quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Ciência excelente: placa PVT, criada a partir da fibra do coco, para captar energia solar e gerar eletricidade barata!!

Uma ideia (ou várias) na cabeça
Fernando Ximenes, 46 anos, Brasil
Desde pequeno a curiosidade move o cearense Fernando Ximenes, dono da empresa Gram Eollic, que nunca deixou de inovar. Após as crises do “apagão” de 2001 [ ver abaixo ], o engenheiro mecânico decidiu buscar fontes de energia renováveis. “Se você tem um aparelho novo, encosta o antigo. O mesmo pode acontecer com as energias: quando tivermos uma melhor, aposentaremos as usinas hidrelétricas, termelétricas e nucleares.”
Uma de suas invenções mais promissoras é a placa PVT, criada a partir da fibra do coco, para captar energia solar e gerar eletricidade. Segundo o engenheiro, a placa tem capacidade de produzir até 120 KW/h por mês. Ela funciona mesmo em dias nublados ou à noite e ainda é mais barata do que as placas convencionais. O projeto – em negociação com o governo para instalação da placa em casas de conjuntos habitacionais populares – pode beneficiar milhares de famílias brasileiras.
Suas criações não param por aí. Ximenes também desenvolveu um poste de iluminação pública à base de luz solar e energia eólica, e um carro quadriflex – movido a gasolina, álcool, luz solar e energia eólica.
( Extraído de "HERÓIS VERDES", Revista Seleções )
 
TCU: apagão de FH custou R$ 45 bi ao Tesouro e a consumidores
O apagão elétrico ocorrido no governo Fernando Henrique Cardoso, em 2001, deu um prejuízo de R$ 45,2 bilhões ao país, valor atualizado pelo IGP-M. A conclusão é do Tribunal de Contas da União (TCU) que em seu relatório, divulgado no dia 15, aponta os efeitos do apagão nas empresas, no governo e principalmente para os consumidores.
Segundo o TCU, os usuários desembolsaram para as empresas de energia elétrica privatizadas R$ 27,12 bilhões - 60% total - através das tarifas abusivas e o restante foi pago pelo Tesouro Nacional, também onerando os contribuintes.
“A população brasileira sofreu com o racionamento de energia”, resumiu o ministro Walton Alencar Rodrigues, relator do processo no TCU, lembrando que a atividade econômica neste período caiu de 4,3%, em 2000, para 1,3%, em 2001.
“Se considerarmos os custos indiretos, incorridos em sua conseqüência, como redução de atividade econômica, registrada pela diminuição do PIB, aumento de desemprego, perda de competitividade em razão do aumento do custo de energia elétrica, diminuição do ritmo de arrecadação de tributos, desestímulo ao investimento, imagem do Brasil no exterior, entre outras conseqüências negativas, chega-se a um prejuízo superior aos R$ 45,2 bilhões registrados”, afirmou Alencar Rodrigues.
No relatório do TCU contém recomendações para evitar que ocorram futuros apagões, entre elas, que a Casa Civil verifique a adequação da estrutura organizacional, física e de pessoal do Ministério de Minas e Energia, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e da Aneel para o planejamento, expansão, regulação e desenvolvimento do setor elétrico nacional e, se for o caso, promova melhoramentos. ( HORA DO POVO )

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