terça-feira, 30 de outubro de 2012

Moçambique: curandeiros acusados de envenenar 16 pessoas

Dezasseis pessoas da mesma família foram alegadamente envenenadas por dois curandeiros, que lhes deram uma substância tóxica para a "resolução de uma discórdia familiar", na província de Nampula, norte de Moçambique, disse esta terça-feira a polícia.
Em conferência de imprensa de balanço da actividade criminal da semana passada, o porta-voz do Comando Geral da Polícia de Moçambique, Pedro Cossa, disse que duas pessoas morreram na sequência da toma da substância supostamente venenosa.
"Em Nampula, na área da 3.ª esquadra, foram detidos os cidadãos António e Rafael, 31 e 32 anos, respectivamente, médicos tradicionais, indiciados pelo crime de envenenamento de 16 pessoas membros da mesma família, das quais duas acabaram perdendo a vida no local", afirmou Pedro Cossa.
Segundo o porta-voz do Comando Geral da Polícia moçambicana, as restantes 14 vítimas do alegado envenenamento estão no Hospital Provincial de Nampula.
"A substância usada é semelhante aquilo que na antiga Europa se usou como ordálio, donde nasceu o termo 'Eu ponho as mãos na brasa', e que era suposto que quem não fosse culpado por um determinado facto, poderia pegar numa pedra incandescente ou um carvão incandescente sem se queimar", acrescentou Pedro Cossa.
Os dois curandeiros poderão responder na justiça pelo crime de homicídio, disse o porta-voz da polícia moçambicana.
O homicídio por envenenamento é condenado com pena entre 20 a 24 anos de prisão pelo Código Penal moçambicano. ( CM )

Colombianos em pânico com bebê "possuído pelo demónio"

Brasil já teve seu Bebê-Diabo
Mãe diz que o menino de quatro semanas já fica de pé e expele fogo
Os habitantes de um bairro de lata nos arredores da cidade de Santa Cruz de Lorica, na Colômbia, estão a tentar expulsar uma família por temerem o seu mais novo elemento: um bebé com apenas quatro semanas de idade que acreditam estar possuído pelo demónio. No entanto, as autoridades de saúde, chamadas a intervir, acreditam que o fenómeno nada tem de sobrenatural.
Reforçando os argumentos dos vizinhos, que atiraram pedradas à improvisada habitação, a própria mãe da criança, Ana Feria Santos, disse à rádio colombiana RCN que o seu filho demonstra sinais de possessão demoníaca. "Ele caminha como um adulto, tem um riso malévolo, às vezes esconde-se e deita fogo", disse a progenitora.
Médicos que já examinaram o menino não testemunharam nenhum desses estranhos comportamentos e acreditam que as "marcas de fogo produzidas pelo demónio" mais não são do que marcas de maus-tratos que o bebé tem sofridoA confirmar-se esta explicação, Ana Feria Santos arrisca-se a perder a custódia do seu filho mais novo. Por seu lado, a Igreja Católica mantém-se à espera de conclusões sobre este caso e tem aconselhado os pais do menino a rezarem ( CM )

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Cidade alemã terá monumento às bruxas vítimas da Inquisição

Bamberg vai ter monumento às bruxas vítimas da Inquisição
Na cidade alemã de Bamberg vai ser construído um monumento às bruxas vítimas da Inquisição. Foi nessa cidade que se realizaram os julgamentos mais cruéis do Santo Ofício na Europa.
Os cidadãos e as autoridades locais querem recordar, desta forma, “as mil vítimas inocentes, mortas entre 1612 e 1631, na época da caça às bruxas”. Ao mesmo tempo, o monumento será uma advertência contra o fanatismo e a discriminação.
Em agosto passado, Ludwig Schick, arcebispo de Bamberg, denunciou os vereditos antes pronunciados pelo bispado contra as bruxas como atos sem valor. ( VOZ DA RUSSIA )

Antiga cidade submersa é encontrada no Triângulo das Bermudas


Triangulo de Bermudas, cidade submergida 

No fundo do oceano, na área do Triângulo das Bermudas, um grupo de cientistas canadenses descobriu uma cidade perdida.
Ao largo da costa de Cuba, um robô submarino tirou as fotografias das ruínas de edifícios, quatro pirâmides gigantes e um objeto parecido com estátua de uma esfinge.
Especialistas sugerem que os edifícios pertencem ao período pré-clássico do Caribe e da história da América Central. A antiga cidade podia ser habitada por uma civilização semelhante aos habitantes de Teotihuacán ( cidade fantasma de cerca de 2000 anos, localizada a 50 km da cidade do México ). ( VOZ DA RÚSSIA )

EUA: Os outros 25 candidatos a presidente fizeram debate, moderado pelo apresentador Larry King

O debate dos candidatos que ( quase ) ninguém conhece


Obama pelos democratas, Romney pelos republicanos -- o sistema bipartidário norte-americano é de tal forma dominante que apaga quase todos os outros partidos, mas há mais 25 candidatos que defendem, cada um, uma 'terceira via'. Ontem ( 23 ), tiveram direito a um debate televisivo.
O encontro foi mediado pelo famoso apresentador de 'talk shows' Larry King. Nele participaram todos os candidatos à Casa Branca que conseguiram assinaturas suficientes para inscrever o seu nome nos boletins de voto de pelo menos um Estado norte-americano.
Larry King justificou a sua participação no debate: "É óbvio que nenhum deles vai ganhar, mas a Constituição não diz em lado nenhum que só existe um Partido Democrático e um Partido Republicano. Nunca menciona um sistema bipartidário", disse ao site Politico, citado pela BBC.
Entre os 'outros 25', o mais conhecido -- mesmo nos Estados Unidos -- será o antigo governador do Novo México Gary Johnson. Mas nem ele terá ilusões de que poderá influenciar de forma decisiva o resultado das eleições de 6 de novembro.
A questão acaba assim por resumir-se a um ponto de princípio -- dar voz a quem se vê calado pelo mediatismo dos dois principais candidatos. Terá sido esse o sentimento dos responsáveis pela Free and Equal Elections Foundation (Fundação para eleições livres e equitativas) ao organizarem o debate de ontem, escreve a BBC.
No entanto, segundo a mesma fonte, há casos em que 'o terceiro candidato' teve influência no resultado. Em 1992, a candidatura do milionário Ross Perot foi prejudicial à campanha do recandidato George H.W. Bush e quem ganhou foi Bill Clinton, que chegou à presidência conquistando apenas 43% do total dos votos.
Também Ralph Nader é ainda hoje acusado por muitos democratas por ter 'roubado' votos a Al Gore na Florida, nas eleições de 2000 que levaram George W. Bush à Casa Branca.
Este ano, com a disputa extremamente renhida, é admissível -- ainda que pouco provável -- que algo semelhante volte a acontecer. ( DN )

Tascou fogo na casa por suspeitar que havia fantasmas morando no sótão!!

