terça-feira, 29 de maio de 2012

Quanta encenação, Xuxa!, Por Xênia Bier

Gente, eu estava lendo e minha neta vendo TV quando ouvi a voz da Xuxa aos prantos, quase em surto. Como estava distraída, levei um segundo para perceber que era a chamada do Fantástico. Em seguida, a Renata Ceribelli, que disputa com o Fausto Silva quem grita mais, anunciou: “Não perca domingo no Fantástico: Xuxa vai contar um segredo nunca revelado!”.
Se nunca havia sido revelado, claro que seria um segredo! Fiquei curiosa, aliás, cara leitora, um dos meus muitos defeitos: sou curiosíssima!
No domingo, me aboletei no sofá e ofereci a Deus a penitência de assistir a todo o Fantástico. Sei que o programa anda com problema de audiência e, com razão: o mundo mudou, uma nova humanidade surgiu e o Fantástico continua o mesmo. Não adianta mudar os âncoras, é hora de aposentar o Fantástico.
Desta vez, Xuxa foi o boi de piranha. Fiquei paralisada, vendo aquela criança de 49 anos pagando mico. Sei que vou levar cacetada de todo lado, mas a história do abuso sexual quando criança não desceu redondo.
E, se realmente aconteceu, não é assunto para se tratar de maneira sensacionalista. Coloquei dois pés atrás, porque tenho memória, ainda, e muito do que foi dito eu acompanhei. São fatos que não aconteceram exatamente como foi contado. Não entro em detalhes porque não tenho esse direito. Outra coisa me chamou atenção. Na chamada, Xuxa chorava; já no programa, não. Ela desabou a contar suas histórias de forma precária com um vocabulário quase infantil. E eu fiquei olhando aquele ser humano triturado pela fama, fazendo o que mandaram fazer e com os olhos pedindo socorro. ( M de Mulher )

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Só podia ser no Irã: polícia religiosa não quer que mulher pinte unhas!

Menti de novo: foi na Arábia Saudita, país aliado dos EUA e Israel e uma paraíso para as mulheres, se compararmos com o tratamento que o Irã supsotamente dá às iranianas, de acordo com nossa imprensa isenta e imparcial.

Mulher árabe desafia polícia religiosa ao pintar unhas: “Se pinto as unhas é assunto meu!”
Mais de um milhão de pessoas viram nos últimos dias o vídeo de uma mulher que desafiou a polícia religiosa num centro comercial da capital da Arábia Saudita, Riade.
“Se pinto as unhas ou não, é um assunto meu! Não me vou embora”, afirmou a mulher a agentes da polícia religiosa que a mandaram abandonar o edifício.
As imagens, gravadas pela própria e postas a circular na Internet, suscitaram milhares de críticas na Internet. ( CM )

domingo, 27 de maio de 2012

Cientista brasileiro sustenta que HAARP poderia estar manipulando o tempo ( tempo de relógio, manja? )

O projeto High Frequency Active Auroral Research Program [Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência, HAARP], da Força Aérea e Marinha norte-americana, é sem dúvida um dos alvos favoritos das teorias de conspiração. Com o enorme e um tanto misterioso orçamento e uma poderosa panóplia de antenas capazes de disparar ondas eletromagnéticas de alta e baixa frequência à ionosfera, possivelmente modificando o clima, ele tem sido acusado de todo o tipo de atos bélicos secretos – quase anormal – como gerar terremotos, furacões e provocar ainda mais o aquecimento global. Necessário dizer que, além de ter a capacidade de modificar o clima, não se têm provas contundentes de que o programa esteja sendo utilizado como arma militar. Suas instalações na neve do Alaska constituem um novo mito moderno, terra fértil para a especulação e ficção científica.
O trabalho de um cientista brasileiro, Fran de Aquino, em sua investigação High-power ELF radiation generated by modulated HF heating of the ionosphere can cause earthquakes, cyclones and localized heating, sustenta que HAARP não só é capaz de provocar uma série de desastres naturais lançando ondas electromagnéticas de baixa frequência, senão que teoricamente poderia alterar a dimensão temporária, permitindo que, por exemplo, uma nave viaje para uma linha de tempo alternativa.
De Aquino, da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), tem vários trabalhos publicados, entre eles um na Universidade de Cornell intitulado The Gravitational Spacecraft, onde demonstra um novo tipo de nave espacial (nave gravitacional), que poderia viajar pelos recôncavos do tempo canalizando a correlação entre a massa gravitacional, a massa inercial e um fator eletromagnético. Esta mesma correlação, a afetação de um campo eletromagnético uniforme de alta frequência sobre a gravidade – por sua vez vinculada com a estrutura do tempo-espaço segundo a relatividade de Einstein – é o que, segundo De Aquino, poderia propiciar que uma aeronave voando pela ionosfera atravessasse o espelho dimensional do céu para outra sequência temporária, uma espécie de universo paralelo dobrado no espaço.
É importante notar que o campo eletromagnético, além de ser uniforme, deve permanecer com a nave durante o tempo de transição. Se não for uniforme a cada parte da nave, realizará transições para diferentes tempos do futuro… Pessoas dentro da nave realizariam transições à diversos tempos no futuro porque sua condutividade e densidade seriam diferentes.
De Aquino considera que o HAARP poderia disparar uma onda eletromagnética uniforme de alta frequência capaz de fazer com que um avião cruzasse o tempo. Devemos levar a sério esta teoria? Primeiro seria importante compreendê-la cabalmente, algo que supera pessoalmente a capacidade do autor deste post – elucidar uma suposta conciliação da relatividade com a teoria quântica no meio de uma linguagem que evoca a ficção de Thomas Pynchon. Mostrando este periódica a um assessor com estudos em física, sua resposta foi que tal teoria careceria de sustento sólido para proposição tão extraordinária e que seria necessário pesquisar os trabalhos aos quais faz referência este físico especializado no estudo da gravidade quântica.
Mais apropriado parece ser tomá-la como um cativante ensaio ficção científica – e não por isso menos ou mais real. Sejamos ou não já capazes de fazer o proposto, uma civilização suficientemente avançada seguramente desenvolveria tecnologia para manipular o tempo (não só o clima). Nossa imaginação começa a se desbaratar como um bólido que aproxima-se à velocidade da luz só pensar nas possibilidades de manipular o espaço-tempo, de habitar todos os jardins dos caminhos que se bifurcam. Tempos que se entrelaçam, se sobrepõem e se desnudam. As "cláusulas do infinito".
Antes que a popular série Fringe [Fronteiras] começasse a fazer excursões imaginárias a outros universos, Philip K. Dick, em sua novela Wait for Last Year, especulou uma droga (JJ-180) desenvolvida por uma civilização extraterrestre que permitia, de maneira aditiva e sinistra a um usuário viajar a universos alternados. O ditador planetário Molinari inclusive utilizava esta droga para obter informação sobre futuros possíveis em outras linhas de tempo, para manipular assim o conjunto dos tempos para salvar a humanidade da mais abjeta escravização. A tecnologia para manipular o tempo evidentemente tem o potencial de criar uma vertiginosa concatenação de alucinações e simulacros, até o ponto que nenhuma realidade primária seria distinguível ou afirmável.
Seria fascinante falar com Phillip K. Dick sobre o HAARP, um aparelho tramado pela imaginação (ou a alucinação) humana para englobar muitas de suas mais temíveis e formosas paranoias. Há certa poesia em disparar um raio de luz invisível à abóbada celeste e alterar o fluxo do tempo, descobrindo, como numa nuvem quântica, um novo universo no qual somos outros, sendo os mesmos. Ainda que isto igualmente poderia ser a substância de um cruel pesadelo - com répteis interdimensionais, sociedades secretas, vampiros energéticos e tecnologia da Atlântida. De qualquer forma, é estimulante meditar sobre a possibilidade de encontrar, parafraseando Paul Éluard, outros mundos dentro deste. ( UFO )

