segunda-feira, 30 de abril de 2012

domingo, 29 de abril de 2012

E o tal do "kuduro"?

Quando soube duma tal "Dança do kuduro", já imaginei coisa de sacanagem. Aí, fiquei sabendo que se trataria duma suposta "dança africana". Apesar do Gugol Encyclopediae permitir uma busca efetiva, afim de verificar se é isso mesmo, deu-me uma preguiça e desisti. Por quê? Simples.
Bom, segundo o glorioso jornal popular Agora SP ( Grupo Folha Ditabranda ), esse tal de "kuduro" é a "nova moda" que surgiu numa novela da Globo ( novidade ) e "pegou" nas "academias". Como sabemos que largas parcelas da população brasileira se preocupam mais com as academias de ginástica e não com as academias de propósito de estudo, isso não surpreende em nada.
Questionei um amigo meu, proprietário duma banca de jornais e ele repondeu à minha inquirição: "Vendo mais revistas de cabelos, unhas, cosméticos e fofocas que revistas que tratam de História ou Filosofia."
Ponto para a futilidade. Ponto para o "kuduro".
Relembrando: a "dança do kuduro" é uma moda imposta por uma novela da Globo, e que largas parcelas da população brasileira acataram/obedeceram pocotozamente, como é da irritante praxe.
MINHA DANÇA
Logo, percebi que não preciso ficar com vergonha de revelar que, durante uma estadia antopológica na semi-perdida tribo dos Iaguzambas ( Peru ), aprendi a secreta e mística "Dança do Palduro", revelada a apenas alguns iniciados.
Os dançarinos masculinos são denominados "peruduros" e as dançarinas fêmeas ( virgens de 16 aninhos ) são denominadas "kuzudas". Tudo sem sacanagens nem duplos-sentidos, claro.
NOME DE PALAVRÃO
Tenho certeza de que esse negócio de "kuduro" só ficou famoso ( Ficou mesmo ou é lorota? E, se ficou, who cares? ) por causa da sonoridade do nome. Pode apostar.
CU-LTURA
É a legítima e autêntica cultura africana, entrando lenta e delicadamente pela portinha dos fundos da cultura estabelecida da família brasileira. Depois disso, todas as portas ficam escancaradas e, diria eu, arrombadas, até que uma nova moda surja e arrombe tudo novamente.
Valei-me, Santa Janete Claire!
Valei-me, São Dias Gomes! 

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Ou os ricos diminuem seu consumo excessivo, ou em 2050 a Terra...CAPUFFF!

Estudo foi feito para Royal Society e lança o alerta para daqui a 38 anos. Segundo os investigadores, planeta terá entre oito a 11 mil milhões de habitantes, numa altura em que apenas suportará um máximo de nove mil milhões.
Em 2050, daqui a 38 anos, os recursos que o planeta Terra possui não devem ser suficientes para tanta população. Segundo um estudo divulgado esta semana, que cita as previsões da própria ONU, em 2050 as previsões apontam para uma população entre os oito e os 11 mil milhões de pessoas. A Terra aguenta nove.
Para contornar esta tendência, os especialistas desta investigação apontam o consumo excessivo dos países ricos, que contrasta com a pobreza limiar em muitas regiões do mundo, onde existem pessoas que vivem com pouco mais de um dólar por dia.
O mesmo estudo revela ainda um crescimento da população que tem obrigatoriamente de ser travado, visto que em cinco dias nasce em média um milhão de pessoas em todo o mundo.
Entre as recomendações deste grupo de especialistas, liderado pelo Prémio Nobel John Sulston, estão questões importantes como o planeamento familiar, a redução e igualdade no consumo, e a urgente diminuição de dependermos cada vez mais da Terra.



Chorem, Datenas! Mais um estado norte-americano abole a pena de morte!


