sexta-feira, 30 de maio de 2014

Países Não Alinhados rechaçam ingerência dos EUA na Venezuela



O Movimento de Países Não Alinhados rechaçou, na quarta-feira (28), a ingerência dos Estados Unidos nos assuntos internos da Venezuela.

No documento da 17ª Conferencia de Ministros de Relações Exteriores dos Não Alinhados, realizada na Argélia, instância que reúne 120 países do mundo, o Movimento expressou "seu apoio ao Governo constitucional do presidente Nicolás Maduro, que eleito democraticamente pela maioria do povo venezuelano, em 14 de abril de 2013".

Também repudiou "as agressivas e ilegais políticas do Governo dos Estados Unidos contra a Venezuela, incluindo a medida do Comitê de Relações Exteriores do Senado dirigida a impor sanções a este país, afetando sua soberania e independência política, em clara violação dos princípios e propósitos da Carta das Nações Unidas".

Os chanceleres expressaram sua preocupação "pelas ações violentas que têm tido lugar na Venezuela nas últimas semanas com a finalidade de desestabilizar o Governo" do presidente Maduro. Essas ações deixaram 42 pessoas assassinadas e mais de 800 feridas e registraram como positivo "o diálogo político liderado pelo presidente Nicolás Maduro com todos os setores da sociedade venezuelana dirigido a encontrar soluções aos desafios comuns do país e continuar seu caminho para o desenvolvimento e bem-estar, que está sendo plenamente apoiado pela Unasul e a Santa Sé". ( HP )

E MAIS

O SCRIPT UCRANIANO NA VENEZUELA BOLIVARIANA 
Três generais da Força Aérea Venezuelana acabam de ser detidos por conspirarem um golpe de estado. Foram entregues a Tribunais Militares, nos termos da lei e da Constituição Bolivariana. Este episódio significa que o imperialismo conseguiu comprar alguns militares de alta patente. Mas significa também que a Revolução Bolivariana e suas Forças Armadas estão vigilantes, pois os conspiradores foram denunciados por outros oficiais. Na Ucrânia o imperialismo gastou (confessadamente) cinco mil milhões de dólares para desestabilizar o país e promover o golpe de estado. Quanto não terá gasto já na Venezuela? O script da desestabilização da Ucrânia está a ser seguido ao pé da letra na Venezuela Bolivariana. Contratação de mercenários, sabotagem económica, destruição de bens públicos, utilização de marginais, grupos fascistas e terrorismo. O assassinato de 35 soldados da Guarda Nacional Bolivariana, 21 deles por armas de fogo, mostra que – tal como na Ucrânia – o imperialismo já recorre a franco-atiradores (snipers). Há uma tentativa clara das agências imperialistas (CIA, NDE, etc) de levar o país à guerra civil. O espectro da intervenção militar directa do imperialismo é uma realidade. A Revolução Bolivariana terá de defender-se com mão dura se não quiser ter o mesmo destino da Ucrânia. A diferença entre a Venezuela e a Ucrânia é que a primeira tem um governo digno, patriota, revolucionário e com apoio do povo, ao passo que a Ucrânia não tinha. Por isso a Venezuela Bolivariana tem condições de vencer. ( RESISTIR.INFO )

E TAMBÉM:


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