terça-feira, 20 de agosto de 2013

Que horror, Carlinhos de Tocqueville!: Soldados dos EUA são forçados ao consumo de drogas derivadas do ópio, acusa militar


Soldados dos EUA são forçados ao consumo de drogas derivadas do ópio

O consumo de drogas pesadas entre recrutas norte-americanos cresceu 82% na Força Aérea e 37% no Exército desde 1999, e há casos de soldados rasos que são forçados por seus próprios superiores ao consumo de substâncias de “drogas psiquiátricas” que viciam em até 180 dias. As acusações são feitas por um sargento dos EUA (Estados Unidos) que apresenta, ainda, documentos do Departamento de Defesa que atestam que pelo menos 20% dos soldados em serviço no Afeganistão estão viciados em drogas derivadas de ópio.

Além dos documentos que comprovam os índices de recrutas viciados, já que foram submetidos a testes pelo próprio Departamento de Defesa, o sargento Joe Biggs descreve em detalhes chocantes cenas testemunhadas por ele no Afeganistão. Segundo o sargento, as tropas são submetidas a aplicações de Percocet, um analgésico constituído de oxicodona, e outro narcótico derivado do ópio – droga feita a partir da papoula cujos campos naquele país, inclusive, são guardadas pelas tropas.

Alguns dos militares são forçados ao uso da droga, com exceção dos oficiais de alto posto. “As tropas estão sendo forçadas a tomar medicamentos como Prozac e Seroquel para ansiedade e depressão. As tropas não podem se recusar a tomar os medicamentos sem enfrentar consequências”, conta. O sargento acrescenta que há casos de patrulhas inteiras que descumprem ordens de “localizar e destruir”.


“A resistência de alguns soldados às ordens, no entanto, também é muito alta. Algumas patrulhas militares se recusam a realizar missões de 'localizar e destruir' e, em vez disso, retornam às suas bases alegando que cumpriram as ordens”, relatou o veterano. O abuso de drogas, segundo os relatos, estão diretamente relacionados a operações que resultam em assassinatos indiscriminados e aleatórios de civis no Afeganistão.

Um exemplo citado por Biggs é um incidente do ano passado, quando uma patrulha matou 17 civis afegãos, incluindo nove crianças. Além disso, o uso de drogas entre os militares também é um fator por trás do aumento dramático no número de soldados que cometem suicídios em campo - um terço deles é atribuído a efeitos colaterais da medicação com drogas pesadas.

O militar afirma ainda que o consumo das drogas não termina quando os militares deixam as tropas. Como voltam viciados nos medicamentos, os veteranos são obrigados a visitar psicólogos que, por fim, diagnosticam os militares com transtornos mentais com vistas a manter um fornecimento estável de drogas e alimentando a dependência. Segundo Biggs, com a medida, os soldados são proibidos de usar armas, e passam a ser vistos como cidadãos de “segunda classe”. Em geral, os soldados nessas condições são diagnosticados como tendo “transtorno de estresse pós-traumático”.

De acordo com o sargento, uma das razões principais para que o Pentágono esteja investindo na aplicação de drogas em suas próprias tropas, inclusive contra a vontade dos recrutas, segue as diretrizes do chamado “Plano Marshal”. Trata-se, segundo ele, de uma agenda de longo prazo de tornar os soldados permanentemente drogados com o objetivo de produzir um “comportamento modificado” e para “melhorar as características de desempenho”.

E vai além: drogar as tropas americanas faz parte de um plano de “engenharia social” do governo. Segundo ele, o plano dá conta de criar setores na sociedade cuja dependência ao Estado é assegurada por meio do vício em drogas.

Com informações do Infowars


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