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Homem matou e comeu companheiro de viagem, pensando que era alien

Um evento monstruoso ocorreu no Canadá. Um dos passageiros de um dos ônibus , à frente de todos, esfaqueou seu companheiro de viagem e depois comeu parte de suas entranhas. De acordo com o assassino, ele pensou que era um extraterrestre e disse ter a "missão" de eliminar aliens.
O incidente ocorreu em 30 de julho de 2008, mas seus detalhes só se tornaram conhecidos agora, quando a investigação foi concluída e o assassino foi condenado a prisão perpétua em um hospital psiquiátrico. De acordo com o criminoso, ele sempre ouvia vozes que ordenavam encontrar e eliminar aliens e, se ele não tivesse sido preso em 2008, o número de vítimas da sua "missão" poderia ter sido ainda maior. ( Voz da Rússia )



Arqueólogos encontram prova da existência de Belém ( "Bat Lechem" )

Um bloco de argila com a inscrição "Bat Lechem" foi encontrado por arqueólogos israelitas numa escavação em Jerusalém, que será a primeira evidência arqueológica da existência de Belém durante o período em que aparece descrito na Bíblia.
A informação foi divulgada esta quarta-feira pela Autoridade das Antiguidades de Israel.
O artefato de 15 centímetros é uma espécie de esfera de argila que era usada para carimbar objetos nos séculos VII e VIII a.C. e foi encontrado durante as escavações do "Projeto Cidade de David", no território ocupado de Jerusalém Oriental.
"Esta é a primeira vez que o nome de Belém aparece fora da Bíblia, o que prova que era uma cidade no reino da Judeia", afirmou em comunicado Eli Shukron, responsável pelas escavações. ( Vidaquebrantada e DN )





Vaticano torna públicas normas da Igreja sobre fenômenos sobrenaturais e supostos milagres

Vaticano quer evitar os falsos milagres
O Vaticano tornou públicas as normas da Igreja sobre aparições e outros fenómenos sobrenaturais. Estas normas que visam evitar os falsos milagres foram estabelecidas em 1978 mas eram mantidas secretas ou, pelo menos, nunca tinham sido publicadas por um órgão oficial da Igreja.
As normas foram publicadas hoje no site da Congregação para a doutrina da fé ( http://www.doctrinafidei.va/ ) e, para já, ainda não estão traduzidas em português. No entanto, o documento intitulado "Normas para proceder ao discernimento de pressupostas aparições e revelações" pode ser lido em latim, inglês, francês, espanhol, italiano e alemão.
O documento é acompanhado por um prefácio do cardeal William Levada, justificando a publicação das normas. E lembrando as palavras proferidas pelo Papa Bento XVI, em 2008, em relação ao significado das "revelações privadas": "O critério para julgar a veracidade de uma revelação privada é a sua orientação para o próprio Cristo. Se nos afasta dele, então certamente não provém do Espírito Santo."
O documento prevê critérios positivos e negativos para encarar o milagre, como, por exemplo, avaliar o equilíbrio psicológico do indivíduo que testemunhou o milagre, a sua história individual, e integridade e a ausência de vantagens materiais ou de comportamentos considerados desviantes. A publicação destas normas, espera o cardeal, irá ajudar os padres que são os primeiros a contactar com os testemunhos de aparições e revelações e que têm de decidir qual o seguimento a dar ao caso. ( DN )



Estudo revela correlação entre ouvir música alta e o uso de drogas

A publicação holandesa Pediatrics realizou um estudo a 944 estudantes e concluiu que aqueles que ouvem música alta são duas vezes mais propensos a consumir droga.
Só quando o volume da música atinge os 89 decibéis é que é considerada alta. Já aqueles que frequentam concertos e discotecas bebem seis vezes mais do que aqueles que não frequentam esses sítios.
O mesmo estudo revela que os que ouvem música alta são também 1.10 vezes mais propensos a ter relações sexuais sem protecção. Os investigadores afirmaram que o facto de ouvir música alta não faz com que as pessoas actuem de forma mais agressiva, mas que apenas existe uma relação entre os diferentes comportamentos. ( Destak )

Anão vinha com papo "esotérico" e dizia que era "xamã" para dopar e violentar mulheres crédulas

Anão abusou sexualmente de várias mulheres
Um homem de 48 anos foi preso e acusado de abusar sexualmente várias mulheres, em Madrid, depois de as sedar com uma droga potente. O homem, de baixa estatura, fingia ser curandeiro e levava as mulheres para sua casa.
Há cerca de uma semana, o caso começou a ser desvendado quando uma mulher denunciou que acabara de sofrer abusos sexuais e que estava consciente de que o seu relato era de difícil compreensão.
A vítima explicou que estava no centro de Madrid quando foi abordada por um homem portador do Síndrome de Acondroplasia - tipo mais comum de nanismo, cujas pessoas portadoras são popularmente conhecidas como anões.
O indivíduo não suscitou qualquer suspeita à mulher, por se encontrar numa zona movimentada e ter uma aparência frágil. Usou uma linguagem esotérica e fingiu ser um curandeiro.
O suspeito deu um jornal à mulher, que começou a sentir-se muito relaxada e instável. Essa progressiva falta de perceção da realidade por parte da vítima levou-a a acompanhar o agressor até sua casa.
A mulher recorda que o homem bebeu algo e a obrigou a beber o mesmo. Foi-se sentindo cada vez mais relaxada até perder a noção do tempo, ainda que se mantivesse consciente.
Durante o tempo em que ambos permaneceram na casa, o suspeito abusou da mulher várias vezes.
Os agentes começaram uma investigação e descobriram vários fóruns online que alertavam para a existência de uma pessoa pequena que abusava sexualmente de jovens.
Acredita-se que, devido à sua inferioridade física, o homem terá sedado as vítimas com uma substância poderosa - o "burundanga" - que anulava a vontade das vítimas.
Os agentes suspeitam que muitas das vitimadas não tenham sequer apresentado queixa com vergonha da situação.
O homem acabou por ser identificado e preso em casa. ( JN )






