domingo, 29 de julho de 2012

Lalo Leal: "A exclusividade da Record torna a Olimpíada mais discreta, e não é de todo ruim"

O espetáculo olímpico
Se nosso futebol alcançar o ouro, a quebra de tabu não será narrada pelo locutor oficial da Globo. A exclusividade da Record torna a Olimpíada mais discreta, e não é de todo ruim
Será a primeira vez na história recente da televisão brasileira em que conquistas esportivas internacionais não serão transmitidas pela Globo. Os Jogos Olímpicos de Londres terão cobertura exclusiva da Record na TV aberta, a um custo aproximado de US$ 60 milhões – dos quais US$ 22 milhões já foram recuperados com a venda para a Globosat dos direitos de transmissão para a TV paga.
Neste ano a euforia com que a Globo cerca eventos desse tipo desapareceu. Em cada Olimpíada (ou Copa do Mundo) éramos bombardeados por informações quase sempre sem nenhuma importância transmitidas em qualquer programa da emissora. Nos telejornais e nos auditórios era um desfilar permanente de atletas, dirigentes, torcedores, sem faltar familiares de esportistas comemorando vitórias ou chorando derrotas.
Às vésperas da abertura dos jogos britânicos parece que eles nem existem para a emissora. Nos jogos da seleção brasileira de futebol, preparatórios para a Olimpíada, esse fato não era mencionado. Ficava sendo apenas uma seleção de jovens treinando para um futuro remoto.
Dos títulos importantes conquistados pelo futebol brasileiro no mundo só o de campeões olímpicos ainda não foi alcançado. A seleção de Mano Menezes pode quebrar esse tabu, que, se acontecer, não terá a narrá-lo o locutor oficial da Globo. Outro fato inédito.
A exclusividade da Record torna os Jogos Olímpicos deste ano mais discretos no Brasil, o que não é de todo ruim. O idealismo do barão Pierre de Coubertin, fundador dos Jogos da era moderna, para quem o importante era competir, desapareceu há muito tempo. Hoje o importante é faturar.
Falando em 1992 numa conferência em Berlim, pouco depois dos Jogos Olímpicos de Barcelona, o sociólogo francês Pierre Bourdieu acusava o Comitê Olímpico Internacional (COI) de ter se transformado “numa grande empresa comercial, dominado por uma pequena camarilha de dirigentes esportivos e de representantes das grandes marcas comerciais que controlam a venda dos direitos de transmissão e dos direitos de patrocínio, assim como a escolha das cidades olímpicas”.
Muito antes disso, ainda nos anos 1970, ocorreu a virada mercantil dos jogos. A começar pelo fim da regra que impedia a participação de atletas profissionais. Completada com a dependência cada vez maior da TV. O espanhol Juan Antonio Samaranch, então presidente do COI, deixou isso claro ao dizer que “os esportes que não se adaptarem à televisão estarão fadados ao desaparecimento; da mesma forma, as televisões que não souberem buscar o acesso aos programas esportivos jamais conseguirão sucesso financeiro e de público”.
Globo, Record e dezenas de outras emissoras em todo o mundo entenderam o recado. Assim como alguns esportes adaptaram suas regras para atender às exigências da TV. Tudo para facilitar o acesso das mensagens publicitárias às telas e às praças esportivas, memo que os produtos anunciados contrariem as boas práticas de uma alimentação saudável, sempre associada à vida dos esportistas.
Para a Olimpíada de Londres, 42 empresas farão algum tipo de patrocínio relacionado aos Jogos. Entre as principais estão McDonald’s e Coca-Cola, criticadas por médicos e ativistas sociais como responsáveis pelo aumento das taxas de obesidade nos Estados Unidos e na própria Inglaterra.
Claro que os campeões olímpicos devem passar longe desse tipo de alimentação, embora sirvam de garotos e garotas-propaganda para aqueles produtos. O resultado são milhões de jovens estabelecendo a falsa relação entre as marcas anunciadas e o sucesso esportivo.
Os desdobramentos danosos das Olimpíadas não ficam por aí. As conquistas obtidas por atletas de ponta, exaltadas pela mídia, acabam por desqualificar a importância da prática esportiva moderada, sem exageros físicos, como fator de proteção à saúde.
Eventos esportivos não deixam de ser importantes para a divulgação de diferentes modalidades, desde que livres de imposições comerciais e patriotadas inconsequentes. Devem ser tratados como momentos eventuais de processos contínuos, onde a prática esportiva é vista como lazer, e não como uma disputa de vida ou morte. ( Rede Brasil Atual )

sábado, 28 de julho de 2012

Oceano Pacífico está cheio de cafeína

Os cientistas estadunidenses descobriram que na composição do Oceano Pacífico está presente a cafeína, e não se tratam de um nível mínimo, mas do nível que influencia a vida dos habitantes marinhos.
Agora os cientistas querem descobrir a razão da presença de cafeína no oceano. Segundo as primeiras informações, isso se deverá à grande concentração de coletores de esgotos e à presença de substâncias sépticas. Assim, os estadunidenses, que todas as manhãs tomam a bebida revigorante e deitam os restos nos esgotos, estão também a dar de beber café aos habitantes marinhos. Mas os efeitos da cafeína sobre eles são bem mais fortes que sobre as pessoas.
Enquanto os habitantes dos mares podem beber café grátis, em terra essa bebida sobe de preço e os peritos prevêm um aumento do preço do café em 30% em média até ao fim do ano. ( VR )



