quinta-feira, 28 de agosto de 2014

China e Rússia proíbem a produção de transgênicos


O governo chinês decidiu proibir as pesquisas com finalidade de produzir transgênicos no país. A decisão foi tomada após seis anos de experiências envolvendo arroz e milho alterados geneticamente. O cientista chefe da Academia Chinesa de Ciências, Huang Jikun, explicou que a decisão, tomada no domingo (17), se deu basicamente devido “à pressão da população, que estava preocupada com a segurança alimentar”.

Os testes com transgênicos na China tiveram inicio em 2009, durante uma ampla campanha de multinacionais, como a Monsanto, Syngenta, Cargill, DuPont e Bayer, na qual prometiam que as sementes geneticamente modificadas poderiam aumentar a produtividade e diminuir o consumo de agrotóxicos em 80%, facilitando a luta contra a fome.

SUSPENSÃO POR 10 ANOS
Em abril a Rússia também proibiu os transgênicos em seu território. De acordo com o primeiro-ministro, Dmitriy Medvedev, “se os americanos gostam de comer produtos transgênicos, que os comam. Nós não precisamos fazer isso; temos espaço suficiente e oportunidades para a produção de alimentos orgânicos”. A proibição está garantida em lei, e terá duração de dez anos.
No México um tribunal do estado de Yucatán revogou a permissão para o plantio de transgênicos, outorgada a Monsanto pelo governo do país. Foi comprovado que a utilização de transgênicos prejudicava a produção de agricultores e apicultores. A sentença determinou que é impossível coexistirem o cultivo de transgênicos junto a produção de mel e soja.

Atualmente o Brasil é o segundo maior produtor de transgênicos no mundo.


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