Hospital grego ameaçou ficar com bebê para mãe pagar a conta da cesariana

Um hospital de Atenas, na Grécia, terá ameaçado ficar com um bebé, quando a mãe disse que não tinha possibilidade de pagar os 1200 euros de custo da cesariana. Segundo as recentes políticas de austeridade, o Estado só paga despesas médicas de pessoas com emprego e contribuintes regulares.
No caso dos desempregados, como é caso desta mãe, o Estado com assegura as despesas de saúde se todos os impostos estiverem em dia. Além disso, todos os casos considerados não urgentes não têm direito a serviços de saúde gratuitos.
Segundo a BBC, a mulher que acusou o hospital (e que pediu para não ser identificada), vive numa barraca degradada em Loutsa, cidade litoral, a cerca de uma hora de distância da capital grega.
Nessa barraca também vivem o marido, mais um filho, o pai, a mãe e o irmão. O único rendimento desta família provém dos trabalhos de limpezas domésticas que a mãe faz.
Antes da crise, todos tinham emprego. Depois da crise, todos o perderam. Agora, devem várias mensalidades de renda e já sofreram ameaça de despejo. A jovem mãe diz que nem dinheiro tem para as vacinas do bebé.
Os 1200 euros da cesariana foram, entretanto, "perdoados", graças à intervenção de uma médica que apelou à direção do hospital, considerando a grave situação económica da paciente.
Contudo, Nikos Faldamis, diretor do hospital negou, segundo a BBC, ter ameaçado reter o bebé da paciente, tendo, em vez disso, proposto o pagamento fracionado da despesa.
Cerca de 25% dos gregos sem cobertura médica
Segundo a organização não governamental Médicos do Mundo, 25% da população grega não tem direito a qualquer tipo de assistência médica paga pelo Estado.
Nikitas Kanakis, diretor da missão dos Médicos do Mundo na Grécia, justifica, citado pela BBC, este valor com base em "todas as pessoas que passaram para baixo da linha de pobreza, todos os que devem algum imposto para às Finanças, mesmo que seja uma multa de trânsito, todos aqueles desempregados por mais de um ano e todos os que deixaram de pagar os seus seguros de saúde recentemente". ( JN )



terça-feira, 22 de maio de 2012

Lei portuguesa não penaliza amor entre irmãos

O incesto é o último tabu. Mas continua a ser quebrado por casos de irmãos, e não só, que se apaixonam e recusam que a consanguinidade lhes trave o passo.
Em Portugal, a lei nada diz sobre relações incestuosas entre adultos e com consentimento de ambos. Significa isto que, excluindo naturalmente os casos de abuso, o incesto não é crime.
"Vigora a ideia de que nenhum comportamento sexual entre adultos, em privado e com consentimento de ambos, pode ser tido como crime. Talvez se tenha entendido que a censura social e moral são suficientes para travar esse comportamento", admite Eliana Gersão, especialista em Direito da Família.
Em termos legais, Portugal não só não penaliza o incesto consentido entre pessoas adultas, como permite que uma criança nascida dessa relação seja registada em nome de ambos os pais, mesmo que o pai seja também avô ou tio da criança. Em Espanha isso não é possível. Ou não era. Em Novembro de 2010, os irmãos Daniel e Rosa conseguiram finalmente que o seu nome figurasse no registo de nascimento dos filhos. Até lá, e no que à lei dizia respeito, Daniel não passava de um tio.
A lei portuguesa mostra-se assim bastante menos conservadora do que a vigente em vários países europeus. Tivessem os alemães Patrick Stuebing e Susan Karolewski nascido portugueses e não teriam precisado de guerrear durante tantos anos para escapar à Justiça. E, seguramente, Patrick não estaria, como está, condenado a 14 meses de prisão. A pena, ditada por um tribunal alemão, foi confirmada há três semanas pelo Tribunal Europeu dos Direitos do Homem.
No recurso que apresentaram, os irmãos alegaram que o seu amor nada tem de "anormal" e reivindicaram o direito a viver juntos e a criar os seus quatro filhos sem serem presos. Não é uma história ao género de Os Maias, de Eça. Os jornais contam que Patrick Stuebing foi adoptado aos quatro anos. Tinha 23 quando, em 2000, lhe morreu a mãe adoptiva e ele se aventurou a conhecer a mãe biológica. As relações sexuais com a irmã, Susan, então com 16 anos, terão começado um mês depois de se terem conhecido.
"Não fizemos nada de mal. Somos dois amantes normais que querem ter uma família", clamam desde então. Mas ambos se sabiam irmãos quando tiveram a primeira relação sexual. E, ao primeiro filho, nascido em 2001, seguiram-se mais três filhos, dois dos quais com deficiência, que lhes foram sendo sucessivamente retirados.
O recurso ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem visava impedir que Patrick, que já esteve detido duas vezes, enfrentasse nova pena de prisão – a Susan, que sofre de uma perturbação mental que a torna inimputável, não foi aplicada qualquer pena. Ao mesmo tempo que negou o recurso, o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem advertiu a Alemanha para a necessidade de acabar com a proibição do incesto.
Efectivamente, há vários países a consentir nas relações sexuais entre irmãos. França, Espanha, Turquia, Japão e Brasil são, além de Portugal, exemplos disso mesmo. Em todos impera o princípio de que o Estado não deve perseguir casais formados livremente por adultos em plena posse das suas capacidades, por maior que seja a reprovação social que sobre eles paire.
Direito a casar-se
"Uma coisa é o direito penal e outra a moral. Nem tudo o que é condenado pelos costumes e pela religião é crime. Estamos a falar de sexo entre adultos, no seu espaço privado. E não é pelo facto de não ser crime que as pessoas desatam agora a cometer crimes de incesto", insiste Eliana Gersão. "Mesmo que se trate de um pai que tenha relações com um filho, desde que este tenha mais de 18 anos e seja uma relação consentida, não é considerado crime."
Mas o facto de o Estado optar por se manter à margem no que se passa sem violência no reduto privado de cada um não quer dizer que os casos de incesto possam ser oficializados perante a lei. O Código Civil português estabelece como impedimento dirimente – ou seja, que não pode ser afastado – o casamento entre parentes em linha recta (pais e filhos, avós e netos...) e em segundo grau da linha colateral (irmãos). Mas no caso de tios e sobrinhos, e demais casos de parentesco de terceiro grau na linha colateral, já não é bem assim. "Em princípio tio e sobrinha não podem casar, estão incluídos nos chamados impedimentos impedientes, mas tais impedimentos podem ser removidos pelo conservador", explica Eliana Gersão. A Luís Filipe Azevedo, conservador do Registo Civil no Porto, já chegaram um tio e uma sobrinha a pedir para se casarem. "Eles já tinham uma relação assumida perante as famílias e perante a sociedade, assumiam-se como casal de facto e a família, embora não estimasse muito aquela situação, tinha-se conformado. Entrevistámos as pessoas todas e, na análise do processo, concluiu-se que não havia ali nenhum intuito de chocar a sociedade. O casamento foi autorizado", lembra, para acrescentar que "em 35 anos de actividade foi o único caso do género".
Décadas a lutar
É pelo direito a casar-e que os espanhóis Daniel e Rosa Moya Peña lutam agora. A residir na Corunha, estes irmãos, que há 35 anos iniciaram uma relação marital, conseguiram em 2010 que o Estado espanhol os reconhecesse a ambos como progenitores dos filhos que entretanto já são adultos. Foram décadas a lutar nos tribunais.
"Se morrer, já podem herdar de mim. Legalmente são meus filhos e não sobrinhos", congratulou-se Daniel em declarações ao jornal espanhol El País.
A história do amor destes irmãos já foi levada aos ecrãs espanhóis no filme Más que Hermanos. Sinopse: Dani cresce com a irmã e a mãe, cuja traumática separação leva à institucionalização de alguns dos sete filhos. Rosa cresce num orfanato. Em 1977, divertia-se com as amigas numa discoteca de Madrid quando um desconhecido a convida para dançar. Recusa. Duas semanas depois, o acaso volta a juntá-los. Apaixonam-se. Seis meses depois reparam na coincidência dos apelidos. Confrontados os registos de nascimento verificaram que os pais eram os mesmos. Separaram-se. Na altura, o incesto ainda era crime. Cinco meses depois, concluíram que não conseguiam manter-se afastados. Assumiram a conjugalidade. As resistências que tiveram de furar não são alimentadas apenas por questões morais.
Os riscos de doenças
"As crianças nascidas de casais consanguíneos têm um risco real acrescido de desenvolver doenças", explica o geneticista Jorge Sequeiros, investigador no Instituto de Biologia Molecular e Celular da Universidade do Porto. "Nos casais sem laços de consanguinidade e sem nenhuma doença recessiva na família, o risco de terem um filho com doença genética ou malformação congénita ronda os 2 ou 3%. No caso dos primos direitos, que partilham um oitavo da sua herança genética, esse risco aumenta para os 4%."
E no caso de uma criança gerada por irmãos ou por um pai e uma filha? "A probabilidade aumenta para o dobro em comparação com os primos direitos, porque partilham metade dos seus genes", responde o especialista.
Posto isto, Jorge Sequeiros lembra que este risco tende a ser "hipervalorizado" por razões morais, sociais e religiosas. "No caso dos primos direitos, se não houver nenhuma doença genética declarada na família, o risco não é significativamente maior do que para a população em geral", enfatiza, repetindo aquilo que costuma dizer aos casais consanguíneos que lhe chegam ao gabinete.
"É muito comum virem cá primeiros primos e segundos primos. A maior parte das vezes, conseguimos tranquilizá-los fazendo a história familiar completa. Se não houver nenhuma doença recessiva declarada, o risco mesmo para os primos direitos é muito pequeno e para parentes mais afastados é praticamente insignificante." ( PUBLICO.PT )

