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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

#TREMSALÃO: Delator pode não ter apontado "provas concretas", mas Justiça da Suíça o fez



Relator no STF vota contra a investigação do pagamento de propina no Metrô de São Paulo

O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta terça-feira (23) pelo arquivamento do inquérito que apura o pagamento de propina pelas multinacionais Alstom, Siemens, Bombardier, CAF, TTrans e Mitsui para favorecimento e formação de cartel nas licitações do sistema de trens e metrô do Estado de São Paulo durante os governos Mário Covas, Geraldo Alckmin e José Serra.

Após o voto do relator, o entendimento foi seguido pelo ministro Dias Toffoli, mas o julgamento foi interrompido por um pedido de vista do ministro Luís Roberto Barroso.

Os deputados federais José Anibal (PSDB-SP) e Rodrigo Garcia (DEM-SP) respondem na Corte por terem foro privilegiado. Segundo a Agência Brasil, Marco Aurélio “entendeu que a testemunha que fez o acordo de delação premiada com a Justiça não apresentou provas concretas sobre a participação deles no esquema” que ficou conhecido como propinoduto tucano.


Além disso, a combinação de preços entre as empresas que participaram de licitações para obras, fornecimento de carros e manutenção de trens e do metrô também é alvo de investigação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), do Ministério Público Federal e do Ministério Público Estadual que já contaram com denuncias de funcionários das empresas no Brasil confirmando o esquema.

O Supremo já arquivou inquéritos contra o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) e contra os deputados federais Arnaldo Jardim (PPS-SP) e Edson Aparecido (PSDB-SP).


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