Apontamentos: como será a abertura olímpica paulistana

São apenas umas ideinhas que anotarei aqui para não esquecer, inspirado pelo momento olímpico. Vai que sejam úteis um dia. Não formam um plano totalmente fechado, mas apenas elementos que poderão fazer parte do todo.
Abertura das Olimpíadas quando elas acontecerem em São Paulo
Ocorrerão no Pacaembú ou no Morumbi, obviamente, por estarem localizados em regiões nobres da cidade.
Haverá uma favela cenográfica (pra agradar os gringos), que pegará fogo sem motivo aparente; ergue-se sobre as cinzas do terreno um vistoso prédio de luxo, mostrando nossa pujança
Como é de praxe nestes eventos, haverá uma performance-monstro de dançarinos - centenas deles - que estarão vestidos de mendigos. Dançarão por minutos, até que de repente, a música diminuirá a velocidade e o ritmo, mudança que será acompanhada pelos dançarinos. As luzes também vão sendo apagadas, numa simulação de chegada da noite. Os dançarinos, aos poucos, cairão ao chão, como se estivessem caindo no sono. Haverá um silêncio por uns 2 minutos, e depois disso se iniciará aquela musiquinha de "dormir" das caixinhas de música.
Surpresa! Silenciosamente, dezenas de figurantes surgirão portando garrafas com líquido inflamável, que despejarão sobre os dançarinos-mendigos, e acenderão o fogo. Os dançarinos, se levantarão, em chamas e tornarão a dançar, como num vídeo do Michael Jackson. Ninguém virá apagar as chamas.
A tocha, à semelhança de Londres, virá de lancha, pelo Tietê. Quem estiver segurando a dita cuja deverá tomar o máximo de cuidado para que ela não caia, em hipótese alguma, nas águas poluídas do rio, pois em contato com a química imperante, poderá haver um incêndio de proporções inimagináveis.
As delegações, conforme entrem na arena para desfilar receberão instruções: as mais pobres, deverão se dirigir a uma área distante do centro, quase um canto escuro, enquanto aquelas de primeiro mundo se dirigirão ao centro, onde receberão todo o destaque. Não se deve esquecer que tais Olimpíadas ocorrerão em São Paulo, e a cerimônia representará nosso espírito e cultura, costumes e filosofias de vida. Mas poderá ser alterada essa parte, e as delegações pobres sequer dividirão o mesmo palco com as ricas, devendo se apresentar no Itaquerão que, apesar de moderno, fica longe pra burro da Zona Central/Sul/Oeste. Novidades, vocês hão de reconhecer.
Uma inovação: em vez das delegações marcharem, coletivamente, diante do público, cada membro de cada delegação entrará dirigindo um carro. Para ficar claro: um atleta/ dirigente/ técnico equivalerá a um automóvel. Nesse caso, as delegações ricas e pobres poderão se apresentar num único local, que é pro caos automotivo atingir proporções equivalentes àquelas que nossa população está acostumada. Acostumada, mas não faz nada para mudar, claro. O caos imperará. Nem precisa dizer que a cerimônia não terá hora para acabar, né?
Aproveito e roubo aquela idéia do ciclista alado voador. Na nossa cerimônia à paulistana faremos igualzinho. Só que, quando atingir a altura mais alta, o ciclsta será colhido por um carro voador. Que surgirá à toda velocidade, não se sabe de onde, e depois fugirá do local.
Depois disso, começarão os Jogos.

Música atual tem volume mais alto e é mais monótona, diz estudo

A atual música popular ocidental é mais monótona e previsível e tem o volume de som mais alto, concluiram investigadores de Espanha, num estudo científico publicado na quinta-feira na revista Scientific Reports.
Na investigação, realizada por peritos de vários centros científicos da Catalunha com recursos a programas informáticos, foram analisadas mais de 464 mil canções de diferentes géneros musicais e editadas entre 1955 e 2010, referem a agência Efe e o jornal The Guardian.
Pelos parâmetros analisados, como padrões melódicos, volume de som, métrica e riqueza vocabular das letras, concluiu-se que, em 50 anos, diminuiu a diversidade de combinação de notas, numa música, e de palavras.
Os investigadores verificaram que é relativamente fácil prever a sequência de notas musicais de uma canção e cada vez mais são usados os mesmos instrumentos musicais.
O estudo revela ainda que, em meio século, dado o avanço tecnológico, ocorreu um aumento gradual do volume das canções quando gravadas.
As 464 mil canções analisadas, que vão do pop rock ao hip hop e ao heavy metal, foram escolhidas entre um milhão de faixas de uma base de dados da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, editadas entre 1955 e 2010. ( IONLINE )

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Ben Ari, deputado israelense rasga Novo Testamento e o atira ao lixo

Diante das câmeras, o deputado israelense, Michael Ben Ari, rasgou um Novo Testamento e atirou-o no lixo.
A atitude de Ben Ari veio depois que o diretor de uma editora que produz livros religiosos cristãos em Israel enviou uma cópia a cada um dos 120 parlamentares do Knesset (parlamento unicameral israelense).
Ele se disse "ofendido" pois, como declarou, "o Novo Testamento é um livro abominável" que teria "promovido o assassinato de milhões de judeus durante a inquisição".
A intolerância de Ben Ari, ligando um livro que serve de base a dezenas de milhões de religiosos no mundo inteiro, a um período superado e a um fato ocorrido em uma região específica (Península Ibérica), é uma afronta a todos às dezenas de milhares de pessoas que professam a religião cristã em Israel a todos os que o fazem no mundo inteiro.
Uma intolerância gravíssima, pois apesar de minoritários em todos os países que residem (à exceção de Israel onde obtiveram uma maioria à força e pela expulsão de habitantes autóctones) os judeus podem hoje professar sua fé no mundo inteiro sem sofrerem perseguições religiosas.
Apesar disso, a reação dos demais membros do Knesset (que se levantariam em uníssono contra qualquer deputado, em qualquer lugar do mundo, que ousasse queimar os rolos da Torah - livro sagrado dos judeus) foi nenhuma ou muito suave.
O porta-voz do governo Mark Regev disse: "Lamentamos este comportamento e condenamos sem rodeios. Essa ação está em desacordo com os nossos valores e nossas tradições".
Regev aproveitou a lamentável agressão para mentir: "Israel é uma sociedade tolerante, mas temos tolerância zero para este tipo de ato desprezível e odioso". Mentira. Os cristãos, que em Israel e na Cisjordânia, fazem parte do povo palestino, são discriminados, têm o acesso a locais sagrados como as igrejas e a Via Sacra de Jerusalém, a igreja de Belém proibidos ou extremamente dificultados. O governo de Israel não só não tem tolerância zero para esse tipo de ato, como pratica agressões e discriminação contra os religiosos não judeus.
Muito ridícula foi a reação do presidente da Anti-Difamation League (ADL) que sugeriu que o deputado em vez de agir daquela forma deveria "chamar as autoridades competentes para investigar". Investigar o quê? O crime de distribuir material de uma crença não judaica aos parlamentares judeus?
Tzipi Hovotely, membro do partido governista do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, enviou um pedido ao presidente do Knesset, exigindo que seja proibida a distribuição de materiais missionários no país.
Que beleza... De fato, a única democracia do Oriente Médio... ( HORA DO POVO )