Mulher põe fogo em casa porque haveria "fantasmas" no sótão e é presa
Caso ocorreu em Carlsbad, no estado do Novo México. Valerie Hernandez acreditava que 'alguém' estava morando no sótão.
Uma mulher foi presa no dia 12 de outubro em Carlsbad, no estado do Novo México (EUA), depois que colocou fogo em sua casa porque haveria "fantasmas" no sótão, segundo reportagem do jornal "Current Argus".
Valerie Hernandez, de 33 anos, foi detida após uma investigação de seis meses. Ela havia colocado fogo na casa em 18 de maio deste ano.
À polícia de Carlsbad, Valerie disse que nunca gostou de viver no locar, pois acreditava que "alguém" estava morando no sótão.
Ela destacou que se sentia como se alguém estivesse constantemente observando ela.
Valerie perguntou várias vezes ao sargento Blaine Rennie se a pessoa que morava no sótão havia morrido durante o incêndio. ( G1 )

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

EUA: Candidato republicano ao Senado diz que gravidez após violação é vontade de Deus

Mais um republicano que embaraça o partido ao dizer o que pensa sobre o aborto.
Desta vez a polémica envolve o candidato do Indiana ao Senado norte-americano, Richard Mourdock, que afirmou que “mesmo quando a vida começa numa situação horrível de violação, isso é algo que Deus quis que acontecesse”.
A única situação em que admite a possibilidade do aborto é, conforme explicou no debate que na terça-feira o opôs ao seu adversário democrata Joe Donnelly, quando a vida da mãe está em risco. “Debati-me com isto durante muito tempo, mas acabei por perceber que a vida é uma dádiva de Deus e acho que mesmo quando a vida começa numa situação horrível de violação, isso é algo que Deus quis que acontecesse”, explicou.
Donnelly respondeu que a violação é um crime “hediondo e violento em qualquer caso” e num comunicado emitido já depois do debate disse que o Deus em que acredita “não quer que uma violação aconteça” em caso algum. Acrescentou que “o que Mourdock disse é chocante e é assustador que desrespeite assim os sobreviventes de violação”.
O Partido Democrata também não demoraria a reagir, qualificando as declarações de Mourdock de “escandalosas e humilhantes para as mulheres”.
Os comentários de Mourdock deixaram Mitt Romney – que ainda na véspera tinha lançado uma campanha de apoio ao candidato naquele estado – numa situação embaraçosa. O candidato à Casa Branca viu-se obrigado a demarcar-se de Mourdock, dizendo que não partilha da sua opinião no que diz respeito ao aborto.
Num comunicado divulgado depois do debate, Mourdock esclareceu que não sugeriu de forma alguma que Deus quisesse que as violações acontecessem: “A violação é uma coisa horrível e distorcer as minhas palavras é absurdo e doentio.”
Donelly segue à frente de Mourdock nas sondagens com uma vantagem curta, de apenas dois pontos percentuais. ( PUBLICO )

terça-feira, 23 de outubro de 2012

EUA testaram arma química contra pobres e negros norte-americanos

Pesquisadora afirma, em estudo, que militares pulverizaram compostos químicos sobre a cidade de Saint Louis
São Paulo - Sob a alegação de que estavam testando um escudo contra ataques nucleares soviéticos na cidade de Saint Louis, militares norte-americanos pulverizaram sobre a população local compostos empregados na fabricação de armas químicas. É o que revela um estudo conduzido por Lisa Martino-Taylor, professora de sociologia da Faculdade Comunitária de Saint Louis que vasculhou documentos públicos e que verificou casos de envenenamento por sulfeto de cádmio e zinco durante as décadas de 1950 e 1960.


Segundo o estudo, as Forças Armadas dos EUA patrocinaram os testes especificamente em áreas socialmente segregadas, de elevada densidade populacional, onde a predominância era de cidadãos negros e de baixo poder aquisitivo. Em entrevista ao jornal local KSDK, ela se disse "muito chocada com o grau de falsidade e sigilo” das autoridades responsáveis pelas operações. “Eles claramente se esforçaram ao máximo para enganar as pessoas”, concluiu.
Os testes de armas químicas sobre humanos teriam sido produto do que Lisa chama de Coalizão Manhattan-Rochester, um programa de pesquisas do governo norte-americano que tentou mensurar no contexto da Guerra Fria o impacto de reações radioativas no organismo humano. Experimentos semelhantes também teriam ocorrido na cidade de Corpus Christi, estado do Texas.
A maior parte dos compostos tóxicos era despejada por meio de aviões durante voos rasantes sobre os alvos. No entanto, Lisa alega que pulverizadores também eram posicionados no alto de arranha-céus e torres meteorológicas da região. Em 1953, foram ao todo 16 testes – não menos que 35 disparos de sulfeto de zinco e cádmio em Saint Louis. A vizinhança mais afetada é descrita por Lisa como "uma favela densamente povoada”, onde residiam cerca de 10 mil cidadãos de renda baixa, em sua maioria crianças.
Esclarecimentos
Surpresos com os resultados obtidos por Lisa, parlamentares estaduais pediram esclarecimentos às Forças Armadas nesta segunda-feira (22/10). "A ideia de que milhares de cidadãos do Missouri foram expostos a materiais tóxicos contra a própria vontade para determinar seus efeitos sobre a saúde é absolutamente chocante. Não deveria ser surpresa que estas pessoas e suas famílias estejam exigindo respostas dos oficiais do governo", disse à AP o senador estadual republicano Roy Blunt.
A democrata Claire McCaskill, colega de Blunt, também pediu maiores esclarecimentos ao secretário do Exército, John McHugh."Tanto o Senado quanto a Câmara dos Comuns conduziram investigações ao longo dos anos 1990, mas nada nunca foi concluído, explica Lisa Martino-Taylor. Para ela, o pior erro foi "jamais ter procurado aqueles que realmente foram afetados".
Radioatividade
A pesquisa não foi capaz de concluir com precisão se realmente havia compostos radioativos em meio à mistura de sulfeto de cádmio e zinco. Em sua entrevista ao jornal KSDK, Lisa diz que “há várias evidências de que houve compostos radiológicos envolvidos no experimento”.
Sua hipótese principal é de que a esta mistura foram adicionadas partículas fluorescentes, utilizadas para “iluminar” os alvos e identificá-los para outros testes. Há suspeita de que uma companhia chamada US Radium esteve envolvida com esta parte do experimento."US radium já havia sido legalmente responsabilizada por produzir uma tinta radioativa que matou diversas pintoras de azulejos radioativos”, alega.
Questionada sobre os futuros passos de sua pesquisa, ela revela que o importante foi ter revelado "que tudo isso foi uma violação de toda a ética médica, de todos os códigos internacionais e até mesmo de todo o regimento militar da época”. ( Rede BRASIL ATUAL )

Tribunal decreta que uso excessivo do telefone celular causou tumor

Empresário italiano utilizava o aparelho durante mais de seis horas diárias
O Supremo Tribunal italiano considerou que uma empresa é culpada pelo facto de um dos seus funcionários ter um tumor cerebral. 
A sentença é inédita e faz com que a empresa pague uma indemnização ao trabalhador, por se tratar de uma doença laboral. 
Segundo o tribunal, Innocente Marcolini tem um tumor devido ao uso excessivo do telemóvel. O empresário passava, em trabalho, mais de seis horas diárias em chamadas telefónicas, algo que o tribunal considerou incorreto por parte da empresa.
De acordo com a Associated Press, Marcolini, que agora tem metade da cara paralisada, defende que o tumor que lhe foi encontrado junto à orelha resultou do tempo a que foi obrigado a estar em chamadas telefónicas com clientes chineses, durante cerca de 12 anos.
Os advogados de Marcolini alegaram como defesa estudos que mostram que o uso excessivo do telemóvel aumenta o risco de tumores.
Porém, esta é uma teoria ainda por provar. Inúmeros estudos científicos falharam na descoberta da ligação entre os telemóveis e os tumores.
A própria Organização Mundial da Saúde considera que a radiação emitida pelos telemóveis tem características que «possivelmente» poderão ser cancerígenas, assim os pesticidas e até mesmo o café. ( TVI24 )

EUA: Concurso elegeu a criança com o olhar mais satânico! Brrrrr!

