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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Prefeitura de São Paulo: Arrecadação com multas é investida em segurança e operação do trânsito




Com aumento da fiscalização para garantir redução de acidentes e fluidez do transporte público, previsão para 2015 é que a receita proveniente de infrações multadas chegue a R$ 1,2 bilhão

10/09/2015


A Prefeitura de São Paulo prevê aumento na receita proveniente de multas de trânsito na cidade em 2015. Os valores provisórios da arrecadação de janeiro até julho somam R$ 525 milhões e podem chegar a R$ 1,2 bilhão no final do ano. De acordo com dados da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e da Secretaria Municipal de Transportes (SMT), em 2014 foram efetivamente multadas 10,6 milhões de infrações, com arrecadação de R$ 899 milhões.

O aumento é resultado do esforço da gestão municipal para combater as infrações e garantir mais segurança no trânsito. Em 2014, foram registrados 23.547 acidentes com vítimas na cidade.

Violência no trânsito:

- A cidade de São Paulo registrou 23.547 acidentes com vítima em 2014

- Em média, foram 78 vítimas por dia

- 1249 pessoas morreram no trânsito no ano passado

- A meta da cidade é reduzir para 6 mortes a cada 100 mil habitantes o número de vítimas em acidentes até 2020

- Foram aplicadas 10,6 milhões de multas na cidade em 2014

- Mais da metade dessas infrações multadas foi cometida por apenas 4,9% dos veículos licenciados

Um dos fatores para o crescimento das multas é a fiscalização para coibir a invasão de faixas exclusivas e corredores de ônibus. No início da atual gestão, havia apenas 90 quilômetros de faixas para os coletivos na cidade. Hoje, são 480,3 quilômetros, além de 121,3 quilômetros de corredores.

Pela legislação nacional vigente, a receita pela cobrança das multas de trânsito deve ser aplicada em sinalização, engenharia de tráfego, de campo, policiamento, fiscalização e educação de trânsito. 

Em São Paulo, os recursos obtidos com multas são investidos em medidas como a Frente Segura, que implantou até o momento 219 áreas exclusivas de espera para motos e bicicletas nos semáforos, entre a faixa de pedestres e os demais veículos.

Outra iniciativa beneficiada com esses valores é o CET no seu Bairro, que percorre regiões periféricas da cidade para aprimorar a segurança e a fluidez do trânsito nos bairros, com intervenções elaboradas em diálogo com população. Também recebem investimentos o Centro de Treinamento e Educação de Trânsito da CET (CETET-CET) e ações como a redução de velocidade máxima, a Área 40, a fiscalização eletrônica.

Desde 2013, o Programa de Proteção à Vida da CET promove ações educativas, melhoria na sinalização, revitalização semafórica e iniciativas de segurança viária, incluindo a padronização do limite de velocidade na cidade. A redução do limite de velocidade já apresenta resultados positivos, de acordo com dados preliminares apurados nas Marginais Tietê e Pinheiros desde o último 20 de julho, onde o número de acidentes com vítimas caiu 27% nas seis semanas seguintes à medida nessas vias.

Para a fiscalização do trânsito na Capital, há 1.850 agentes (*) da CET, 690 da SPTrans, além de 4.200 Guardas Civis Municipais. No início da atual gestão, 467 locais eram fiscalizados por radar; atualmente são 818 localidades. Os equipamentos podem monitorar, de acordo com a característica do local, velocidade, desrespeito a semáforo, rodízio, restrição a circulação de caminhões e veículos de fretamento.

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(*) Nota deste blog: e estes 1850 agentes não estão nas ruas o tempo todo, simultaneamente, e nem agem por toda a cidade, ficam mais no âmbito do Centro Expandido! Meu Deus, que efetivo ridículo e insignificante! Por isso é que os motoristas fazem o que querem nessa cidade, principalmente nos bairros fora do Centro Expandido!

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