N.B.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Homem morre após sexo com as seis esposas

Oronko Onoja, um habitante de Benue State, na Nigéria, em África, morreu, na última segunda-feira, vítima de uma paragem cardio-respiratória, depois de fazer sexo com as suas seis mulheres, noticiou o jornal «Nigeria Daily News».
O nigeriano regressava de uma festa de madrugada quando foi surpreendido, no quarto da esposa mais nova, pelas outras cinco mulheres, que o ameaçaram com facas e paus.
Onoja não teve escolha e foi obrigado a fazer sexo com uma de cada vez, por ordem crescente de idade.
O homem ainda tentou resistir, mas não conseguiu, tendo sofrido uma paragem cardio-respiratória quando estava com a sua quinta mulher.
«O meu marido parou de respirar. Elas saíram do quarto a rir. Quando viram que eu não conseguia reanimá-lo, fugiram», explicou a esposa mais nova.
De acordo com as autoridades, duas das mulheres estão presas e as outras fugiram. ( TVI24 )

México: homem é crucificado, em protesto contra seguradora

México: Protesto contra seguradora acaba com homem a ser crucificado
Um homem foi quarta-feira crucificado em plena praça central da cidade mexicana de Veracruz em protesto contra uma seguradora que, alegadamente, não paga um seguro da casa afetada por um furacão.Pouco antes das 18:00 locais (00:00 em Lisboa), Sérgio Manuel Vargas Mortera, com a ajuda de outra pessoa, foi crucificado numa cruz na praça central da cidade numa forma de protesto contra uma segurança que, diz, não pagou uma compensação justa pelos danos que sofreu na sua casa na passagem do furão «karl» há dois anos.
Pouco antes de ser crucificado, o homem explicou que a sua casa ficou seriamente danificada na passagem do furacão em setembro de 2010 e que a seguradora nega cobrir os prejuízos. (
DD )

Cientistas acreditam que os Chupacabras eram apenas animais vitimados pela sarna

Mito do Chupacabra encontra explicação na sarna
A lenda de um monstro misterioso que suga o sangue do gado estendeu-se ao México, ao sudoeste dos Estados Unidos e mesmo à China em meados dos anos 90. Agora, os cientistas pretendem explicar o mito com a ajuda da teoria da evolução.
Na maioria dos casos, as criaturas que provocaram os acidentes eram coiotes com sarna, uma doença dolorosa e por vezes fatal que provoca no animal queda de pelo e crostas sobre a pela, entre outros sintomas. Para alguns cientistas esta explicação é suficiente. "Eu não acho que haja necessidade de procurar mais teorias", afirmou Barry O'Connor, entomólogo da Universidade de Michigan (EUA), que estudou o parasita que causa a doença, à National Geographic espanhola.
O ácaro Sarcoptes scabiei também é responsável por sarna em seres humanos. O animal insere-se sob a pele do hospedeiro, segrega material de resíduos e põe os ovos, causando uma reacção inflamatória no sistema imunitário. A reacção alérgica em seres humanos é, geralmente, menor, mas em animais, que não desenvolveram defesas eficazes contra o parasita pode ser fatal.
O'Connor acredita que é possível que o ácaro tenha passado de seres humanos a cães domésticos e posteriormente a coiotes, raposas e lobos. "Os primatas foram os primeiros hospedeiros do ácaro", afirmou o entomólogo. "A nossa evolução permite-nos manter a sarna controlada, ao contrário do que acontece com outros animais", acrescenta.
Segundo Kevin Keel, especialista em doenças, também o ácaro evolui. A sarna causa lesões nos seres humanos mas não chega a ser mortal, por estes terem capacidade de neutralizar o ácaro. Enquanto nos animais não é alcançado o equilíbrio e pode causar perda de pelo, obstrução dos vasos sanguíneos e fadiga geral.
"O animais com esta doença ficam geralmente muito fracos. Como não conseguem caçar as suas presas habituais, aproximam-se do gado, que é mais fácil de caçar", explicou O'Connor.
Loren Coleman, diretor do Museu de Criptozoologia Internacional de Portland (Maine, EUA) é também da opinião de que os avistamentos de chupacabras, especialmente os mais recentes, podem ser explicado pela presença de coiotes e cães sarnentos. "Em 1995, acreditava-se que os chupacabras eram criaturas bípedes com de um metro de altura e pêlo grisalho, cravado nas costas", disse Coleman.
"No entanto, a descrição do monstro começou a mudar no final dos anos 90 devido a erros de tradução em relatórios", acrescentou. Em 2000, os monstros originais foram substituídos pela figura canina. Coleman concebe a possibilidade de as pessoas imaginarem coisas depois de verem o filme de terror 'Species' que estreou em Porto Rico, em 1995, coincidindo com as primeiras descrições.
Outra teoria é que as criaturas eram na realidade macacos rhesus, animais que seguram nas duas patas traseiras. "Estes macacos foram objeto de estudos em Porto Rico na altura, por isso pode ter sido um grupo que fugiu. Pode ser algo tão simples quanto isto, ou também algo mais interessante, porque, no momento, ainda se estão a descobrir novas espécies de animais", afirmou Coleman ao National Geographic espanhol. ( DN )


