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terça-feira, 11 de agosto de 2015

Tribunal de Contas do Estado diz que falta de água criminosa é culpa de Alckmin e não de São Pedro


TCE culpa governo por crise hídrica em São Paulo

Aos olhos do tribunal, santo é inocente

Tribunal de Contas afirma que problema "é resultado da falta de planejamento das ações"

A administração negou e afirmou que era impossível prever a estiagem

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) afirmou que a crise hídrica em São Paulo é o resultado da falta de planejamento do governo paulista e que a Secretaria Estadual de Recursos Hídricos (SSRH) recebeu diversos alertas sobre a necessidade de um plano de para eventuais riscos de falta de água.

A administração negou e afirmou que era impossível prever a estiagem. De acordo com o relatório, elaborado pela diretoria que analisou as contas do governador Geraldo Alckmin (PSDB) em 2014, aprovadas com ressalvas no fim de junho pelo TCE, foram listados 20 recomendações em diferentes áreas que o governo deveria adotar.

Sobre a crise hídrica o Tribunal de Contas disse que outras medidas poderiam ter sido adotadas para que a escassez não chegasse "ao ponto em que se encontra atualmente, ou pelo menos para que seus efeitos fossem minimizados.” O TCE citou ainda como exemplo a despoluição dos rios Tietê e Pinheiros, recuperação da represa Billings e combate mais efetivo de perdas de água na distribuição.

A Secretaria informou ao Tribunal que realizou e implantou várias ações para essa situação, como o Programa de Uso Racional da Água (PURA), financiamento de estudos, projetos, obras e serviços ligados ao controle de perdas, e adoção de medidas para a prática de reúso de efluentes tratados para uso industrial, urbano e na agricultura.

O governo informou em nota ao Portal de Notícias G1, que nenhum instituto ou especialista previu a severidade da seca que atingiu a região sudeste em 2014 e afirmou que tomou uma série de medidas para minimizar os impactos da estiagem. 

Ainda conforme o TCE, o governo não recorreu ao relatório e o processo foi enviado à Assembleia Legislativa (Alesp) na última quinta-feira (3). O processo passará pelas Comissões de Finanças e de Fiscalização e Controle. 


LEITURA ESCLARECEDORA:


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