segunda-feira, 14 de maio de 2012

Autor defende teoria de que Jack, O Estripador seria uma mulher


Quem disse que Jack, o Estripador, era homem?
Um livro de John Morris defende que Jack, o Estripador, era uma mulher
A obra “Jack The Ripper: The Hand of a Woman”, traduzindo à letra “Jack, o Estripador: A Mão de Uma Mulher”, de John Morris assume que o lendário assassino londrino do século XIX era uma mulher, mais precisamente, Elizabeth Williams, casada com o ginecologista John Williams.
Coincidência ou não, John Williams consta da lista de suspeitos como um dos possíveis “Jacks”. O mistério sobre a autoria dos crimes permanece até hoje por resolver. No entanto, um advogado reformado do País de Gales, John Morris, defende que o estripador era uma mulher que sentia necessidade de se vingar de outras.
O autor explica que as várias pistas que pareciam não ter conexão com os diferentes crimes, passam a ter lógica se os mesmos tivessem sido praticados por uma mulher. O problema é que as provas foram ignoradas por nunca se ter sequer posto a hipótese de o “serial killer” ser uma mulher.
Morris chama a atenção para o facto de que Elizabeth Williams não podia ter filhos e de que era infeliz no casamento. Segundo o autor, isso explica a razão de o estripador (Elizabeth) ter arrancado o útero de três das suas vítimas, já que estas, ao contrário dela, podiam reproduzir.
O facto de as prostitutas atacadas nunca terem sido agredidas sexualmente, justifica mais facilmente o sexo (feminino) do agressor.
Outra das pistas que leva à conclusão que o estripador era mulher, são os pedaços de uma capa e de um chapéu femininos encontrados na chaminé da casa onde vivia Mary Jean Kelly, a última das vítimas de Jack. Nenhuma dessas peças pertencia à vítima.
Segundo consta, Kelly poderia ser amante John Williams, o que explica por que foi ela a última das vítimas do estripador. ( IONLINE )

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