O caso "O Outro Carlos": os erros que levaram inocente a ser executado por injeção letal no Texas

O outro Carlos: erro judicial revelado
Foi executado em 1989; agora, investigação põe a nu erros grosseiros
Carlos DeLuna foi executado por injeção letal em Dezembro de 1989, no Texas. Até ao último dia repetiu as mesmas palavras: «Não fui eu. Mas sei quem foi.» 23 anos depois, uma investigação universitária dá-lhe razão. Mataram o Carlos errado.
David Liebman, professor na Columbia School of Law, conduziu com alunos seus uma investigação ao longo de cinco anos, publicada num ensaio, que identifica uma sucessão incrível de erros e omissões. «Tudo o que podia correr mal correu mal», resume.
Factos. Em Fevereiro de 1983 Wanda Lopez, empregada de uma loja de conveniência numa estação de serviço na cidade de Corpus Christi, foi esfaqueada até à morte. Durante o assalto, Wanda ligou duas vezes para a polícia, que não chegou a tempo. Primeira falha. «Podiam-na ter salvo, e fizeram uma detenção imediata para esconder o embaraço», diz Liebman, na Reuters.
Facto seguinte. Apenas 40 minutos depois do crime a polícia deteve Carlos DeLuna, que estava escondido debaixo de uma carrinha, perto do local. DeLuna foi identificado por uma testemunha, que viu um homem hispânico a fugir.
E aqui começam as falhas. A testemunha disse ter visto um homem de bigode e com uma camisa cinzenta. DeLuna estava barbeado e tinha uma camisola branca.
O detido disse-se sempre inocente, mas não nomeou logo aquele que dizia ser culpado. Só o fez cinco meses mais tarde, quando foi julgado. Outro problema. DeLuna não o fez antes, disse, por medo.
Medo de Carlos Hernandez. Conhecido de DeLuna e de toda a comunidade local, polícia incluída, pelo seu historial violento. Alcoólico, tinha um longo cadastro e andava sempre com uma faca. Usava bigode. Mais.
Os dois Carlos eram muito parecidos. Tinham a mesma altura, a mesma figura e eram muitas vezes confundidos.
DeLuna contou então que nessa noite estava com Hernandez num bar e que este saiu para ir à estação de serviço. Demorou e DeLuna foi procurá-lo. Diz que o avistou a lutar com uma mulher e fugiu. Escondeu-se da polícia, explicou, porque estava em liberdade condicional (por agressão sexual) e não queria meter-se em sarilhos.
Em tribunal, a acusação ridicularizou a informação. Disse que a polícia não tinha encontrado o tal Carlos Hernandez e que ele era produto da imaginação de DeLuna.
Quando Liebman decidiu dedicar-se ao caso, no âmbito de um projeto sobre a falibilidade da pena de morte, pediu a um investigador privado para gastar um dia a procurar Carlos Hernandez, conta o Guardian. Em poucas horas, o investigador encontrou uma mulher que conhecia ambos, descobriu a data de nascimento de Hernandez e o seu longo registo criminal.
Foi preso dezenas de vezes, 13 delas por posse de arma branca. Foi detido duas vezes como suspeito da morte em 1979, por esfaqueamento, de uma mulher chamada Dahlia Sauceda, a segunda já depois da detenção de DeLuna. Mas nunca foi estabelecida a ligação.
O livro conta as diligências que a acusação fez para encontrar Hernandez. Um sargento foi encarregue de comparar as impressões digitais do local do crime com os registos da polícia. Mas concluiu que as impressões eram de tão má qualidade que não podiam ser usadas. Também foram deixadas duas intimações em casa de um outro Carlos Hernandez. E pronto.
A investigação de Liebman concluiu que o próprio Hernandez andou a gabar-se junto dos seu conhecidos de ter matado Wanda Lopez. E no entanto, nunca foi sequer importunado pela polícia sobre este caso. Nem condenado por muitos dos crimes de que foi acusado ao longo da vida. Liebman só vê uma explicação, a de que Hernandez fosse protegido por ser informador da polícia. «É difícil perceber o que aconteceu sem esta peça do puzzle», diz.
Carlos Hernandez viria a morrer de doença em 1999, numa prisão do Texas onde estava por agredir um vizinho com uma faca.
«Los Tocayos Carlos», o ensaio que conta tudo isto, está online, é de livre acesso. ( TVI24 )