Concurso promovido por site norte-americano
Kadence é a bebé com o olhar mais maléfico
Uma menina norte-americana chamada Kadence foi a grande vencedora de um bizarro concurso, promovido pelo site Mommy Shorts, que elegeu a bebé com o olhar mais maléfico.
"Ter o que é preciso para levar [o ex-vice-presidente] Dick Cheney a urinar as calças" foi, segundo a blogger Ilana Wiles, mãe de uma menina de 18 meses, o segredo do sucesso de Kadence, cujos pais irão receber um vale de compras no valor de 100 dólares (cerca de 77 euros).
Centenas de pais enviaram as piores fotografias das suas crianças e os visitantes do site Mommy Shorts foram escolhendo os piores num sistema de eliminatórias até que se chegou à final, muito disputada entre Kadence e Lil D, tendo a primeira triunfado com 50,93 por cento dos votos.
"Não tenho muita pena dos pais da Kadence. Podem ter o demónio a viver em sua casa, mas só precisam de apelar ao seu lado bom", escreveu a criadora do Mommy Shorts, pedondo um aplauso para a finalista vencida. ( CM )

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Mingau

Tereza tenta, a todo custo, alimentar decentemente seu filhote, Dudu. O moleque não quer comer nada, só tranqueira. Aos 6 anos de idade, o pequerrucho já é dono do seu nariz.
Tereza oferece uma colherada de mingau ( sei lá se de aveia, Farinha Láctea ou Maizena ) a Dudu, que recusa sem piscar:
- NOM!
"NOM!" é o som de "Não!", com a boca selada.
- Vai, Duduzinho, só uma colheradinha...
- NOM!
- Um bocadinho só, vai...
- NOM e NOM!
Mas, se tinha uma coisa que Duduzinho gostava muito, era de cantigas. Dona Tereza sempre cantava uma para Duduzinho, antes de dormir. E ele pegava no soonoooo...
Assim, Dudu propõe um negócio:
- Só como se você cantar uma cantiga...
- Ah, Dudu... Nem é hora de dormir...
- Então... NOM!
- Tá bom, tá bom!
Dudu apoia o queixo nos punhos. Braços flexionados, cotovelos sobre a mesa.
Dona Tereza escolhe uma que nunca cantou pro Dudu, que é pra agradar de vez:
"Eu sou o Lobo Mau, Lobo Mau, Lobo Mau/
Eu pego criancinha pra fazer/
Min-gau!"
Dudu olha o prato de mingau e sai correndo.
 ( *** )
Dias depois, Dudu pergunta pra mãe:
- Bã-bãe, preto é ruim?
Dona Tereza se assusta: de onde o menino tirou aquilo? Estaria mexendo na Internet, recebendo mensagens racistas? Nessa casa, não! Deus é Pai de todos, não importa a cor da pele!
- Não, Dudu! Por quê?
- É que eu ouvi o papai falar "A coisa tá preta!" pro tio Ivo, e o tio disse que tá tudo mal mesmo...
- Não, Dudu! É modo de falar. É que antigamente, quando Deus inventou o mundo e o homem não tinha fogo e nem luz elétrica, ele tinha medo da noite, do escuro, por causa dos animais selvagens, do perigo. é por isso...
( *** )
Logo depois, a mesma história: Dona Tereza, um prato de mingau, e o Dudu choramingando:
- NOM!
- Vai, Dudu! Eu te canto outra cantiga!
Com certeza, esquecera do episódio "Mingau de Criancinha".
- BUÁÁÁÁ!
- Olha ( lembrou do ocorrido ), eu canto outra. Uma que não tem Lobo Mau!
- Você jura?
- A mamãe jura!
- Snifs! Então tá bom!
- Olha o mingauziiinhoooo!
- NOM! Primeiro, a cantiga!!
- Tá bom, tá bom!
- E nada de Lobo Mau!!!!!
- Tá bom, menino fresco! Lá vai:
"Boi, Boi, Boi/
Boi da Cara PRETA/
Pega essa criança..."
- BUÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!

Excelente documentário sobre o Padre Landell de Moura, o brasileiro que inventou o rádio! Participação especial: São Paulo, como "A Locomotiva do Atraso"

Padre Landell - Fé na ciência Este documentário, que integra as comemorações dos 150 anos de nascimento do padre e inventor gaúcho Roberto Landell de Moura, resgata as experiências do primeiro cientista do mundo a transmitir voz humana sem fio por meio de ondas luminosas.

http://www.senado.gov.br/noticias/tv/videos/cod_midia_138624.flv

*A DESTACAR: Exorcista, o Padre Landell, segundo o documentário, aventou a hipótese de "comunicações intergalácticas", é um dos responsáveis pelas famosas ( entre os místicos e esotéricos ) das chamadas "Fotos Kirlian". Se fosse um italiano vivendo na época da Renascença, poderia ter rivalizado com Leonardo Da Vinci. Consta que ( conforme aparece na Wikipédia, mas citado no documentário ) "... Landell deixou manuscritos que provam que, em 1904, quando ainda estava nos EUA, projetou a transmissão de imagens (Televisão) e textos (Teletipo) à distância sem fios. Ele batizou a primitiva TV de "The Telephotorama" ou "A visão à distância". Também há documentação de que foi um dos pioneiros no desenvolvimento do controle remoto pelo rádio..."

sábado, 20 de outubro de 2012

Traficante de ferro velho bósnio rouba uma ponte inteira

Depois de tampas de esgoto e goteiras, um traficante de ferro velho bósnio roubou uma ponte de ferro para vender o metal no mercado negro, informou esta sexta-feira uma fonte policial, citada pela AFP.
"Algumas horas depois de termos sido informados deste roubo insólito, detivemos em sua casa, um suspeito, de 29 anos", declarou à AFP Mile Jurosevic, responsável pela polícia de Brcko, adiantando que "acabámos por descobrir, num jardim em frente à casa do suspeito, a estrutura metálica da ponte roubada, já partida em dois para facilitar o transporte".
A ponte, com cerca de 12 metros de comprimento, foi roubada na noite de quarta para quinta-feira em Dizdarusa, um subúrbio da cidade de Brcko.
"A construção metálica foi retirada da sua base em betão e foi arrastada dezenas de metros até uma rua próxima onde se encontrava um camião para a transportar", explicou Jurosevic.
A ponte, construída nos anos 80, encontrava-se numa zona agrícola atravessada por um pequeno riacho, e era normalmente utilizada pelos agricultores, explicou à imprensa Zejneba Pasalic, um habitante local que descobriu que a ponte tinha desaparecido e alertou as autoridades policiais. ( DN )

Portugal: Astrólogo convenceu idosa que expulsava os seus «demónios»

Jovem de 23 anos foi detido pela Polícia Judiciária 
Um jovem de 23 anos de Braga foi detido pela Polícia Judiciária pela prática do crime de burla qualificada.
«O arguido, que se intitula astrólogo, cientista e espiritualista, convenceu uma sexagenária residente em Vila Verde, com uma precária situação económica, de que através de magia lhe expulsava todos os males ou demónios», afirma o comunicado da PJ.
Durante os últimos meses, simulou «consultas» que a vítima pensou tratarem-se de «um processo terapêutico», tendo conseguindo arrecadar 33 mil euros.
O detido, desempregado e sem antecedentes criminais, foi presente à autoridade judiciária para primeiro interrogatório esta sexta-feira e aplicação de adequadas medidas de coação.
( TVI24 )

Monsanto desiste de cobrar royalties por soja de agricultores após uma nova derrota na justiça