quarta-feira, 25 de julho de 2012

Chacina em Aurora é a 30ª dentro dos EUA desde 1999

Comandante-em-chefe dos massacres dos EUA no mundo, Obama assevera que “nós nunca poderemos compreender o que leva alguém a aterrorizar os demais seres humanos assim”
No 30º massacre nos EUA desde Columbine em 1999, 12 pessoas foram mortas e 58 ficaram feridas, muitas em estado crítico, na sexta-feira dia 20, na pré-estréia do novo filme do Batman, em Aurora, no Colorado, por um homem que fez disparos no cinema usando quatro armas, inclusive um fuzil AR-15 e um fuzil de assalto .223. Ele tinha comprado seis mil cartuchos de munição.
O assassino, James Holmes, de 24 anos, foi preso logo após o tiroteio, próximo ao seu carro em um estacionamento atrás do cinema, e não reagiu. Ele foi identificado como um estudante de pós-graduação da escola de medicina da Universidade do Colorado. O apartamento dele havia sido transformado em uma armadilha com explosivos.
De acordo com um levantamento do jornal inglês “The Telegraph”, foram três chacinas em 1999, com 21 mortos; um tiroteio por ano de 2002 a 2006, com 34 mortos; cinco morticínios em 2007, com nada menos que 50 mortos; seis matanças em 2008, com 27 mortos; sete massacres em 2009, com 47 mortos; mais três mortos em 2010 e seis mortos em 2011. Há ainda várias dezenas de feridos. Entre as vítimas, crianças, mulheres e idosos.
A existência de seres capazes de tirar gratuitamente a vida de outrem não é uma exclusividade dos EUA, mas a reiteração dos massacres levanta a questão de por que se transformou em uma característica do país nos dias de hoje. A diferença em relação aos outros países, não é que haja loucos, mas que ajam com tamanha falta de limites.
FUZIL AR-15
Emblematicamente, o serial killer de Aurora utilizou na matança um fuzil AR-15, uma arma usada pelas tropas dos EUA em suas invasões à terra alheia. Em sua mensagem aos norte-americanos sobre o massacre, o presidente Barack Obama afirmou que “nós nunca poderemos compreender o que leva alguém a aterrorizar os demais seres humanos assim”.
Obama, o presidente que não acha possível “compreender”, é o chefe de Estado que, semanalmente, se reúne com o Pentágono para escolher quem será assassinado em um ataque com drones no exterior. Nada de julgamentos de Nuremberg, ao invés disso, a lei da selva, e repetidas chacinas de famílias. Desde 1999, os EUA já cometeram massacres na Iugoslávia, Somália, Iraque, Afeganistão, Paquistão, Iêmen e Líbia – só para ficar nos casos mais conhecidos.
O presidente anterior, W. Bush, fez da tortura doutrina oficial dos EUA e com sua “guerra ao terror” fez da revanche parte central da sua política externa. Sob orientação da secretária de Estado de Obama, Hillary Clinton, o chefe de Estado líbio, Muamar Kadafi, foi linchado e morto. No Iraque, dezenas de matanças e o escândalo de Abu Graib. A CIA promove complôs, assassinatos e atentados no mundo inteiro e hoje, particularmente na Síria. Nada de limites para a ação do imperialismo, eles pretendem.
REVANCHE
Mas não é possível sair chacinando no mundo inteiro sem que isso ricocheteie internamente; no jargão de guerra, um “efeito colateral”. A degradação moral do império se soma à decadência vivida internamente e ao reacionarismo em vigor, para criar um caldo de cultura propício. Diante da frustração, a erupção da revanche.
Os relatos: “Um operador da bolsa de valores em Atlanta, Geórgia, assassinou 12 pessoas”. “Um homem abriu fogo em uma igreja em Brookfield, Wisconsin, assassinando sete pessoas”. “Em Chicago, um trabalhador demitido disparou e assassinou a seis de seus ex-companheiros de trabalho”. “Um homem fortemente armado assassinou a tiros oito pessoas, várias delas idosas e enfermas, em um abrigo privado na Carolina do Norte”. “Um estudante disparou e assassinou 32 pessoas e feriu outras 15 em Blacks-burg, Virgínia, antes de suicidar-se”.
Para completar, leis arrancadas pelo Cartel do Rifle permitem a compra indiscriminada, até pela internet, de armas pesadas e inclusive do fuzil AR-15, como feito em Aurora pelo assassino Holmes. Mas como assinala o cineasta Michael Moore, autor do sensível “Tiros em Columbine”, sobre um massacre de estudantes também no Colorado, a 30 km de Aurora, em 1999, “armas de fogo não matam pessoas. Americanos matam pessoas”. “Drones não matam pessoas ...”. “De todas as mortes por arma de fogo nos 23 países mais ricos combinados, apenas UM desses países é responsável por 80% delas. Quem mata gente? Nós matamos”. ( HORA DO POVO )

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Diabo mata viciado em videogame

Em Taiwan, jovem morre após jogar 40 horas de 'Diablo 3'
Chuan, de 18 anos, foi encontrado desacordado em uma sala que havia reservado em um cybercafé
Um jovem de 18 anos morreu no último fim de semana depois de jogar 40 horas seguidas do game Diablo 3 em um cybercafé, em Taiwan. As informações são da agência United Daily News.
O jovem, identificado apenas como Chuan, havia reservado uma sala no local e permanecido jogando uma partida que se arrastou por quase dois dias completos sem comer, até que uma funcionária o encontrou desacordado na sala. Depois de socorrido, o garoto chegou a levantar-se sozinho, mas morreu assim que chegou ao hospital.
A Blizzard, empresa criadora do jogo, divulgou um comunicado, lamentando o ocorrido, dizendo: "nos entristecemos com a notícia. Nossos pêsames aos familiares e amigos. Não queremos fazer mais comentários sem saber sobre as circunstâncias que envolveram o sucedido". ( Terra )





terça-feira, 17 de julho de 2012

Pessoas que acreditam no céu são mais propensas a cometerem crimes

Os índices de criminalidade são mais altos em países onde as pessoas acreditam mais no céu do que no inferno, afirmam pesquisadores.
A descoberta surgiu de um estudo de 26 anos de dados coletados envolvendo 140.000 pessoas em 70 países.
Os resultados sugerem que as pessoas são mais propensas a sentirem que podem ir “mais longe” em seus comportamentos criminosos se não acreditam em vida após a morte.
Os cientistas descobriram também que crimes como homicídios, roubos e estupros foram mais comuns em sociedades onde a pena constitui uma parte importante das crenças religiosas das pessoas.
Isso significa que um país onde as pessoas acreditam que exista um céu e um inferno, por exemplo, é mais propenso a ter uma sociedade que cometa delitos do que uma nação onde as crenças são compartilhadas de modo mais homogêneo.
O estudo, publicado na PLoS ONE, é fruto dos pesquisadores Azim Shariff da Universidade do Oregon e Mijke Rhemtulla da Universidade do Kansas, ambas americanas.
A referência entre céu, inferno e Deus foi feita entre 1981 e 2007. O estudo revela que quem acredita no céu comete mais crimes por acreditar que será perdoado, obtendo a redenção. Já os participantes que acreditam no inferno, cometem menos crimes, por acreditarem que serão castigados.
O professor Shariff disse: “Isso é uma pista importante sobre os efeitos sobrenaturais de punição e benevolência espiritual”, em declaração ao britânico DailyMail. “A descoberta é consistente com pesquisas que fizemos em laboratório, mas esses resultados possuem maior influência no mundo real”.
Há alguns anos, o professor Shariff publicou um estudo que revelou que universitários eram mais propensos a cometerem infrações e delitos quando acreditavam em um Deus que perdoava tudo do que aqueles que acreditavam em um Deus punitivo.
No ano de 2003, pesquisadores da Universidade de Harvard, descobriram que o desempenho econômico foi melhor em países desenvolvidos, onde as pessoas acreditavam no inferno mais do que no céu. ( JornalCiência )


