quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Voo MH17: Junta nazista de Kiev não liberou gravação dos diálogos da torre, após 30 dias


Um mês após a derrubada do voo MH17 da Malasia Airlines – que ocorreu em 17 de julho -, a Junta nazista de Kiev ainda não divulgou as gravações das torres em terra com os pilotos, o que é costume ocorrer imediatamente, como no caso do voo da Malasia Airlines MH370, que desapareceu, e cujas gravações foram tornadas públicas em 24 horas. A derrubada foi usada pela Casa Branca, através de campanha da mídia presstituta sobre o “míssil de Putin”, para desencadear sanções econômicas contra a Rússia e para acelerar a limpeza étnica contra os antifascistas no Donbass.

A Junta também não explicou porque o avião foi desviado, em relação às rotas dos dias precedentes (conforme o site especializado Flightradar24) mais ao sul, para uma zona de guerra, e nem porque, já nas imediações de Donetsk, fez um desvio à esquerda de 14 quilômetros, aproximando-se da área de tiro. Também não explicou o que fazia um avião Su-25 armado com mísseis R60 e canhão de 30 mm ascendendo nas imediações do MH17 nos instantes da derrubada, o que foi provado pelos russos através de reprodução do vídeo dos seus controles do outro lado da fronteira.

Já o governo Obama não mostrou as fotos do seu satélite espião que, conforme também revelou o governo russo, estava sobre a região da derrubada exatamente no dia e no período em que ocorreu. Também não mostrou os dados dos seus radares – nem os da Otan - na região, inclusive os dos navios que participavam na hora, no Mar Negro, da Operação Breeze, e que incluía o controle do tráfego aéreo civil.

A Junta de Kiev, que até agora não conseguiu pôr no ar a gravação das conversas dos pilotos com as torres de controle, no dia seguinte conseguiu divulgar na internet uma suposta “conversa dos milicianos pró-russos com um coronel russo reconhecendo terem derrubado o avião da Malásia com um sistema Buk russo”, só que peritos demonstraram que se tratava de uma montagem de pedaços de conversação, que tinha sido postada na internet na véspera da derrubada.

Também está sem explicação porque a BBC – edição em russo – tirou da internet (mas graças aos blogueiros, está recuperado) entrevista de sua repórter com duas senhoras da cidade onde caíram os destroços do MH17 em que elas relatam ter visto o Boeing explodir depois de ser atingido por um caça ucraniano.

A questão da derrubada com um caça ucraniano voltou a público na entrevista à TV canadense em que um observador da OSCE (Organização pela Segurança e Cooperação na Europa), o canadense-ucraniano Michael Bociurkiw, que foi um das primeiras pessoas a ter acesso ao local da queda, no dia da derrubada, ainda com os destroços fumegantes, disse ter visto um pedaço da fuselagem com sinais evidentes de perfurações de tiro: “fogo muito pesado de metralhadora”. Outro especialista, analisando as imagens na internet, observou ainda que há marcas de “saída de tiro” no lado oposto, o que implica na existência de dois caças ucranianos na derrubada do MH17.

Os vídeos com supostos “Buk russos” apresentados pela Junta foram desmas-carados, com um deles na verdade sendo um Buk da própria Junta, que estava numa cidade ocupada pelos nazistas desde maio. O outro, o “312”, tornou-se um fiasco por causa de que já havia sido exibido exatamente como parte de um comboio da Junta. Ainda sobre os Buks, o comando russo mostrou que a Junta de Kiev havia deslocado Buks ucranianos para a região e que houve intensa atividade de radar desses Buks antes da derrubada, que quase cessaram depois do abate do Boeing.


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