domingo, 20 de maio de 2012

Alguém bate à porta

Meia-noite e meia. O homem se encontra confortavelmente em sua poltrona, aquela que herdou de seu pai, lendo um livro. Um dos únicos sons claros que se ouvem é o tiquetaquear do relógio de parede.
O homem que lê o livro vive praticamente sozinho. Suas únicas companhias são uma televisão e um gato vira-latas.
Arthur.
Esse é o nome do homem. O gato chama-se "Miau".
( *** )
Toc-toc!
"Ué?! Bateram na porta?", pensa Arthur.
A resposta, afirmativa, vem na forma de outro "toc-toc", só que mais forte:
"Toc-toc!"
Entre assustado e surpreso, Arthur se pergunta quem seria àquela hora. Homem de poucas amizades, não imaginava quem poderia estar ali, batendo à sua porta. Se fosse conhecido, teria ligado antes. Ou chamaria pelo nome. Um vizinho, talvez? Ou...uma vizinha? A Selma do 301?
"Toc-toc...tooc!"
As batidas despertam Arthur de seu devaneio. Sabendo ou não, conhecendo ou não o autor das batidas, Arthur sabe que terá que atender a porta.
Mas ele resolve esperar. Vai que é engano. A pessoa se toca, vê que está no andar errado e sai de fininho, esperando não ter causado nenhum incômodo ao morador daquele apartamento.
"Toc-toc!"
Esperar não deu certo, Arthur. o jeito é atender logo. Enfrentar o chato. Bater na porta dos outros de madrugada...onde já se viu?
Miau nem se mexe.
O relógio segue com sua cadência monótona: tic-tac-tic-tac.
"Toc-toc!"
Não tem jeito, Arthur. Atende logo essa porta e acaba com essa aporrinhação!
Arthur respira fundo. Expira. Espreguiça. Põe de lado o "Crime e castigo". Afasta a manta que cobre suas pernas. Calça as pantufas. Apóia as mãos nos encostos da poltrona. Dá um impulso e se levanta. Olha o gato. Dá mais um suspiro.
"Toc-toc!"
"Já vai, porra!", responde mentalmente Arthur.
(***)
A verdade é que Arthur torceu, até o último instante, para que aquelas batidas não fossem em sua porta. Que fossem no vizinho. Ainda mais àquela hora da noite. Coisa boa não pode ser.
Já descartara engano. Só não tinha certeza de que era mesmo na sua porta. Estava meio sonolento, podia ser no vizinho; à noite, com o silêncio, os sons ficam mais pronunciados.
"Toc-toc-toc!"
O jeito era mesmo atender. 
Arthur dirigiu-se à porta, preguiçosamente. A frequência das batidas só aumentara:
"Toc-toc!"
"Toc-toc-toc!"
"Toc!"
Antes de abrir a porta, Arthur espiaria pelo olho mágico.
OPS! Aquela porta antiga sequer possuía olho mágico! Que merda!
(***)
Próximo à porta, diante do inevitável e derradeiro, Arthur olha pro chão e vê, pela fresta, a sombra de alguém. A iluminação externa, do corredor, formou uma sombra que invadia o apartamento de Arthur.
Havia, realmente, alguém ali.
Mas...quem?
Um conhecido ligaria antes. Se batesse à porta, chamaria pelo morador.
( Vamos e venhamos: uma simples batida na porta não é motivo pra tanto suspense, não? Partindo do princípio, claro, de que alguém acreditaria que isto aqui seja um suspense. )
Considerações à parte, Arthur se pergunta que tipo de mau elemento o colocaria numa pretensa história de suspense chinfrim com esta.
"Toc-toc-toc!"
Bem fortes estas.
Agarrando fortemente a maçaneta, Arthur decide acabar de vez com aquilo.
"Toc-toc!!"
Por meio da maçaneta, Arthur sente as ondas de força vindas daquelas batidas. Que não deixavam dúvidas de que alguém estava diante de sua porta, e desejando ser atendido. E logo.
Numa última e desesperada tentativa de autoengano, Arthur olha pro chão, próximo à fresta, e vê que a sombra invade seus aposentos, confirmando a presença do autor daquelas batidas, há não menos que 30 cm do morador assustado.
"Respira fundo, Arthur..."
Arthur torce a chave de sopetão, vira a maçaneta, num movimento rápido e abre a porta de um só golpe.
Apenas para confirmar que não há ninguém ali.








sábado, 19 de maio de 2012

Israel: 45 anos após «reunificação» de Jerusalém diferenças entre judeus e árabes são gritantes

Israel deve celebrar, no domingo, o "Dia de Jerusalém" para assinalar a "reunificação" da cidade santa, mas 45 anos após a conquista da parte oriental, as diferenças entre setores judeus e árabes são gritantes.
Israel conquistou Jerusalém Oriental durante a Guerra israelo-árabe dos Seis Dias, em junho de 1967, seguidamente anexou-a, afirmando considerar toda a cidade como "capital eterno e indivisível", uma decisão nunca reconhecida pela comunidade internacional.
Nenhuma parede separa as duas partes da cidade, mas os palestinianos desejam criar no leste da capital o seu futuro Estado, queixando-se que as condições de vida são inferiores às dos seus vizinhos israelitas.
No Ocidente, os autocarros são novos, circulam em estradas bem mantidas, cercadas de espaços verdes. O lixo é classificado e regularmente removido.
No Oriente, o lixo é incinerado em aterros sanitários, muitas vezes pestilentos. As escolas estão superlotadas.
"Basta passear 10 minutos a Oriente e 10 minutos em bairros (judeus) colonizados para constatar a diferença", disse Ziad Hammouri, um advogado que dirige o Centro Social e de Direitos Económicos de Jerusalém.
Mahmoud Khweis, 39 anos, que vive no Monte das Oliveiras, disse que nunca viu um veículo de vias urbanas no seu bairro até os colonos judeus se instalarem nas redondezas. "Comparadas com as dos campos de refugiados, as estradas são correctas, mas não têm nada ver com Rehavia", um bairro de classe alta de Jerusalém Ocidental, apesar das taxas de imposto municipais serem iguais, disse.
Segundo a Associação pelos Direitos Civis em Israel (ACRI), os palestinianos só podem construir em 17% das parcelas localizadas no Oriente, onde grandes espaços são reservados para parques ou futuras colonatos judaicos. Além disso, apenas 13% das licenças de construção emitidas entre 2005 a 2009 foram concedidos a palestinianos.
A ACRI adiantou ainda que cerca de 20.000 casas foram construídas sem autorização no Oriente, criando graves problemas em termos de infraestruturas e serviços.
Questionado pela Agência France Press (AFP), Naomi Tsur, adjunto do presidente da Câmara de Jerusalém, Nir Barkat, justificou que foi desbloqueado um orçamento 103 milhões de euros para a construção de estradas no leste da cidade e uma linha de transporte para servir bairros árabes e judeus. "Tentamos considerar a cidade unicamente pelo prisma da responsabilidade municipal (...) O que importa é que as pessoas querem viver aqui e podem enviar os filhos à escola", disse Naomi Tsur.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Diz que descobriu a identidade do serial-killer "Zodíaco"

Zodíaco: polícia reformado diz que descobriu o serial-killer
Lyndon Lafferty, um polícia de trânsito norte-americano reformado, acredita que encontrou o verdadeiro assassino que ficou conhecido como o Zodíaco, e que cometeu pelo menos cinco homicídios, entre 1968 e 1969, na área de São Francisco, na Califórnia (o criminoso reclamava 37 vítimas). Amigo de infância do principal suspeito da polícia, que foi ilibado depois de um teste de ADN, Lafferty escreveu o livro “The Zodiak Killer Cover-up”, publicado nos Estado Unidos em Fevereiro, onde apresentou uma nova teoria explicativa da razão por que homicida em série nunca foi apanhado.
Depois de décadas a dedicar-se à investigação das pistas do caso, o autor acredita que o serial-killer é um homem que terá hoje 91 anos e que vive em Solano County, na Califórnia. Segundo Lafferty, este terá sido protegido pela própria hierarquia da investigação. “Corrupção e intervenção política colocaram a investigação sob uma capa de secretismo, dando imunidade ao louco assassino Zodíaco e uma licença para matar”, escreveu.
O criminoso costumava enviar cartas aos jornais e criptogramas que eram tão complicados que alguns ainda hoje não foram descodificados. As suas vítimas foram alvejadas a tiro ou mortas à facada, e tinham entre 16 e 29 anos. Pelo menos três sobreviveram. A polícia de São Francisco fechou o caso em 2004, mas reabriu-o em 2007.
O principal suspeito da polícia, Arthur Leigh Allen, amigo do autor do livro, acabou por ser ilibado depois de fazer exames de ADN que não coincidiam com o da saliva presente no envelope das cartas enviadas pelo assassino.
O caso foi adaptado ao cinema em 2007, num filme realizado por David Fincher , com Robert Downey Jr e Jake Gyllenhaal como protagonistas. ( SABADO )