Funcionários dos Jogos Olímpicos trabalham em condições miseráveis (*)

Existe um chuveiro para cada 75 pessoas e os “quartos” são cabines portáteis. E ainda pagam cerca de 25 euros por dia.
Os funcionários dos Jogos Olímpicos, responsáveis por assegurar a limpeza do espaço da aldeia olímpica, estão indignados com o estado das instalações. Segundo o Daily Mail, os empregados estão alojados em “quartos” que chegam a reunir dez pessoas. A chuva que tem caído sobre Londres fez com que muitosdos contentores começassem a verter água pelo tecto.Só existe uma sanita por cada 25 pessoas e um chuveiro em cada 75.
As fotografias aéreas reveladas pelo tablóide inglês revelam as condições em que vivem os funcionários. Perto do estádio olímpico, há dezenas de contentores destinados a albergar os trabalhadores que não têm residência própria na capital.
Em entrevista ao jornal, vários funcionários descrevem o espaço como “horrível”, com chuveiros e retretes “sujas”. Um trabalhador húngaro diz mesmo que o local parece uma “favela”. Uma estudante de 21 anos de nacionalidade espanhola, que está a trabalhar e a viver num dos contentores,vai mais longe: “Quando vi pela primeira vez os portões de metal e a torre [localizada no meio do espaço], fez-me lembrar um campo de prisioneiros”.
A Spotless International Services, a empresa encarregue de gerir o espaço, defende-se das críticas: “Isto não é uma prisão, ninguém é forçado a ficar aqui. Muitos dos nossos funcionários vieram de regiões onde há grandes taxas de desemprego e estão muito contentes por estarem a trabalhar nos Jogos Olímpicos”. ( SABADO )
 
(*) "Esse país que quer fazer Copa do Mundo?"



segunda-feira, 16 de julho de 2012

Cientista alerta: governos deveriam se preparar pois encontro com extraterrestres poderá ocorrer ainda neste século

Encontro com extraterrestres ainda este século?
Cientista avisa Governo que devemos estar preparados para essa eventualidade
Um encontro com extraterrestres pode estar mais perto do que seria de pensar. Esta é pelo menos a convicção de uma astrofísica de Oxford que acredita que o encontro pode ocorrer já este século e que os Governos devem estar preparados.
«Eu suspeito que iremos encontrar vida noutros lugares, provavelmente vida inteligente, ainda neste século». A afirmação é de Jocelyn Bell Burnell, astrofísica e professora da Universidade de Oxford, durante a conferência do Fórum Euroscience Open, que decorreu em Dublin, na Irlanda.
De acordo com o jornal «Daily Mail», a cientista afirmou que «é mais provável encontrar vida extraterrestre em planetas rochosos com dióxido de carbono e ozono na atmosfera. Burnell não só está convicta de um encontro próximo que levanta várias questões sobre a reação que deveremos ter e quais os procedimentos a tomar.
«Se suspeitarmos que há vida inteligente noutro planeta, vamo-nos dar a conhecer a eles ou não?» «Há questões interessantes sobre quem é que iríamos avisar em primeiro lugar. A imprensa? O primeiro-ministro? O Papa? Devemos começar a pensar nisso agora», afirma Jocelyn Bell Burnell.
Apesar de acreditar num encontro, a cientista alerta que caso sejam os humanos a encontrar sinais de vida alienígena, o mais certo seria levarmos «décadas para estabelecer contacto a partir da Terra via rádio ou lasers».
«Nada pode viajar mais rápido que a velocidade da luz. Provavelmente, as conversas levariam 50 ou 100 anos», lembra.
De acordo com um estudo feito pela Royal Society, um terço dos britânicos diz que devemos continuar a investigar ativamente vida extraterrestre e a tentar estabelecer o contacto, mais de metade acredita na sua existência, mas para alguns um encontro poderia levar a uma possível invasão, no que resultaria no fim da vida na Terra. Stephen Hawking, o físico teórico e cosmólogo britânico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade, avisou que os «aliens» poderão usar a terra para extrair os seus recursos naturais. TVI )
Stephen Hawking, o físico teórico e cosmólogo britânico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade, avisou que os «aliens» poderão usar a terra para extrair os seus recursos naturais.
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Ex-agente da CIA diz que caiu mesmo um OVNI em Roswell