Fim da pena de morte em mais um estado norte-americano
O estado norte-americano de Connecticut anunciou ontem a abolição da pena de morte enquanto pena máxima prevista na lei, substituindo-a pela prisão perpétua «sem possibilidade de libertação». O anúncio foi feito através de um comunicado divulgado na página oficial do governador Dannel Malloy.
Apesar de classificar o momento como «histórico», o governador lembra que não é motivo de «celebração». É sim de «reflexão» por os EUA estarem a juntar-se gradualmente ao «resto do mundo industrializado» que não permite a pena de morte.
Dannel Malloy, que admitiu ter sido um apoiante desta forma de penalização legal, afirmou que aprendeu ao longo da sua experiência profissional nos tribunais que o sistema de justiça norte-americano é «muito imperfeito» e que, como tal, abolir a pena de morte é «a única forma de garantir que não seja injustamente aplicada».
Outro factor que o governador explica tê-lo levado a tomar esta decisão é o uso quem tem sido dado à pena capital ao longo dos anos no estado do Connecticut. O facto é que, nos últimos 52 anos, apenas duas pessoas foram condenadas à morte, e apenas aconteceu porque, tanto uma como a outra, se voluntariaram.
Na prática, explica o governador, o que costuma acontecer com a lei vigente é os condenados recorrerem a «apelo atrás de apelo», o que lhes dá um mediatismo e uma atenção que não merecem.
Nos últimos anos, os EUA têm caminhado no sentido dos restantes países do mundo desenvolvido e industrializado de abolir a pena de morte [ grifo deste blog ]. A lei já foi alterada nos estados de Nova Iorque, Nova Jersey, Novo México e Illinois e, ainda este ano, também a Califórnia se prepara para questionar o povo sobre este tema através da realização de um referendo.
Connecticut torna-se assim o 17º estado norte-americano a pôr fim à pena de morte.





'Farewell Intercourse': agora dizem que não tem lei nenhuma ( Mas não vou tirar! )

Polémica com falsa lei de sexo com mulheres mortas
Uma alegada proposta de lei que permitiria que os maridos egípcios pudessem ter sexo com as mulheres até seis horas depois de elas terem morrido [ veja a história aqui ] foi apontada como falsa.
A notícia teve origem num artigo de opinião no jornal estatal egípcio 'Al-Ahram', assinado por Amr Abdul Samea. A informação de que o Parlamento estava a analisar uma "lei da necrofilia", além de diminuir a idade legal do casamento para os 14 anos, foi depois relatada pelo site da Al-Arabiya, na sua versão inglesa, passando rapidamente para o tablóide britânico 'Daily Mail' e para o site do 'Huffington Post'.
Ambas as organizações apresentam já uma versão corrigida dos fatos, dizendo que os media egípcios estão a dizer que a história é falsa, tendo começado com um rumor espalhado por pessoas leais ao ex-presidente Hosni Mubarak. É que a alegada proposta de lei teria sido apresentada pelo novo Parlamento, dominado pelos partidos islamitas.
O 'Daily Mail' cita fontes na embaixada egípcia em Londres, que dizem que a proposta é "completamente falsa" e "nunca imaginariam que tal pudesse acontecer", já que a necrofilia é "proibida no Islão".
O tema do sexo com as mulheres mortas surgiu pela primeira vez em maio de 2011, quando um clérigo marroquino sugeriu que o casamento continua a ser válido depois da morte, pelo que é válido se o homem quis manter relações com a sua mulher morta. O mesmo se passa com uma mulher que fique viúva. ( DN ) 