Após nova derrota judicial, a multinacional norte-americana Monsanto oficializou na quarta-feira (17) a decisão de suspender a cobrança de direitos de propriedade intelectual sobre a soja Roundup Ready que ficará livre de royalties em todo o país. 
Não é a toa que justamente em um momento que crescem as contestações, dentro e fora do Brasil, à tecnologia Roundup Ready sobre seus malefícios à saúde que a multinacional norte-americana declara “em respeito aos sojicultores de todo o Brasil e embora a liminar do TJ-MT se aplique somente ao Estado de Mato Grosso, a Monsanto voluntariamente suspendeu a cobrança pelo uso da primeira geração da soja RR em todo o país”, afirmou a empresa, em nota. 
Até então a multinacional alegava que a patente venceria apenas em 2014, porém para os produtores ela já caducou tem dois anos, em 2010, o que reforçara a Monsanto a repor as perdas sofridas pelos agricultores. 
A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), responsável pela ação, afirmou em nota que reconhecem os “esforços das empresas públicas e privadas de pesquisa é que esclarecemos que somos favoráveis ao pagamento dos direitos de propriedade intelectual (royalties), dentro da legalidade. Defendemos a cobrança justa e o que estiver amparado na legislação brasileira de patentes”. 
Agricultores gaúchos também já haviam ganho o direito à suspensão do pagamento de royalties. 
Na teoria da Monsanto, a tecnologia Roundup Ready garante uma perda menor de produtividade causada pelas ervas daninhas na produção tradicional. 
Os agricultores duvidam do ganho de produtividade, afirmam que existem tipos de soja que têm rendimento similar ou superior com um custo muito menor. 
MILHO 
Outro produto da múlti também está sendo alvo de questionamentos no meio científico. É o caso do milho OGM NK603 que foi objeto de estudo da revista francesa “Food and Chemical Toxicology”.
No estudo, ratos alimentados com milho transgênico da multinacional norte-americana Monsanto tiveram uma incidência três vezes maior de câncer e de mortes.
“Os resultados são alarmantes. Observamos, por exemplo, uma mortalidade duas ou três vezes maior entre as fêmeas tratadas com OGM. Há entre duas e três vezes mais tumores nos ratos tratados dos dois sexos”, afirmou Gilles-Eric Seralini, professor da Universidade de Caen, que coordenou o estudo. ( HORA DO POVO )

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Toy Dolls - James Bond Lives Down Our Street


Justiça nos EUA: penas longas para incrementar os lucros de empresas privadas?

Fui dar uma conferida na notícia publicada no portal TVI24, de Portugal "Preso pede para ser condenado à morte - Sentença foi executada". Eis seu teor:
As autoridades do estado de Dakota do Sul executaram esta terça-feira um prisioneiro que pediu para ser condenado à morte pelo homicídio de um guarda prisional há um ano.
Eric Robert, de 50 anos, recebeu a injeção letal pelas 22:04 (03:04 em Lisboa), e foi declarado morto às 22:24, informou o responsável pela comunicação da prisão, Michael Winder.
Eric Robert foi condenado por matar o guarda prisional, Ronald Johnson, em abril de 2011 quando tentava evadir-se do centro penitenciário estatal de Dakota do Sul, onde cumpria uma pena de 80 anos por sequestro.
Mas, o que me chamou mesmo a atenção, de forma bastante positiva, foi o comentário de um leitor, que apontou para um aspecto muito, muito sinistro do sistema prisional norte-americano:
Luís F. Silva Soares
80 anos por sequestro?
80 anos por sequestro! Pergunta: Isso é Possível? Resposta: É, se as prisões forem empresas privadas como sucede nos E.U.A. Por cada preso, a empresa prisional recebe um x do Estado, pelo que lhe convém muitas penas perpétuas. E os juízes, que têm muitas vezes assento nestas empresas privadas prisionais, dão sentenças à medida do negócio

De modo que, convém manter isso na memória, para quando alguém propor a adoção do mesmo sistema no Brasil, ou em nossos Estados.

E MAIS:

EUA: 2000 crianças condenadas à prisão, por juízes que recebiam suborno de empresas construtoras e proprietárias de CADEIAS privadas!! ( Em espanhol )

A marginalização termina na cadeiaPatrizio Gonnella

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Foxconn "violou a lei" botando crianças para trabalhar. Mas tudo bem, pelo menos VOCÊ tem seu iPhone 5, né?

Fábrica de componentes da Apple empregava menores
Crianças tinham entre 14 e 16 anos. Empresa com cerca de 1,2 milhões de trabalhadores reconheceu "violação da lei
A Foxconn, fabricante de componentes electrónicos para a Apple, Sony e outras multinacionais, reconheceu esta quarta-feira ter empregado estagiários menores numa das suas fábricas na China e pediu desculpa pela "violação da lei".
O caso - assumido pelo porta-voz da empresa, Bruce Liu, e citado pela agência noticiosa oficial chinesa Xinhua - passou-se numa linha de montagem da fábrica da Foxconn em Yantai, na província de Shandong, Leste da China.
Bruce Liu disse que, após uma investigação interna, a empresa apurou que aquela fábrica - uma das oito que a Foxconn tem na China - contratou durante três semanas estagiários oriundos de uma escola local, com idades entre os 14 e 16 anos.
O porta-voz não precisou o número dos estagiários menores contratados, os quais, segundo a agência Xinhua, já regressaram à escola. Trata-se de "um caso isolado", que "viola as leis laborais da China e a política da Foxconn", disse o porta-voz da empresa.
Subsidiária do grupo Hon Hai Precision, com sede em Taiwan, a Foxconn emprega cerca de 1,2 milhões de trabalhadores na Republica Popular da China, entre os quais 2,7% de estagiários.
O China Labour Bulletin, de Hong Kong, e outras organizações de defesa dos direitos dos trabalhadores estimam que aquele número seja maior.
As condições de trabalho na Foxconn no continente chinês tornaram-se um tema de acesa polémica após o suicídio de mais de uma dezena de empregados da fábrica da empresa em Shenzhen, em 2010. ( CM )

É possível alimentar o mundo inteiro sem pesticidas, mostra documentário de jornalista francesa

Alimentar o mundo inteiro é possível sem pesticidas. Quem o defende é Marie-Monique Robin, uma jornalista e documentarista francesa [ ver O MUNDO SEGUNDO A MONSANTO ] que percorreu o mundo para ouvir as opiniões de especialistas - de camponeses a engenheiros agrónomos - e concluiu que, sem o recurso a químicos, a população internacional seria capaz de produzir alimentos em quantidade suficiente para que ninguém passasse fome.
Robin, que tem trabalhado numa série documental de três partes sobre a contaminação alimentar desde 2008, acaba de lançar o seu mais recente trabalho, "Les Moissons du Futur" ( As Colheitas do Futuro, em português ), que se debruça sobre a questão da "agroecologia", uma combinação entre a agricultura, a sustentabilidade e a proteção do meio ambiente.
"Durante a realização dos meus filmes participei em dezenas de conferências em que as pessoas me perguntavam: mas, afinal, é possível alimentar o mundo sem pesticidas?", conta a jornalista, também autora de várias obras sobre os direitos humanos na América Latina, em declarações à AFP.
Com o seu novo documentário, o último da trilogia, Robin tentou compreender se é ou não possível resolver a crise alimentar seguindo a "agroecologia". Andou pelo planeta, do Japão ao México, passando pelo Quénia e os EUA, e reuniu-se com peritos, camponeses, agricultores e engenheiros agrónomos.
A conclusão foi clara: não só é possível produzir bens alimentares em quantidade suficiente para que não haja fome no mundo e sem prejudicar o planeta, como o facto de não se poder alimentar o mundo inteiro atualmente "se deve aos pesticidas", garante a jornalista.
Agricultura ecológica é a solução, assegura Robin
Para mudar esta realidade, adianta, deverá recorrer-se, então, à agricultura ecológica, que consiste num tratamento adequado do solo, no uso eficiente da água e no investimento em diversidade vegetal, uma mistura de fatores que permitiria pôr fim à situação atual e alimentar a Terra, alargando os benefícios à própria Natureza.
O filme, que será lançado em DVD no dia 16 de Outubro e acompanhado de um livro, ambiciona provar tal possibilidade, reunindo uma série de testemunhos de camponeses de todo o mundo que têm substituído os inseticidas por técnicas aparentemente simples, que matam as ervas-daninhas sem prejudicar o solo e sem efeitos nefastos na saúde.
A obra inspira-se também num trabalho de Oliver De Schutter, relator especial das Nações Unidas pelo direito à alimentação, que foi dado a conhecer em 2011 e que afirma que o método baseado na renovação dos solos e na eliminação dos fertilizantes químicos pode, inclusive, permitir melhorar os rendimentos das regiões mais pobres e adaptar-se mais facilmente às alterações climáticas.
>>> Clique no link abaixo para assistir ao documentário ( por enquanto apenas disponível em francês )

