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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

TCU caracteriza como irregular compra de trens da frota G do Metrô de São Paulo




O Tribunal de Contas do Estado (TCU) de São Paulo caracterizou como irregular a compra dos 16 trens da frota G do Metrô, adquiridas da Alstom que custaram R$ 828 milhões em valores atualizados.

De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, a Justiça entendeu que o Metrô usou um contrato de 1992 para fazer a aquisição em 2007. Ao entender da Justiça, a medida vai contra a Lei de Licitações, onde os contratos devam possuir uma duração máxima de cinco anos.

O Metrô afirma que o contrato de 1992 previa a compra de 22 trens, mas apenas 11 foram entregues, as composições da frota E. A companhia afirma que o contrato continuava válido porque os trens não haviam sido fornecidos e acrescentou outros cinco na compra.

A companhia diz ainda que na época o próprio TCU autorizou a compra, e que foi mais barato comprar da Astom, no entanto o Tribunal agora considera que a companhia não conseguiu provar a tal vantagem econômica. A Alstom por sua vez diz que cumpre com as leis brasileiras nas contratações que realiza.

Treze trens da frota G operam na Linha 2-Verde, e outros 3 na linha 3-Vermelha. As 11 composições da frota E também rodam na linha 2-Verde.





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