Chase Brandon garantiu que viu provas numa zona secreta da sede da agência de espionagem norte-americana
O incidente de «Roswell» é provavelmente o mais mediático dos casos ligados ao mundo dos objetos voadores não identificados (OVNI). A queda de um aparelho vindo do espaço no dia 8 de julho de 1947 fez manchete no «Roswell Daily Record». A Força Aérea dos EUA diria depois que os destroços encontrados eram de um dos balões do projeto Mogul. Mas a explicação não matou as dúvidas. Agora, um ex-agente da CIA diz que foi mesmo um disco voador que caiu perto da cidade do Novo México.
Em declarações ao «The Huffington Post», Chase Brandon, que passou 35 anos ao serviço da agência de inteligência norte-americana, garantiu que Roswell é mesmo um caso de outro mundo. «Não era o raio de um balão metereológico», disse taxativamente Brandon, apontando: «Era o que foi dito quando foi noticiado pela primeira vez».
«Era uma nave que claramente não era deste planeta. Despenhou-se e não duvido por um segundo sequer que o uso das palavras "restos" e "cadáveres" era exatamente aquilo de que as pessoas estavam a falar», frisou, referindo-se aos relatos que deram conta na altura que haviam sido recuperados corpos de seres alienígenas.
Apesar de um longo currículo em operações clandestinas e em contraterrorismo, o ex-agente da CIA disse só ter um contact com este caso nos últimos dez anos, quando trabalhou na sede da agência, em Langley e teve acesso a documentos sensíveis.
Explicou ao «The Huffington Post» que tudo aconteceu quando se encontrava a dar uma vista de olhos numa zona selada do edifício e se deparou com algumas caixas. «Estava lá uma caixa que me chamou a atenção. Tinha uma palavra escrita: Roswell».
«Tirei a caixa, abri a tampa, remexi-a, pus a caixa de novo na prateleira e disse: meu Deus, realmente aconteceu», contou.
Sem entrar em pormenores, explicou apenas que no interior estava «algum material escrito e algumas fotografias». «E isto é tudo o que direi a quem quer que seja sobre o conteúdo da caixa», frisou, para depois deixar escapar que o que viu foi «a validação» do que «acreditava e sabia que muita gente acreditava» sobre o que «realmente aconteceu» em Roswell.  (TVI24)

Dirigente iraniano acusa Ocidente de provocar seca em seu país

Ocidente é culpado pela seca que afeta o sul do país, diz vice-presidente iraniano
Um vice-presidente do Irão, citado pela agência noticiosa Fars, atribuiu hoje ao Ocidente a responsabilidade pela seca que está a afetar a parte sul do país.
Hassan Musavi, que também dirige a organização iraniana para o turismo e o património cultural, afirmou, durante a apresentação do novo chefe do serviço de meteorologia, que tinha "suspeitas quanto à seca na parte sul do país".
"O mundo da arrogância e do colonialismo [expressão usada pelos dirigentes iranianos para se referirem ao Ocidente] está a influenciar as condições do clima no Irão, através da tecnologia (...) A seca é uma questão aguda e a guerra indireta é completamente evidente (...) Esta seca não é normal", afirmou o vice-presidente.
O Irão tem sofrido várias secas nos anos recentes, em particular no sul, onde nas últimas semanas se têm verificado violentas tempestades de areia, que se abateram sobre várias cidades.
Estas tempestades proveem do vizinho Iraque, onde a desertificação tem aumentado nas últimas duas décadas, o que tem sido atribuído às guerras.
Em 2011, o Presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, acusou países ocidentais de conceberem planos para "causarem secas" no Irão, acrescentando que "os países europeus estão a usar equipamento especial para forçar as nuvens a despejar" a água no seu continente.
Os líderes iranianos acusam com frequência países ocidentais, liderados perlo seu arqui-inimigo Estados Unidos, de conspirarem de muitas formas para minar a República Islâmica e impedir o seu desenvolvimento económico e científico.

Ex-mulher diz, sabe-se-lá porquê só agora, que Fernando Collor participava de rituais de magia negra!

Rosane Collor confirma magia negra da Dinda
Ex-primeira-dama disse que ex-marido participava de rituais para se defender de seus inimigos políticos
A ex-primeira-dama Rosane Collor, em entrevista veiculada neste domingo no “Fantástico”, da Rede Globo, disse que seu ex-marido, o ex-presidente Fernando Collor de Melo, mentiu sobre as relações dele com o tesoureiro Paulo Cesar Farias, o PC Farias, que comandava o esquema de corrupção dentro do governo.
Rosane Collor ainda confirmou que para se defender dos inimigos políticos o marido participava de sessões de magia negra nos porões da Casa da Dinda, a residência oficial do casal em Brasília. Nesses rituais, ex-primeira-dama, que agora é evangélica, conta que havia sacrifício de animais.
“Com animais era matança mesmo. Galinha, boi, vaca, animais que são sacrificados”, contou. Rosane está escrevendo um livro e disse se considerar um arquivo vivo.
Hoje, ela recebe uma pensão de R$ 18 mil e cobra do ex-marido uma dívida de R$ 950 mil. ( DSP )




sexta-feira, 13 de julho de 2012

Stephen Hawking testa iBrain, o aparelho que lê a mente

O físico britânico Stephen Hawking, que se encontra quase completamente paralisado, está a testar um aparelho que permite transformar pensamentos em discurso.
Stephen Hawking, um dos mais famosos físicos e cosmólogos do mundo, encontra-se a experimentar um aparelho, o iBrain, que pretende permitir a comunicação apenas com o uso do pensamento.
O iBrain grava atividade cerebral a partir de um determinado ponto da cabeça, usando depois um algoritmo para extrair informação dessa atividade. O futuro passa por desenvolver o aparelho de forma a permitir que este possa transformar a informação do cérebro em discurso, escrito ou falado, conforme o desejo de quem controla o iBrain.
Nos testes iniciais foi pedido a Hawking que imaginasse que estava a mover as mãos e os pés, e os investigadores conseguiram identificar esses movimentos através das alterações na sua atividade cerebral.
Hawking sofre de uma distrofia neuromuscular chamada de Esclerose Lateral Amiotrófica que o deixou quase totalmente paralisado, sendo que a doença tem tendência a avançar. Atualmente a única forma que o britânico tem de comunicar é através de contrações para selecionar palavras num ecrã, um processo bastante lento. O avanço da doença pode pôr em causa este sistema de comunicação. ( JN )





Grupo religioso acusado de colocar gato vivo em cimento

Um gato foi encontrado vivo preso em cimento nos EUA. O homem que salvou o animal acredita que o acidente foi provocado por um grupo religioso que vive na região. As imagens podem chocar os mais sensíveis.
Um gato foi encontrado vivo semi-enterrado em cimento na cidade de Colorado, no estado norte-americano do Arizona. O animal encontrava-se preso dentro de um tubo usado para construir postes de cimento no quintal de Isaac Wyler. O homem salvou o animal mas acusa um grupo religioso, que tem como sede a cidade, de provocar o incidente.
A operação de resgate do animal levou algumas horas. O gato foi entregue a um centro que acolhe animais, no estado vizinho do Utah, mas acabou por morrer dias depois.
Chatwin denunciou o caso à polícia local mas acusa-os de não terem feito nada e ainda brincarem com a situação. O homem afirma ainda que as autoridades na região discriminam quem não faz parte da seita religiosa e que muitos serviços básicos lhe são vetados.
A igreja Mórmon e a polícia não prestaram declarações. Recentemente o Departamento de Justiça americano moveu uma ação contra as autoridades da cidade de Colorado por, alegadamente, violarem direitos civis. ( JN )




sexta-feira, 6 de julho de 2012

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Um passeio pela sede da Cientologia