VEJA TAMBÉM:

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Aterrador: Brasil, o Paraíso dos agrotóxicos banidos

PARAÍSO DOS AGROTÓXICOS
Substâncias já proibidas em vários países encontram mercado fértil em terras brasileiras
O Brasil é a lixeira tóxica do planeta. Desde 2008, somos os maiores consumidores globais de insumos químicos para agricultura. Mas, diante de uma balança comercial envaidecida por números sedutores, discutir os reveses desse modelo agrário tornou-se tabu. A eterna e robusta economia agroexportadora, baseada em bens primários de baixo valor agregado, insiste em se reafi rmar – ainda que assombrada por uma crise de percepção e acompanhada de temerosas dívidas sociais e ambientais.
HENRIQUE KUGLER
Ciência Hoje/RJ ( PDF )
Brasil vive um drama: ao acordar do sonho de uma economia agrária pujante, o país desperta para o pesadelo de ser, pelo quinto ano consecutivo, o maior consumidor de agrotóxicos do planeta. Balança comercial tinindo; agricultura a todo vapor. Mas quanto custa, por exemplo, uma saca de milho, soja ou algodão? Será que o preço de tais commodities – que há tempos são o motor de uma economia primária à la colonialismo moderno – compensa os prejuízos sociais e ambientais negligenciados nos cálculos do comércio internacional?
“Pergunta difícil”, diz o economista Wagner Soares, do Instituto Brasileiro de Geografi a e Estatística (IBGE). A Bolsa de Chicago define o preço da soja; mas não considera que, para se produzir cada saca, são aplicadas generosas doses de agrotóxicos que permanecem no ambiente natural – e no ser humano – por anos ou mesmo décadas. “Ao final das contas, quem paga pela intoxicação dos trabalhadores e pela contaminação ambiental é a sociedade”, afi rma Soares. Em seu melhor economês, ele garante que as “externalidades negativas” de nosso modelo agrário continuam de fora dos cálculos.
Segundo o economista do IBGE, que recentemente estudou propriedades rurais no Paraná, cada
US$ 1 gasto na compra de agrotóxicos pode custar aos cofres públicos US$ 1,28 em futuros gastos
com a saúde de camponeses intoxicados. Mas este é um valor subestimado. Afi nal, Soares contabilizou apenas os custos referentes a intoxicações agudas. Levando-se em conta os casos crônicos, acrescidos da contaminação ambiental difusa nos ecossistemas, os prejuízos podem atingir cifras assustadoramente maiores. “Estamos há décadas inseridos nesse modelo agrário, e estudos mensurando
seus reais custos socioambientais são raros ou inexistentes”, diz.
Seja na agricultura familiar, seja nas grandes propriedades rurais, “os impactos dos agrotóxicos na saúde pú-
blica abrangem vastos territórios e envolvem diferentes grupos populacionais”, afirma dossiê publicado em Abril pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), entidade que reúne pesquisadores de diversas universidades do país. Milhares de casos de contaminação são registrados todos os anos pelo Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, gerido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e pelo Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Mas, segundo a Organização Mundial da Saúde, para cada 50 quadros de intoxicação por agrotóxico no mundo, apenas 1 é notificado.
Não são apenas agricultores e suas famílias que integram grupos de risco. Todos os milhares de profissionais envolvidos no comércio e manipulação dessas substâncias são potenciais vítimas. E, além deles, “todos nós, diariamente, a cada refeição, ingerimos princípios ativos de agrotóxicos em nossos alimentos”, garante a médica Raquel Rigotto, da Universidade Federal do Ceará (UFC).
O agricultor Jeferson Matias da Rosa, de Boa Vista das Missões (RS), reafirma: “Hoje, todo mundo come veneno”.
Nenhuma novidade até aqui. O que nem todos sabem é que o Brasil é destino certo para insumos agroquímicos que, por elevados graus de toxicidade, já foram banidos em diversos países.
Veneno nosso de cada dia_Estão registrados no mercado brasileiro 434 ingredientes ativos, que, combinados, resultam em pelo menos 2.400 formulações de agrotóxicos amplamente utilizadas em nossas lavouras. O cardápio é eclético: inseticidas, fungicidas, herbicidas, nematicidas, acaricidas, rodenticidas, moluscidas, formicidas e por aí vai – os responsáveis pela regulação e controle de tais produtos são os ministérios da Saúde (MS), da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e do Meio Ambiente (MMA).
Das 50 substâncias mais usadas em terras brasileiras, 24 já foram banidas nos Estados Unidos, Canadá, Europa e, algumas, mesmo na Ásia. Atualmente, apenas 14 delas estão em processo de reavaliação pela Anvisa – procedimento que se arrasta desde 2008.
Alguns notórios destaques: o endossulfam, amplamente utilizado em culturas de soja, café, algodão e cacau, é sucesso de vendas no Brasil. Se as previsões da Anvisa se concretizarem, seu uso será banido – como já é em 45 países – até 31 de julho de 2013. É um provável desregulador endócrino, responsável também por danos irreparáveis ao sistema reprodutivo. A cihexatina, empregada até muito recentemente em plantações de café, laranja, maçã, morango e pêssego, também entrou para a lista negra da Anvisa, e foi proibida somente no final de 2011. Carcinogênica e neurotóxica, a substância é ilegal na Austrália, China, Japão, Tailândia, Líbia, Paquistão, Canadá e Estados Unidos. Não menos emblemático é o caso do metamidofós, poderoso genotóxico e neurotóxico, já proibido na Europa, China, Índia e Indonésia. Usado principalmente em plantações de alface e tomate, sua comercialização, por aqui, só foi proibida em junho último.
Os demais 11 produtos na mira da Anvisa estão devidamente elencados no relatório da Abrasco, disponí-
vel no sítio da instituição – que lançou, recentemente, em parceria com a Fiocruz e dezenas de instituições pelo Brasil afora, o Abaixo-assinado por banimento de banidos.
A ideia é cobrar do governo federal a proibição dos princípios ativos já vetados em outros países. “É inaceitável que o Brasil continue sendo a grande ‘lixeira tóxica’ do planeta”, lê-se no documento.
Agroquímicas na casa da mãe Joana
Se os princípios ativos permitidos em lei já são motivo de preocupação, o que dizer de agrotóxicos ilegais, adulterados e fora da validade? Por mais escabroso que pareça, fiscalizações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Anvisa vêm, nos últimos anos, sistematicamente encontrando, em propriedades rurais e nos estoques de indústrias agroquímicas em todo o Brasil, lotes de insumos fora dos padrões de segurança e toxicidade exigidos em lei.
Em fevereiro, o Ibama apreendeu 876 kg de agrotóxicos irregulares em São José do Rio Preto (SP). Além de produtos vencidos e misturados de forma inadequada, os fiscais também encontraram brometo de metila – proibido no Brasil desde 1987, quando o país assinou o Protocolo de Montreal, comprometendo-se a banir o uso da substância, empregada em culturas de fumo e hortaliças. Ao todo, as multas aplicadas nas propriedades fiscalizadas somaram R$ 91 mil.