Tailândia: Detido homem com seis bebés mortos para vender pela Internet

Caso macabro

Um homem oriundo de Taiwan foi esta sexta-feira detido na Tailândia na posse de seis cadáveres de bebés, os quais pretendia vender pela Internet para serem usados em rituais de bruxaria, informa a imprensa tailandesa.
A descoberta macabra foi feita pela polícia após ter aberto uma mala de viagem que Chou Hong Hun, 28 anos, tinha consigo no quarto de hotel do bairro chinês de Banguecoque em que foi preso, graças à ajuda de um informador, refere o jornal diário "Bangkok Post".
De acordo com um porta-voz da polícia, o homem confessou ter adquirido os cadáveres por 200.000 baht (5.200 euros), mas em nome de um compatriota para os vender pela Internet em Taiwan.
A polícia não facultou detalhes sobre a procedência dos seis bebés mortos, ainda que, em Novembro de 2010, os inspectores de Saúde tenham detectado num edifício cerca de 2.000 fetos e cadáveres de recém-nascidos oriundos de "clínicas" ilegais onde se praticava o aborto. ( CM )



Vikings, sioux e astecas descenderam dos turcomanos, diz pesquisador

Tanto os vikings como os astecas parecem ser descendentes dos antigos turcomanos, e o deus nórdico Odin teria sido na realidade Zoroaster, também ele nativo da Ásia Central, segundo um investigador da cultura do Turquemenistão.
Teorias «exóticas» que reescrevem a história e que colocam o Turquemenistão sob os holofotes fazem parte da vida de Odek Odekov, um geólogo que actualmente está a dar cartas, ao contrariar toda a história antiga, segundo o site Fergana News.O investigador conseguiu encontrar vestígios no Turquemenistão dos antigos sumérios, os chineses e os ainu, que em tempos habitaram as ilhas japonesas, escreve Odekov.
No que diz respeito à relação entre os turcomanos e os ainu, o pesquisador argumenta que ambos os povos sentavam-se de pernas cruzadas, considerado a «forma de sentar à turco» na Rússia.
Os ainu povoaram ambas as Américas, tornando-se ancestrais dos sioux e dos astecas, cita ainda o geólogo.
O fundador do Zoroastrianismo, uma das mais proeminentes religiões do mundo antigo, também terá tido origem no Turquemenistão, e não no Irão como se pensava originalmente, sustenta.
Zoroaster também serviu de inspiração para Odin, deus nórdico, que se diz que no século XIII chegou à Escandinávia da «Terra dos Turcos», trazendo consigo alguns locais, acrescenta.
O presidente turco Gurbanguly Berdymukhammedov apelou à comunidade académica em 2010 para rever a história do Turquemenistão, pedindo especial atenção à origem dos países. ( DIARIO DIGITAL )

Jornalista lança livro que revela [ novas ] tramas e intrigas no Vaticano

Documentos reservados e cartas confidenciais enviadas ao papa Bento XVI e ao seu secretário sobre temas como o cessar-fogo da ETA e o fundador dos Legionários de Cristo, Marcial Maciel, foram divulgados e publicados num livro, que pôs a Igreja Católica novamente no centro de uma polémica. Poucos meses depois do escândalo suscitado pela divulgação de documentos sobre desentendimentos entre altos membros da Cúria romana, amanhã será lançado em Itália o livro «Sua Santita», do jornalista Gianluigi Nuzzi, que recolhe novos documentos que revelam tramas e intrigas no Vaticano.
Os documentos, mais de uma centena, chegaram a Nuzzi, segundo a revista Sette, que publicou hoje um excerto do livro, por «fontes» do Vaticano que prestam serviços à Cúria e todos os papéis são autênticos. Considerada pelos observadores vaticanos como a maior fuga de relatórios reservados da Santa Sé, entre os mesmos há documentos da Secretaria de Estado e do seu titular, o cardeal Tarcisio Bertone, referentes ao cessar-fogo do grupo terrorista ETA.
Também estão as confissões do secretário de Marcial Maciel e a cobertura que gozou no Vaticano o sacerdote mexicano fundador dos Legionários de Cristo (1920-2008), castigado por Bento XVI por abusar sexualmente de seminaristas.
Outros documentos referem-se a «notas reservadas» sobre o presidente italiano, Giorgio Napolitano, prévias a um encontro que manteve com o papa e relatórios confidenciais relativos à defesa do agora ex-primeiro-ministro Silvio Berlusconi no Caso Ruby, sobre suposta prostituição de menores.
O livro revela inclusive o número de conta aberta por Bento XVI no IOR, o banco do Vaticano, no dia 10 de Outubro de 2007. Estes novos documentos internos somam-se aos publicados meses atrás pelo jornal Il Fatto Quotidiano sobre um suposto esquema para matar o papa no final de 2012. ( DIARIO DIGITAL )

Agora os débeis mentais dirigem e jogam games ao mesmo tempo!

Há não muito, os imbecis guiavam enquanto falavam ao celular ( o verdadeiro aparelho criado por Satanás; antes eu pensava que fosse o automovel ) ou teclavam mensagens.
Dando mostras de que podem se superar rapidamente em suas burrices, os imbecis agora dirigem e jogam games tipo Angry Birds. Quem informa é a revista automobilística Carro Hoje - publicação que, apesar de trazer aquelas matérias tediosíssimas sobre comparativos de automóveis e outras chatices, pelo menos sempre dá uns toques com o propósito de transformar os motoristas em seres humanos. Já teve até matéria cujo título era ( algo próximo disso ) "A Indústria da Multa não existe", coisa que venho dizendo há anos. Se você flagrar e fotografar um verme passando no vermelho, estacionando sobre calçadas ou em locais proibidos, pode mandar a chapa pra eles que eles publicam. É pouco, mas é mais do que sempre tivemos.
Quanto à matéria a seguir, enquanto esperamos inutilmente que o cérebro dessas amebas comece a funcionar, o jeito é seguir - como sempre - torcendo para que batam seus carros num poste ou muro e morram logo, e sem causar transtornos pros outros. Torcer não custa nada.

PERIGO: JOVENS ADORAM JOGAR GAMES ENQUANTO DIRIGEM
Se falar ao telefone e mandar mensagens de texto já são ações arriscadas quando se está dirigindo, uma nova pesquisa revelou que os jovens estão indo além.
A Ingenie, empresa de seguros voltada para jovens, fez um estudo que revelou o seguinte: 18% dos jovens americanos entre 17 e 25 anos jogam games como Angry Birds e Draw Something enquanto estão dirigindo.
Cerca de 30% entre os mais de 1000 entrevistados também afirmaram que acessam o Facebook ao volante ( !!!!! ). Apesar de o problema da desatenção ser evidente, 58% das pessoas ( sic! ) consultadas afirmaram não acreditar que os aplicativos sejam motivo de distração.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Olha essa aqui, Datenas. É sobre pena de morte: Texas executou o "Carlos" errado! ( No pain, no gain, certo? )