Chama-se Gold Base e fica em San Jacinto, na Califórnia. É a sede dos adeptos da Cientologia, o movimento religioso fundado nos Estados Unidos de que o actor Tom Cruise é um dos representantes.
Parece um campo militar. Tem uma zona para castigar os elementos que não cumprem as regras e está repleto de câmaras de segurança. Além de uma igreja, tem também várias mansões, uma piscina e um campo de golf. É lá que os apoiantes do movimento juram fidelidade à organização, que está a ser investigada pelo FBI por suspeitas de tráfico humano. Um dos elementos da seita queixou-se às autoridades, alegando que foi mantido durante 18 horas no porão de um navio sem acesso a comida.
A Cientologia terá sido responsável pelo divórcio de Tom Cruise e Katie Holmes. A actriz cresceu numa família católica e nunca lidou bem com as crenças do marido. Durante o parto de Suri Cruise, por exemplo, teve de ficar em silêncio, uma vez que os cientologistas acreditam que o barulho pode prejudicar a criança. E na altura, Tom Cruise chegou a dizer que iria comer a placenta do bebé.
De acordo com o site TMZ, a ruptura definitiva aconteceu porque Katie Holmes quis impedir que a filha de ambos, de seis anos, fosse enviada para um cruzeiro ligado à organização. ( SABADO )





Papua Nova Guiné: Detidos 29 membros de seita canibal que comeram sete pessoas

Pelo menos 29 membros de uma seita canibal da Papua Nova Guiné foram detidos por terem matado e comido sete pessoas durante rituais de magia negra, informou hoje a imprensa local.
Entre os detidos encontra-se um rapaz de 13 anos e um maestro de uma escola de Biam, uma zona rural da Papua, disse o chefe da polícia citado pelo diário "The National".
O líder da seita e outros dois membros escaparam à operação policial levada a cabo na noite de quarta-feira em Biam, uma semana depois da descoberta dos restos mortais de um cadáver mutilado. ( JN )

terça-feira, 3 de julho de 2012

Estados Unidos negam existência de sereias

A NOAA [Administração Nacional Oceânica e Atmosférica], uma agência científica do Departamento do Comércio do Governo dos Estados Unidos, que estuda os mares e os oceanos, emitiu um comunicado onde nega a existência de sereias.
«Não foram encontradas evidências de humanóides aquáticos», revelou NOAA ( "No evidence of aquatic humanoids has ever been found", NOAA ).
O comunicado, publicado no site do departamento na última segunda-feira, surgiu na sequência do programa «Animal Planet», cujo o tema era «Sereias: o corpo encontrado», onde se especulou sobre a existência de seres mitológicos.
As sereias são criaturas lendárias do mar, metade peixe, metade humano, narradas em culturas marítimas desde sempre.
Mágicas figuras femininas apareceram, pela primeira vez, em pinturas rupestres no fim do período Paleolítico, há cerca de 30.000 anos.
O poeta grego Homero escreveu sobre estas criaturas em «Odisseia». As sereias eram descritas como criaturas lindíssimas, que atraíam os tripulantes dos navios com os seus cânticos.
No Antigo Oriente, as sereias eram descritas como sendo as mulheres dos poderosos dragões do mar e serviam de mensageiras de confiança entre os cônjuges e os imperadores em terra. ( TVI24 )

LEIA TAMBÉM: Afinal, as sereias não existem, ( JN.PT )


Martin Lindstrom, "guru do branding" (*): "Escolhemos as marcas que compraremos ainda no útero de nossas mães..."