Fiscais da Anvisa não trouxeram melhores notícias. Operações conduzidas entre 2009 e 2010, em diversos estados, encontraram irregularidades em todas as 10 fábricas de agrotóxicos vistoriadas naquele período. A lista é extensa: a empresa agroquímica suíça Syngenta, uma das líderes mundiais do setor, guardava em seus estoques 1,15 milhão de litros de agrotóxicos adulterados, com direito também a produtos vencidos; a alemã Bayer não ficou para trás, com 1 milhão de litros de insumos com fórmulas adulteradas; e sua conterrânea Basf apresentou 800 mil litros de produtos irregulares. Enquanto isso, a norte-
-americana Monsanto foi autuada por omissão de informações relacionadas ao processo de produção de seus agrotóxicos
[ grifo deste blog ]; e, nas fábricas de todas as demais concorrentes – Dow AgroSciences, Nufarm, Milenia Agrociências, Ilhabras, Sipicam Isagro Brasil e FMC Química do Brasil – foram encontradas irregularidades análogas. Ao todo, quase 10 milhões de litros de agroquímicos adulterados, vencidos ou fora dos padrões de segurança e toxicidade exigidos pela Anvisa estavam prestes a ser destinados às lavouras brasileiras. Os procedimentos administrativos de autuação ainda estão em andamento.
Fiscalizar insumos agrícolas é tarefa desafiadora. Segundo o engenheiro e economista Victor Pelaez, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), uma das maiores dificuldades, no Brasil, é a “limitada quantidade de funcionários alocados na regulação de agrotóxicos”, mesmo sendo o país o maior mercado para esses produtos. Em recente levantamento, Pelaez contabilizou que, ao todo, temos apenas 77 funcionários para dar conta de gerir e fiscalizar as atividades do setor em todo o território nacional (28 na Anvisa, 30 no Ibama e 19 no MAPA). Nos Estados Unidos, segundo maior mercado mundial de agroquímicos, os quadros técnicos somam 620 funcionários.
Comparando os dois países, o economista ainda cita outro dado passível de reflexão. Enquanto o registro de ingredientes ativos, nos Estados Unidos, custa em média US$ 630 mil, no Brasil é cerca de US$ 53 mil a US$ 100 mil. Além disso, os norte-americanos cobram valores periódicos de reavaliação, em torno de US$ 150 mil; enquanto, por aqui, as indústrias são isentas desse tipo de taxa.
Falando em isenção, “é notável a generosidade dos governos estaduais e federal em relação aos agrotóxicos”, lembra Rigotto. Segundo a médica da UFC, em alguns estados, como no Ceará, a isenção fiscal chega a 100%.
Números envenenados
Ao longo da última década, o consumo de agrotóxicos no mundo cresceu 93%. Mas no Brasil, segundo a Anvisa, esse crescimento foi de 190%. Hoje o país consome um quinto da produção mundial de ‘defensivos agrícolas’ – eufemismo publicitário utilizado para amenizar a negatividade do termo ‘agrotóxico’.
Na safra de 2011, nossa agricultura consumiu nada menos que 936 mil toneladas de insumos químicos, dos
quais 80% foram destinados a cultivos de soja, milho, algodão e cana-de-açúcar. Na ponta do lápis, isso equivale a cerca de 5 kg anuais de agrotóxicos per capita, que é, na verdade, a média de consumo dos brasileiros ao longo dos últimos anos. Dados da Anvisa, levantados no Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos, em 2010, apontam que pelo menos um terço das 2.488 amostras de frutas, verduras e legumes coletadas foram consideradas insatisfatórias. “Encontramos diversas irregularidades, como quantidades de agrotóxicos muito acima do permitido, presença de ingredientes ativos
inapropriados para a cultura em que foram detectados, além de produtos proibidos pela legislação”, disse na época José Agenor Álvares da Silva, diretor da Anvisa.
Alerta máximo para o pimentão ( teve 91% das amostras com níveis de toxicidade acima do permitido), morango (63%), pepino (57%), alface (54%) e cenoura (49%) – o relatório completo está disponível no sítio da Anvisa.
Agroecologia: um horizonte possível?
Produtores e especialistas alinhados ao modelo convencional de produção agrícola insistem: sem agrotóxicos seria impossível alimentar uma população mundial em constante expansão. Esses venenos seriam, portanto, um mal necessário. “Quem critica os agrotóxicos não lembra que a população precisa comprar alimento a custos acessíveis”, argumenta a senadora Kátia Abreu, principal voz do agronegócio no Brasil. “É a única forma de produzir alimento barato, infelizmente.”
Nem todos concordam. O agricultor Fernando Ataliva, de Indaiatuba (SP), garante que “não há nenhuma dificuldade técnica em se produzir alimentos orgânicos, sem agrotóxicos, para alimentar a população”. Cita o exemplo de seu sítio, mantido no sistema agroecológico, que produz 300 toneladas anuais de alimento. Histórias semelhantes estão reunidas no documentário O veneno está na mesa, de Silvio Tendler, que traça um panorama amplo e atual da problemática no Brasil. Segundo Ataliva, “a humanidade domina a agricultura há pelo menos 10 mil anos, e o modelo imposto no século 20 vem apagando a herança e o acúmulo de conhecimento dos métodos tradicionais”.
A engenheira agrônoma Flavia Londres, da Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa (AS-PTA), no Rio de Janeiro, assina embaixo. Autora de recente obra de referência sobre o tema, ela defende que precisamos de outra estrutura agrária – baseada em propriedades menores, com produção diversificada e privilegiando mercados locais, contemplando a conservação da biodiversidade. “Monoculturas são grandes desertos verdes”, diz. “A agroecologia, portanto, requer uma mudança paradig-
mática no modelo agrário, que resultaria, na verdade, em uma mudança cultural.”
Comentando sobre a corrente comparação entre os dois mundos possíveis, Londres questiona: “Em termos de capacidade de produção, não podemos comparar de igual para igual o agronegócio – que há décadas tem sido agraciado com benefícios econômicos e fiscais do todos os tipos – com os sistemas de produção alternativos – que ainda são marginais e carecem de incentivo e políticas públicas expressivas”.
Mas a pergunta que não quer calar é: será que um modelo dito ‘alternativo’ teria potencial para alimentar uma população que, até 2050, deverá chegar a 9 bilhões? “Certamente tem muito mais potencial do que o agronegócio, que, hoje, não dá conta de alimentar nem 7 bilhões”, retruca a engenheira. Segundo ela, sistemas de produção descentralizados têm muito mais condições de produzir (e distribuir) alimentos em quantidade e qualidade. “Mas confesso que o cenário é desfavorável”, lamenta. “Com as lideranças atuais, incluindo a bancada ruralista que manda no Brasil, não devemos ir muito longe.”
Tal pessimismo é compartilhado por Rigotto. “Basta analisar os números oficiais”, sugere a médica da UFC.
O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), encarregado das políticas agroecológicas, teve orçamento de R$ 16 bilhões em 2011; enquanto o MAPA, encarregado de fomentar o agronegócio, teve nada menos que R$ 107 bilhões. “É desproporcional”, comenta, mencionando que, enquanto a soma destinada ao agronegócio beneficia pouco mais de 5 mil empresas, o montante destinado à agricultura alternativa fomenta 32 milhões de trabalhadores rurais. Segundo Rigotto, o governo federal está determinado a priorizar o modelo de desenvolvimento agroexportador baseado em mercadorias de baixo valor agregado, ainda que a altíssimos custos sociais e ambientais.