Texas mandou o Carlos errado para o corredor da morte
Carlos de Luna foi acusado de ter morto uma mulher. Agora as provas «dizem» o contrário
Carlos de Luna foi executado a 8 de Dezembro de 1989, no Texas, por ter esfaqueado brutalmente Wanda Lopez, em fevereiro de 1983, num posto de gasolina, Shamrock, onde esta se encontrava a trabalhar.
De Luan sempre «gritou» pela própria inocência, afirmando que sabia o nome do homem que tinha assassinado Lopez.
A única testemunha do crime, Kevin Baker, confirmou à polícia, na altura, que De Luna era o assassino. Vinte anos depois, em entrevista, afirmou que não estaria totalmente certo, em relação à identificação do suspeito.
De acordo com o site do jornal «The Guardian», a polícia, que na altura do crime ignorou muitos factos que poderiam ter sido cruciais para a inocência de De Luna, ignorou também factos descobertos nos arquivos, em relação a um homem: Carlos Hernandez, um velho amigo de De Luna, e que, segundo De Luna, era o principal responsável pela morte de Lopez.
Um relatório de 436 páginas foi publicado por uma equipa da Universidade de Columbia, liderada pelo professor James Liebmant e publicado na Revista de Direitos Humanos, vem agora levantar dúvidas sobre a inocência do homem executado há mais de 20 anos.
Liebmant e a sua equipa começaram a investigar, em 2004, minuciosamente este processo, entrevistando mais de 100 testemunhas, viram cerca de 900 peças de material de origem, folhearam fotografias e documentos legais.
Conluiram que, ao contrário de De Luna, Hernandez teve um longo historial de ataques com faca, muito parecidos com o que fora cometido naquele dia. Os advogados de Luna até sabiam do passado criminoso de Hernandez, mas nunca investigaram completamente seus crimes anteriores.
Em Outubro de 1989, a dois meses da execução de De Luna, Hernandez foi acusado por tentar matar uma mulher. O homem dizia frequentemente a amigos que era um assassino «de faca», tendo feito inúmeras confissões de ter morto Lopez.
Liebman e a sua equipa conseguiram provar que De Luna pagou com a vida um crime que não cometeu.
Liebman espera que este trabalho exaustivo sirva de encorajamento, para os americanos pensarem profundamente sobre a pena de morte. (
CM )






Caso Maddie: Médium britânico recebe do Além confirmação de que menina está morta

Dereck Acorah diz ter confirmado a morte de Madeleine McCann através de contactos espirituais com o “além”.
Este popular médium aparece frequentemente em programas na televisão britânica e, em entrevista ao tablóide “The Sun”, Acorah disse ainda que Maddie vai reencarnar em breve, “Quando as crianças morrem e ainda não terminaram o seu tempo na Terra, acredito que escolhem o momento para voltar na mesma forma, ou seja, como uma outra criança”.
Também em declarações ao “The Sun”, os pais de Madeleine já reagiram, dizendo que este médium “não é nada além de um oportunista”.
Kate McCann, mãe de Maddie, tinha dito ainda este mês que “há uma possibilidade real de a filha estar ainda viva”.
Cinco anos depois do desaparecimento de Maddie, o caso foi reaberto pela Polícia Judiciária do Porto e pela Scotland Yard. Nos últimos meses, os investigadores do Porto e do Reino Unido deslocaram-se a Portimão para averiguar o caso e, em Abril, a investigação alastrou-se a Espanha, já que haviam pistas segundo as quais, Maddie estaria em Málaga. ( IONLINE,  "Médium britânico afirma que Maddie está morta" )

Como a psiquiatria começou a inventar doenças

Escondendo os problemas
A subjetividade está ligada à alma, à essência humana? Ou ela pode ser reduzida a relações fisiológicas circunscritas ao cérebro, células e moléculas?
A problemática pode ainda ser expressa de outra forma: tristeza profunda, estado de angústia, dificuldade de aprendizagem e sentimento de fracasso são percalços que fazem parte da condição humana ou são patologias que necessitam de tratamento médico porque o ser humano não deveria ter essas coisas?
Dado o elevado consumo de medicamentos psicoativos, ou antidepressivos, observado no Brasil e no mundo, parece que a visão dominante é a dos múltiplos diagnósticos e síndromes psiquiátricas.
Contudo, as consequências prejudiciais dessa visão, alimentada durante décadas, começam a se mostrar mais claramente do que a problemática que ela procura tratar.
"Limitar nossos sofrimentos decorrentes de problemas sociais a explicações neurológicas ou hereditárias contribuirá para obscurecer os problemas concretos que, em muitos casos, provocaram os sofrimentos", destaca a doutora em filosofia Sandra Caponi na apresentação de seu mais novo livro - Loucos e degenerados: uma genealogia da psiquiatria ampliada, lançado pela Editora Fiocruz.
Doenças inventadas
É crescente a lista de problemas que se transformaram em objeto de intervenção da psiquiatria, dentro da chamada medicalização: os conflitos da vida social são agora pensados em termos médicos.
"As explicações reducionistas levarão a minimizar a capacidade de refletir sobre nós mesmos e restringirão as possibilidades de criar estratégias efetivas para dar resposta a nossos problemas", continua a professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Na pesquisa que originou o livro, Sandra foi buscar na história os elementos que ajudam a entender como se naturalizaram essas explicações biológicas para as condições humanas, expandindo a psiquiatria e tornando-a uma estratégia biopolítica.
A problemática pessoa foi expandida para se tornar uma questão que exigia uma solução social.
Ao contrário dessa psiquiatria ampliada, a psiquiatria clássica se negava a reduzir as alienações mentais a explicações materialistas - era o que defendia Philippe Pinel.
Mas certamente não foi essa a corrente vencedora.
Psiquiatria ampliada
Jean Pierre George Cabanis pegou o conceito de degeneração, originário da história natural, e aplicou-o à medicina, em um trabalho que foi o germe da ampliação da psiquiatria.
Nessa expansão é preciso "curar" ou, antes, prevenir as condutas socialmente indesejáveis.
É daí que surgem as etiquetagens daquilo que é normal e do que não é, na medida que o anormal constitui um desvio do padrão e uma ameaça à ordem - um conceito muito ao gosto do positivismo, muito em voga nos primeiros passos da psiquiatria.
E a psiquiatria tomou para si a solução das síndromes da degeneração.
"Assim, a transformação que permitiu que a psiquiatria expandisse seu espaço de intervenção para a quase totalidade dos assuntos humanos parece persistir nos atuais esforços para consolidar uma psiquiatria ampliada que se relaciona com a medicalização do não-patológico", resume Sandra.
Em larga medida, uma disciplina do campo das ciências acadêmicas, que se queria uma solucionadora de problemas humanos, ao tentar se ampliar demasiadamente, acabou por se transformar em uma "criadora" de problemas humanos e, ao contrário das pretensões dos idealizadores da psiquiatria ampliada, em uma amplificadora dos próprios problemas sociais que ela pretendia corrigir. ( DIÁRIO DA SAÚDE )

Passar através de portas provoca esquecimento nas pessoas!

Deu um branco? A culpa pode ser da porta
Todos nós já passamos por isso: a frustração de entrar em uma sala e esquecer o que fomos fazer, ou pegar, ou procurar lá.
Agora, o Dr. Gabriel Radvansky, da Universidade de Notre Dame (EUA), acredita ter encontrado não exatamente a chave para esse enigma, mas mais propriamente a passagem para ele.
Segundo seus estudos, o que causa o "branco" repentino é justamente o fato de passar por uma porta.
Arquivamento de memórias
"Entrar ou sair através de uma porta serve como uma 'fronteira de eventos" para a mente, que separa os episódios de atividade e arquiva os que ficaram para trás," propõe ele.
Assim, lembrar a decisão que lhe levou até aquela sala, decisão esta que havia sido tomada em uma sala diferente, é difícil porque sua mente também já colocou aquele evento anterior em sua própria "sala mental", como se você não fosse mais precisar dele.
O Dr. Radvansky chegou a esta conclusão depois de fazer três experimentos, usando tanto ambientes reais quanto ambientes virtuais.
Nesses experimentos, estudantes executavam tarefas de memória enquanto caminhavam, ou por uma sala apenas, ou por uma sala até chegar a uma segunda sala, passando por uma porta.
Os estudantes sempre se esqueceram mais quando atravessaram a porta, mesmo quando caminhavam exatamente a mesma distância. O resultado foi o mesmo tanto em ambientes reais quanto virtuais.
Fronteira de eventos
Mas ainda faltava tirar algo a limpo, uma vez que pesquisas anteriores mostraram que estar no mesmo ambiente onde uma informação foi aprendida ajuda a se recordar da informação.
Os voluntários tinham que escolher um dentre vários objetos e, a seguir, andar por várias salas em sequência, mas sempre voltando para a sala original onde fizeram sua escolha.
Não adiantou: em comparação com o grupo que não passou pelas portas, voltar ao ambiente original não melhorou a capacidade dos estudantes em se lembrar da sua escolha inicial.
Os cientistas concluem que o ato de passar através da porta serve como um mecanismo que diz para a mente arquivar o que já passou, um mecanismo forte o suficiente para anular o benefício de voltar ao ambiente original. ( DIÁRIO DA SAÚDE / Revista CÁLCULO )

