de reduzir custos. 

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