Tecnologia, Ciência e Consumo: Foxconn impõe jornadas de até 14 horas nas linhas de montagem dos iPhones-5

A Foxconn, empresa taiwanesa que tem forte atuação na China Popular, submete seus operários a jornadas de 14 horas e, nos períodos de pique de produção, passam de 13 a 30 dias sem conceder folga semanal, segundo denúncia da organização trabalhista China Labor Watch.
Com a fabricação do iPhone 5 [ acima ] da Apple, os operários foram submetidos a exigências exacerbadas por mais “eficiência” e “qualidade” da produção.
Sob crescente pressão, os operários ameaçaram os inspetores de controle de qualidade que executaram as ordens da direção da fábrica para atender exigências da Apple. Neste mês de outubro houve confrontos nos dias 1, 2 e 5 entre operários e seguranças, que paralisaram a produção no dia 5, durante a semana de comemoração do Dia Nacional da China.
Segundo jornal britânico The Mirror, os trabalhadores que produzem o iPhone 5 chegam a montar um aparelho a cada 30 segundos, durante jornadas de até 14 horas, para que a empresa alcance as metas de produção, caso contrário são demitidos. Os operários podem sair apenas três vezes ao dia para realizar suas necessidades básicas, que não podem durar mais que vinte minutos, estando sujeitas a desconto de pagamento. Os trabalhadores, que em sua maioria – cerca de 79 mil, moram em quartos de aluguel para oito pessoas na própria fábrica, sem luz natural e com banheiros muitas vezes quebrados. Ao fim da jornada de trabalho, os operários ainda são revistados intimamente com detectores de metal pelos seguranças. As revoltas são reprimidas mais de 1500 seguranças em cada fábrica.
SEM ALMOÇO
Um dos trabalhadores entrevistados pelo jornal The Mirror, afirma que “nós raramente temos pausa para o almoço”. Outro trabalhador afirma que “os gerentes da linha, que estão sob grande pressão para atingir as metas, gritam com você se as coisas não correm como um relógio” e acrescenta que “alguns dias é simplesmente impossível trabalhar mais rápido”. Todos os dias, cerca de 600 operários deixam a fábrica. ( HORA DO POVO )

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Idéias para filmes de ação "explosivos". É muqueta e balaço pra tudo lado! E carro voando adoidado!


Todo e qualquer filme que venha pras salas de cinema brasileiras, que contenha em seu nome - traduzido, evidentemente - a palavra "EXPLOSIVO" tem grandes chances de se tornar sucesso de bilheteria. Não importa que no título original não conste nada que indique explosão ( tipo "Stay Off!", por exemplo ), aqui sempre enfiam um batismo explosivamente sugestivo.
É uma fórmula gasta, manjada e que dá resultados sempre. É a mesma coisa com aqueles filmes "Um....animal", ou "Um...prá cachorro". Como disse antes, é sucesso garantido. Povo gosta de falta de idéias, lamento muito dizer isso. Não adianta a crítica criticar, espernear, prender a respiração até ficar roxa, recomendar outras obras. Ponto final.
O nome, por si, é garantia de público, como o cheiro de sangue - segundo se diz - atrai tubarões.
Assim, na penúria em que me encontro, decidi botar a cachola pra funcionar: bolarei uns resumos / uns roteiros de filmes explosivos, na esperança de descolar uns trocados. Como se sabe, não precisa ser nada muito complicado, pois o fã desse tipo de filme não gosta de enredo muito complexo. Aliás, nem razoavelmente complexo. Ah, tá certo, vai: quanto mais simplório melhor. Bastam uns fortões - bombados, claro - tatuados, umas peitudas gostosas de cabelo alisado, fogo, pólvora, munição, armas de calibres variados e 90% do trabalho tá pronto. O resto a gente completa com um fio de história.
Até agora, o que consegui foi isso:
REZA EXPLOSIVA
Garotinha vê assassinato em plena luz do dia no bairro italiano de Nova Iorque e acaba confessando ao padre Mário ( Jason Statham ). Quando a menininha é sequestrada pela gangue do chefão Marcello Marttello Marmmello, padre Mário abandona os votos, rasga a batina e apela a seus contatos no submundo das máfias para conseguir armas e munição. Abastecido, vai atrás da menininha, acabando com quem estiver em sua frente.
EXPLOSÃO EXPLOSIVA
Gangs multiraciais e internacionais infernizam a cidade de Los Angeles: ao Norte, os russos disputam o território com os jamaicanos; ao Sul, os mexicanos comandam; ao Leste, os moldávios guerreiam com os cambojanos, com os toguenses e sírios na sobra; o Oeste é controlado pelas gangs haitianas, com exceção de algumas zonas onde operam os nigerianos e os texanos. Tem até gangue de brasileiros, comandadas por um capoeirista e ex-chefão de tráfico numa - batata -favela do Rio de Janeiro.
A polícia nada consegue fazer, e a violência apenas recrudesce, temperada pela corrupção que corrói o Departamento de Polícia.
As gangues mandam e desmandam e só um homem Moe Jones ( Jason Statham ) pode impedí-las. Mas ele está na Penitenciária Estadual, por ter estacionado em local proibido pela 38ªvez neste ano.
Para comprar a briga e entrar na guerra entre as gangues, ele exige que o Governador lhe faça um pedido de Clemência por escrito e leia o documento na TV, em horário nobre. Além disso, exige carta branca eterna, não-revogável, para estacionar seu automóvel onde, quando e como quiser.
Com Los Angeles de joelhos, e suas exigências atendidas, Moe Jones recruta seus parceiros Lou ( Samuel L.Jackson ) e Vernon ( Vin Diesel ) e a trupe parte pra porrada. Uma das melhores sequências da película: Moe lança um coquetel molotov dentro de uma livraria. Lou, sem entender o porquê da ação, pergunta se ali é fachada de alguma gangue. Moe responde que não. Fez isso porque detesta livros.
CONPIRAÇÃO EXPLOSIVA
Bill ( Mickey Rourke ) reputado como ex-agente da CIA comanda o tráfico de armas e drogas na Zona Oeste de Nova Iorque. O incorruptível policial Paul é morto a mando de Bill. Mas acontece que Paul era irmão de Clive Banton ( Jason Statham ), ex-Seal e ex-Fuzileiro Naval, que passa a investigar ( arrancar informações na porrada ) e fica chocado com o que descobre: Bill não é um ex-agente da CIA, mas um OPERATIVO da agência, que usa os fundos conseguidos com o tráfico para alimentar um grupo que tenta derrubar o presidente de uma nação sul-americana riquíssima em petróleo. Apesar de ter sido eleito e reeleito diversas tantas vezes pela populção do país em eleições reconhecidamente limpas, o presidente não é bem visto por Wasshington, que tenta derrubá-lo a todo custo. "Um ditador comunista, isso que ele é", resume Bill ( Rourke ).
Cansado desse papo ideológico-político sociológico todo, Clive parte para a vingança, e nem mesmo a CIA poderá detê-lo. Cena candidata a clássica: Bill ( Rourke ) queima uma bandeira americana e, com ela, acende um charuto. Alguém lhe alerta para o crime que cometia, ao queimar "nossa bandeira". Bill responde: "Essa não é a verdadeira bandeira de meu país. Essa merda tem apenas 50 estrelas, representando apenas 50 estados e territórios. Mas temos mais, muito mais que isso, a começar da Inglaterra e da Austrália..."