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Monges budistas apanhados a beber e a jogar póquer

Na Coreia do Sul o jogo a dinheiro é proibido fora dos casinos. O líder da ordem religiosa com milhões de seguidores já pediu desculpa.
É uma imagem que nunca se pensou ver na Coreia do Sul: um grupo de monges budistas seniores a beber e a jogar póquer. Um vídeo divulgado pela imprensa mostrava os monges numa maratona de 13 horas a jogarem póquer e a fazerem apostas, num total de 700 euros.
Num país onde o jogo é proibido, a não ser em casinos, e os monges budistas são vistos como uma das classes mais respeitadas, as imagens de oito religiosos a beber e a jogar a dinheiro causaram algum choque.
Os monges em causa pertencem a uma ordem com cerca de dez milhões de seguidores. Ainda por cima, o escândalo rebentou poucos dias antes do feriado nacional que assinala o nascimento de Buda.
O líder da ordem religiosa já veio a público pedir desculpa pelo comportamento dos seis monges. "Os monges que causaram preocupação pública estão a ser investigados e serão punidos de acordo com o regulamento budista, assim que a verdade for esclarecida", disse Seongho ao jornal inglês "The Guardian". ( EXPRESSO )

Autor defende teoria de que Jack, O Estripador seria uma mulher


Quem disse que Jack, o Estripador, era homem?
Um livro de John Morris defende que Jack, o Estripador, era uma mulher
A obra “Jack The Ripper: The Hand of a Woman”, traduzindo à letra “Jack, o Estripador: A Mão de Uma Mulher”, de John Morris assume que o lendário assassino londrino do século XIX era uma mulher, mais precisamente, Elizabeth Williams, casada com o ginecologista John Williams.
Coincidência ou não, John Williams consta da lista de suspeitos como um dos possíveis “Jacks”. O mistério sobre a autoria dos crimes permanece até hoje por resolver. No entanto, um advogado reformado do País de Gales, John Morris, defende que o estripador era uma mulher que sentia necessidade de se vingar de outras.
O autor explica que as várias pistas que pareciam não ter conexão com os diferentes crimes, passam a ter lógica se os mesmos tivessem sido praticados por uma mulher. O problema é que as provas foram ignoradas por nunca se ter sequer posto a hipótese de o “serial killer” ser uma mulher.
Morris chama a atenção para o facto de que Elizabeth Williams não podia ter filhos e de que era infeliz no casamento. Segundo o autor, isso explica a razão de o estripador (Elizabeth) ter arrancado o útero de três das suas vítimas, já que estas, ao contrário dela, podiam reproduzir.
O facto de as prostitutas atacadas nunca terem sido agredidas sexualmente, justifica mais facilmente o sexo (feminino) do agressor.
Outra das pistas que leva à conclusão que o estripador era mulher, são os pedaços de uma capa e de um chapéu femininos encontrados na chaminé da casa onde vivia Mary Jean Kelly, a última das vítimas de Jack. Nenhuma dessas peças pertencia à vítima.
Segundo consta, Kelly poderia ser amante John Williams, o que explica por que foi ela a última das vítimas do estripador. ( IONLINE )

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Alemanha: homem feito escravo sexual de ninfomaníaca por 36 horas é encontrado aos prantos na rua

Alemão (*) encontrado a chorar na rua após 36 horas de sexo
O homem diz ter sido vítima de uma ninfomaníaca que o usou como escravo sexual
Um homem foi encontrado pela polícia numa rua de Munique, na Alemanha, depois de passar mais de 36 horas a fazer sexo com uma ninfomaníaca. O alemão acredita ter sido vítima da mesma da mesma mulher que, a 09 de abril, obrigou outro homem, um DJ de profissão, a fazer sexo durante cinco horas, avança o jornal britânico «Mirror News».
«Foi um inferno. Nem consigo andar!», queixou-se o homem à polícia, acabando por contar que a conheceu num autocarro e seguiram depois para casa dela.
De acordo com o jornal, o homem terá sido obrigado a fazer amor oito vezes. A mulher acabou detida e enviada a uma instituição psiquiátrica. É acusada de coação sexual e privação de liberdade. Em causa outro crime: a coação e sequestro do DJ Dieter S., de 43 anos, que também se queixa de ter sido usado como escravo sexual. ( TVI24 )

Indonésia: ateu negou a existência de Deus, foi detido, espancado, acusado de blasfêmia e poderá pegar cana braba! Ficou provada sua tese...

Ateu que nega a existência de Deus através do Facebook pode pegar até 11 anos de prisão
Indonésio foi agredido, detido e acusado de blasfêmia
Alex Aan é um ateu da Indonésia que postou a frase 'Deus não existe' em seu Facebook. Ele, que também modera uma página voltada aos ateus, pode ser sentenciado a até 11 anos de prisão por quebrar a lei anti-blasfêmia da mais populosa nação muçulmana.
A publicação de Alex foi feita junto com uma foto de Maomé. Ele foi agredido, detido e acusado de blasfêmia. Embora a Indonésia possua leis para a liberdade de religião, elas só se aplicam a pessoas de seis crenças: Islã, Catolicismo, Protestantismo, Budismo, o Hinduísmo e o Confucionismo. Insultar a principal religião do país pode render uma sentença de 5 anos, e a sentença por espalhar mensagens blasfêmicas pode somar mais 6 anos. Acredita-se que Aan é o primeiro indonês a ser julgado sob a filosofia de estado, que requer a crença em Deus. O governo não permite a não crença em Deus, conforme salientado no relatório do Departamento Internacional de Liberdade Religiosa dos Estados Unidos.
“Ele demonstrou sua intenção de se converter ao Islamismo, porém, ele não fez declarações de fé. Nem mesmo se ele converter-se, não poderia livrar-se das acusações, devido seu ato de blasfêmia”, disse o chefe da polícia de Jakarta, Chairul Aziz. Algumas pessoas chegaram a pedir a decaptação de Aan em sua página do Facebook.
O ateu, que revelou ter sido agredido por um grupo de detentos ao saber da blasfêmia, está sob regime de prisão preventiva aguardando o veredito.
“O que Alex ‘fez’ foi exercitar sua liberdade de expressão," disse Taufik Fajrin, um de seus cinco advogados que o representa em seu caso. "Iremos fazer nosso melhor para libertá-lo, mas só espero que receba o mínimo da sentença. Promover os direitos humanos aqui é difícil, porque você enfrenta fanáticos e culturalistas radicais. Mesmo nós, como seus advogados, estamos preocupados que radicais venham ao nosso escritório ou casas e nos apedrejem. Isso é um desafio." ( GUIAME )

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