quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Justiça nos EUA: penas longas para incrementar os lucros de empresas privadas?

Fui dar uma conferida na notícia publicada no portal TVI24, de Portugal "Preso pede para ser condenado à morte - Sentença foi executada". Eis seu teor:
As autoridades do estado de Dakota do Sul executaram esta terça-feira um prisioneiro que pediu para ser condenado à morte pelo homicídio de um guarda prisional há um ano.
Eric Robert, de 50 anos, recebeu a injeção letal pelas 22:04 (03:04 em Lisboa), e foi declarado morto às 22:24, informou o responsável pela comunicação da prisão, Michael Winder.
Eric Robert foi condenado por matar o guarda prisional, Ronald Johnson, em abril de 2011 quando tentava evadir-se do centro penitenciário estatal de Dakota do Sul, onde cumpria uma pena de 80 anos por sequestro.
Mas, o que me chamou mesmo a atenção, de forma bastante positiva, foi o comentário de um leitor, que apontou para um aspecto muito, muito sinistro do sistema prisional norte-americano:
Luís F. Silva Soares
80 anos por sequestro?
80 anos por sequestro! Pergunta: Isso é Possível? Resposta: É, se as prisões forem empresas privadas como sucede nos E.U.A. Por cada preso, a empresa prisional recebe um x do Estado, pelo que lhe convém muitas penas perpétuas. E os juízes, que têm muitas vezes assento nestas empresas privadas prisionais, dão sentenças à medida do negócio

De modo que, convém manter isso na memória, para quando alguém propor a adoção do mesmo sistema no Brasil, ou em nossos Estados.

E MAIS:

EUA: 2000 crianças condenadas à prisão, por juízes que recebiam suborno de empresas construtoras e proprietárias de CADEIAS privadas!! ( Em espanhol )

A marginalização termina na cadeiaPatrizio Gonnella

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