PS: O DIA EM QUE EU CONSEGUIR ESCREVER UM FILME COM O NOME "UMA EXPLOSÃO ANIMAL PRÁ CACHORRO", TÔ FEITO!!!

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Reta final eleitoral!! O CORREIO DA ELITE VAI DE PEREIO 40444!!

Certo dia, estava no glorioso Twitter quando me deparo com a mensagem: "@Pereio1 te segue". Evidentemente, achei que fosse um desses "fakes". Algué devia estar tuitando um monte de palavrão ( "POORRA!!" ) que nem naquelas pornochanchadas. Mas pensei: "Beleza!" Curioso, fui ver qual que era desse fake. Tava lá algo como: "Pereio 40444 vereador PSB" e coisa e tal. Mmmmm?!
Aí, fui ter com o Google Encyclopaedyae, dar uma pesquisada. Caí neste texto aqui, exatamente este texto, que é de Abril/ 2012:
Pensei: "Pooorrrra!! É verdade mesmo!!
Mais ainda: "Putaquepariu, o cara quer proibir carro em São Paulo!!! Tem culhão!!"
Foi amor eleitoral à primeira vista.
Há 22 anos ( eu estava com uns 18 ) eu havia pintado numa camiseta: "VOCÊ AMA SEU CARRO? QUEIME JUNTO COM ELE!". Eu sou um dos poucos paulistanos que diz abertamente que não há "Indústria da Multa" porra nenhuma ( é a maior verdade universal que há ). E devo ter contribuído, e muito, com os cofres da prefeitura, já que não há um dia em que eu não telefone pra CET denunciando algum crime de trânsito como, por exemplo - e principalmente - carros sobre calçada. Faço isso no meu bairro, cagueto minha vizinhança de classe-média, quero que se foda.
Recentemente, tuitei aos principais candidatos, questionando-lhes se eles achavam, MESMO, que haveria uma "Indústria da Multa" operando na Capital, cujo objetivo nefasto seria apenas multar nossos ingênuos e santificados motoristas, mesmo que não houvesse motivo. Eu sabia que nenhum deles responderia. Nenhum deles respondeu. Medo da "opinião pública", penso eu. 
Oras, raciocinei, acho que é aprimeira vez que vejo alguém ter peito para ir contra os automóveis em Sampa. Digo, é a primeira vez que vejo alguém não vinculado àquilo que os jornais gostam de definir como "tribos". Este tuíte do próprio candidato resume tudo: "Pela mobilidade urbana: uma cidade onde o cidadão se sobreponha à máquina, com mais espaços para pedestres". O foco é o pedestre. 
Geralmente, a imprensa opõe as bicicletas aos carros, criando uma dicotomia "tribo de exóticos" X progresso. Se não estou equivocado, Pereio traz pro primeiro plano quem realmente deve ocupar a cidade, ou seja, o pedestre.  Nada contra as bikes, faço questão de dizer. PNC da Bárbara Gancia!!.
Não conheço realmente a plataforma de Pereio - que recebeu, no Twitter, o "voto" declarado do Senador Requião - , mas já ganhou meu voto. Espero que, em sua lista de prioridades, além do combate ao automóvel, esteja também a fiscalização ostensiva sobre as calçadas da cidade, já que nossos municipes APROVEITARAM MUITO BEM a incompetência do poder Municipal e construíram-nas da maneira que quiseram, sempre a favorecer o acesso dos automóveis às casas. E que, também, lute para triplicar o efetivo de fiscais de trânsito na cidade. Acho que é só.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Mata filha bebê depois de lhe encher a boca com páginas da Bíblia

Uma doente bipolar britânica matou a filha, um bebé de apenas seis semanas, saltando repetidamente por cima do seu corpo. Antes disso, a mulher de 41 anos rasgou páginas da Bíblia e enfiou-as na boca da criança, que foi ainda regada com solvente.
Segundo o 'Daily Mail', Julia Lovermore estava a ser seguida pelos serviços de saúde de Milton, uma localidade inglesa perto de Cambridge, que enfrentam agora críticas sobre a forma como lidaram com a situação.
Poucas horas antes do infanticídio passaram pela residência da família, tendo encontrado David Lovermore, marido de Julia, a rezar no chão da sala, gritando repetidamente para o diabo sair do corpo da sua mulher. Perante este cenário, limitaram-se a abandonar a casa.
A bebé foi levada pelo pai às urgências, mas não havia nada a fazer. Por sua vez, a mãe admitiu homicídio involuntário e foi detida de imediato numa ala psiquiátrica.
Não foi o primeiro incidente grave com a doente bipolar, que em 2006 tentou sufocar a filha mais velha com uma almofada. ( CM

"An atheist is someone who knows there is no god. By some definitions atheism is very stupid." ( CARL SAGAN, agnóstico - ateu? )


É só filé!!!! 50 Psychedelic '60s Bands To Hear Before You Die

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Fanatismo religioso típico da Arábia Saudita obriga empresa a retirar imagens com mulheres de catálogo de móveis

Ikea retira imagens com mulheres do catálogo saudita
Todas as fotografias em que apareciam mulheres foram retiradas da versão destinada à Arábia Saudita do catálogo da Ikea. No entanto, fonte da empresa já sublinhou que existe uma forte preocupação com a igualdade de géneros na marca sueca.
Segundo a edição sueca do jornal "Metro", a Ikea optou por retirar as imagens com mulheres por respeitar as normas muito restritas da sua exposição pública.
Contudo, uma porta-voz da empresa, Ylva Mangnusson, já reagiu, frisando que a Ikea considera a igualdade entre homens e mulheres uma peça essencial da sua conduta.
Deste modo, a eliminação total de quaisquer mulheres do catálogo saudita de mobiliário e decoração acabou por entrar em conflito com a política da empresa sueca.
A ministra sueca do Comércio, Ewa Björling, também comentou o caso e considerou que não se pode, simplesmente, retirar as mulheres da realidade. "É só mais um lamentável exemplo do caminho que a Arábia Saudita tem que percorrer no campo da igualdade de géneros", acresentou a responsável.
Atualmente, a Ikea distribui 208 milhões de catálogos em 43 países.

Cabeçada de Zidane em Materazzi vira estátua

Em 2006 o futebolista francês agrediu o colega italiano. Agora é uma obra de arte exposta em Paris.
Muitos momentos marcaram a carreira do internacional francês Zinedine Zidane. Mas talvez nenhum marcou tanto como este: em 2006, durante a final do campeonato do mundo de futebol que opunha a Itália à França, Zidane (no seu último jogo da carreira) deu uma cabeçada ao italiano Marco Materazzi. Agora os dois e aquele momento foram imortalizados pelo escultor Adel Abdessemed.
“Esta [obra] vai contra a tradição de fazer estátuas para honrar victórias. É uma ode à derrota...”, explicou à revista Time Phillipe Alain Michaud, curador da exposição que está patente no centro de artes Pompidou em Paris a partir de 3 de Outubro. ( SÁBADO )

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