Lindstrom.“65% das marcas que compramos em adulto foram decididas aos 6 anos”
Investigador, marketeer, consultor e um dos maiores gurus do branding, o dinamarquês Martin Lindstrom foi considerado pela revista “Time” uma das 100 pessoas mais influentes do mundo. O autor tem um novo livro e conversou com o IONLINE sobre como as marcas nos fazem lavagem ao cérebro
Aditivos na comida, nos batons e sentimentos de culpa. Vale tudo. O marketing é um assunto sério e Martin Lindstrom, publicitário dinamarquês, que trabalhou na Disney, PepsiCo, McDonalds e Microsoft, conta como é que as marcas nos andam a dar a volta. O livro “Brandwashed – Os Truques de Marketing que as Empresas usam para Manipular as Mentes” pode assustá-lo, mas é uma chamada de atenção para a forma como consumimos. Depois de ter estado um ano em celibato de marcas, Martin Lindstrom, eleito em 2009 uma das 100 pessoas mais influentes no mundo pela revista “Time”, quer tornar-nos mais conscientes. Em entrevista ao IONLINE explicou que é fácil reduzir as compras irreflectidas. Podemos começar por coisas tão simples como usar dinheiro e não o cartão e ouvir música que não gostamos: vai comprar menos 19%.
No livro diz que as nossas preferências por marcas surgem quando somos crianças. Como é possível?
Há algumas marcas que nos influenciam até quando estamos na barriga da mãe?
Isso acontece porque somos influenciados pelo sabor da comida ou pelos sons quando ainda estamos no útero. Estes sons criam-nos predisposições para certas coisas, como por exemplo música e até preferências de sabores. As marcas vão se tornando cada vez mais sofisticadas e começamos a ver como criam sons e sabores para chegarem ao útero. Assustador. Não são muitas as que fazem isto, mas há algumas que revelo no meu livro.
Quer dizer que somos viciados em marcas?
Sim, somos. As marcas dão-nos uma sensação de confiança e quanto mais pressionados nos sentimentos, mais confiamos nas marcas. Hoje sabemos que os jovens ficam mais viciados em marcas quanto menor é a sua autoconfiança e pelo caminho vão comprar ainda mais. Cerca de 70% dos miúdos sentem pressão na escola para vestir as marcas certas. É como um uniforme, ou usas o cool ou não fazes parte da tribo.
Como é que as empresas nos fazem uma lavagem ao cérebro?
Este é o meu sexto livro, depois de trabalhar durante 25 anos com marcas em todo o mundo, penso que é importante que os consumidores saibam o que se passa nos bastidores das empresas e ao mesmo tempo pressioná-las para que ponham a casa em ordem. Podemos dizer que todos achamos que somos imunes à publicidade, mas descobri – em parte porque fiz as minhas próprias experiências quando estive na desintoxicação de marcas – que não conseguimos viver sem marcas. Ainda mais importante é que quando acreditamos que somos imunes é quando estamos mais susceptíveis. A mensagem do meu livro é para que as pessoas tomem consciência do que se passa e se tornem consumidores informados e não ingénuos.
Quais são os principais truques utilizados pelas marcas para nos manipular?
Medo e culpa. Ao incutir medo em todas as mensagens somos 10 vezes mais capazes de escolher qualquer oferta que haja por aí. O medo de envelhecermos, engordarmos, ficarmos sozinhos, ser impopulares, ter uns filhos falhados. A culpa é um vírus em crescimento, principalmente entre as mulheres. Como forma de remover alguma dessa culpa, as marcas oferecem “soluções” – muitas vezes soluções que não resolvem nada. A culpa pode ser desde “não sou uma boa mãe”, a ter “problemas com o meu corpo”, a “não sou uma boa mulher”. E a ideia é: compra a marca X e vais ser feliz.
Mas como é que se mantém essa relação com a marca? Uma coisa é um impulso, uma vez.
Ao copiar o consumidor e as suas necessidades e ao criar uma imagem aspiracional, da qual gostaríamos de fazer parte. Deixa-me explicar: quando sentimos que a pessoa com quem estamos a falar realmente nos entende, vamos ouvi-la e aceitar os seus conselhos. Em segundo lugar, se for alguém que admiramos que queremos ser como ela ou segui-la. Estes são os fundamentos das marcas.
As marcas também criam necessidades que não temos, objectos que nem precisamos. Como é que o conseguem?
Vêm-me à cabeça uma tonelada de formas, umas boas e outras menos apelativas. Por exemplo, a Apple. Muitas pessoas amam a marca, é fácil de usar, tem um design incrível e é inovadora. No entanto, nos bastidores há muito mais a acontecer. Quando compras um produto da Apple ficas, de certa forma, preso. A Apple só funciona com a Apple. Só o iTunes funciona, só um staff autorizado da Apple pode abrir e mudar a bateria do teu iPod. Além disso, a marca cria uma segunda camada de necessidade, ou seja, precisamos de estar sempre a comprar o último modelo. Se não tens o iPhone 4S sentimo-nos um fracassado. Uma necessidade pode ser criada de várias maneiras.
Para o livro estudou várias marcas. Qual foi a que mais o surpreendeu?
De longe, a Carmex. É uma marca de batons que tem aditivos. Claro que a empresa argumenta que é mentira mas depois de inúmeras investigações e entrevistas com especialistas é óbvio que tem de existir um pouco de verdade aqui, porque quem começa a usar batons da Carmex não consegue parar.
No livro fala ainda de snacks e chocolates que têm substâncias viciantes. As empresas não acham que isso é ir longe de mais?
Algumas sim, outras não. Não preciso de dar exemplos como os cigarros, o álcool, talvez a moda, os produtos farmacêuticos, sem esquecer a moda dos upgrades dos gadgets. O vício tem dimensões muito diferentes.
Na publicidade aparecem muitas celebridades. Isso ajuda a vender?
Claro, e cada vez mais porque precisamos de líderes na nossa sociedade. Como já não confiamos nos políticos e as famílias reais são limitadas – a próxima geração de famílias reais são celebridades –
precisamos de alguém em quem confiar, seguir e admirar para ganharmos autoconfiança.
Então quer dizer que sempre que compramos não o fazemos de forma racional?
Sabemos hoje que 85% das nossas decisões são tomadas inconscientemente, ou seja, feitas sem a nossa percepção. As marcas vivem nesse espaço, porque resumem-se a sentimentos.
Como é podemos ser consumidores mais inteligentes e menos ingénuos?
Arrisco-me a dizer, fora de brincadeiras, que será ao lerem “Brandwashed”. Mesmo assim, aqui ficam alguns conselhos:
1. Pagar em dinheiro. Ao pagar em dinheiro garantimos um relacionamento seguro e real com o dinheiro e dessa forma gastas menos. Na nossa experiência houve uma redução de 11%
2. Usar o iPod (ou outro gadget parecido) com música muito alta, de preferência uma que não gostes. Isto vai ajudar a cortar o lado mais sedutor das compras e assim compras menos coisas, cerca de 19%
3. Nunca leves as crianças às compras, elas fazem com que compres mais, um aumento de cerca de 26%
4. Deves comer antes de ir às compras, vai fazer com que compres muito menos, não apenas comida. Reduz cerca de 22%.
5. Nunca uses um carrinho de compras, é preferível carregares as compras nos braços. Nos últimos cinco anos o tamanho dos carrinhos de compras duplicou, o que gerou um aumento de 40% nas compras.
Porque decidiu trabalhar em marketing?
Adoro marketing. Trabalho em publicidade desde os 12 anos, quando comecei a minha própria publicidade. Quando tinha 8 anos só via anúncios televisivos e apagava a televisão quando os programas começavam.
O que o atrai na publicidade?
A psicologia e a capacidade incrível para fazer alguma coisa boa de forma poderosa. Por exemplo, uma campanha anti-tabagismo ou contra a condução sob o efeito de álcool.
Trabalhou com a McDonalds para criar uma imagem mais saudável na Europa, como a mudança para a cor verde. Como foi?
Uma das minhas condições para aceitar trabalhar com a McDonalds foi a criação de um novo e mais saudável Happy Meal. Criámos alguns conceitos incríveis que ainda hoje existem.
Durante um ano viveu sem marcas. Como correu a experiência?
Foi estranho, duro e divertido. Deixei de consumir marcas simplesmente porque... bem, estava viciado. Preciso de dizer mais alguma coisa? Quero dizer, sou um brand guy viciado no meu próprio medicamento. Irónico, não? ( Ionline.pt )

(*) Nota do blog: "Nunca tínhamos ouvido falar desse troço..."


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