Trânsito: Dois ( textos ) sobre bikes e pedestres

Informalidade como solução
TRÂNSITO ATIVO  e Revista BICICLETA
O grande papel da inserção das bicicletas na cidades brasileiras talvez não seja pelos benefícios óbvios, mas por uma característica por vezes desvalorizada, a informalidade. Quem pedala é mais ser humano do que "condutor de um veículo". A identidade permanece com a pessoa, não se transfere para o objeto.
Ao manter-se humano, o ciclista é capaz de continuar tão cidadão quanto é fora da bicicleta, e no Brasil isso pode significar muito. Em um país que ainda tem muito o que aprender sobre representação e representatividade política o exercício constante da cidadania é um bom caminho.
Planejar para a bicicleta é buscar entender comportamentos universais ao invés de fabricar um código de conduto aplicável apenas à máquinas. Pensar no ciclista é incluir o erro humano em tudo.
Uma cidade para ciclistas só é possível quando pensada fora de um escritório com ar condicionado. A cidade brasileira de bicicletas é aquela que tem favelas, tem o transporte público como alternativa precária, tem concentração de renda, mas é acima de tudo uma cidade que sobrevive à desorganização e é repleta de redes de relacionamentos.
Pela total incapacidade de organizar o Brasil do zero, estamos fadados a buscar nossas próprias soluções, fabricar o nosso urbanismo antropofágico que vá além do modelo milenar europeu e seja capaz de corrigir o rumo do rodoviarismo norte-americano que também falhou em terras brasileiras.
Colocar as necessidades humanas e suas informalidades em primeiro lugar é o ponto de partida. Reverter o caos urbano e a perda de qualidade de vida é rever a maneira como encaramos nossas cidades. E a bicicleta é capaz de oferecer a mudança de perspectiva fundamental para ajustar o rumo do desenvolvimento urbano de forma compatível com a qualidade de vida e a sustentabilidade.
Ao simplesmente mudar a maneira de olhar a cidade, o ciclista transforma-se em agente da transformação através da reconquista do espaço público das ruas. Ao invés do rolo compressor que destrói para a construção de avenidas, o ciclista tece relações e conecta espaços, tira a rigidez do asfalto e seu uso único para trazer vida onde antes havia engarrafamentos.
Como propõe o jornalista Denis Russo Burgierman, talvez nossos problemas urbanos sejam grandes demais e essa seja uma grande vantagem.
Natália Garcia escreveu sobre esse mesmo tema em um post chamado "Soluções informais" no blog Cidades para Pessoas. ( JOÃO LACERDA )

O SEGUNDO TEXTO A QUE ME REFERI NO TÍTULO É ESTE:

É comum pedestres e ciclistas serem criticados, e com razão, por não respeitarem as sinalizações de trânsito, em especial os semáforos. Isso é fato. No entanto, é necessário entender o que há por trás de um comportamento em massa contra as regras.
As cidades do Brasil privilegiam a fluidez dos veículos automotores, sendo que as rotas dos pedestres e dos ciclistas não são delineadas, muito menos sinalizadas.
Os pedestres e os ciclistas, excluídos da mobilidade urbana, sem infraestrutura como calçadas, ciclovias, ciclofaixas, sinalização e respeito enquanto cidadãos, caem na marginalidade e a palavra “marginal” tem a mesma semântica de “ilegal”.
Tudo isso é consequência da exclusão dos modais “a pé” e “de bicicleta” no planejamento urbano de nossas cidades. Pedestres e ciclistas são excluídos, são “o resto”, portanto marginalizados e daí caem na ilegalidade. Cidadão sem direitos é consequentemente um cidadão sem deveres.
Portanto, embora errada a atitude da população em não respeitar a sinalização de trânsito, é importante entendermos que essa desobediência civil é uma evidência de que está passada a hora de se mudar o conceito do uso do espaço público de nossas cidades.
Falta educação, mas falta adequação também.
São Paulo, por exemplo, é uma cidade onde 80% do espaço público é ocupado para a circulação ou estacionamento em vias públicas de carros. Mas os automóveis atendem apenas 28% dos deslocamentos urbanos. Veja a discrepância!
Os veículos particulares paralisam a cidade, são responsáveis por 70% da poluição do ar, atropelam e matam 4 pessoas por dia e geram um custo social enorme. Mesmo assim a política pública não estimula o transporte público, e concentra seus investimentos em novas avenidas e viadutos que, muitas vezes, não permitem sequer a passagem de pedestres, de ciclistas ou mesmo de ônibus.
Exemplo disso é a Ponte Estaiada Otávio Frias, aquela que enfeita o fundo do noticiário da Rede Globo. Essa ponte sacou 300 milhões dos cofres públicos e não permite a passagem de pedestres, de ciclistas e de ônibus.
A Avenida Paulista é outra aberração. Enquanto um milhão e meio de pedestres circulam por suas calçadas, apenas 60 mil cidadãos nela trafegam em 50 mil veículos por dia. Um pedestre leva no mínimo 5 minutos para mudar de calçada e atravessar uma esquina devido ao tempo dos semáforos e a falta de faixas de pedestres na diagonal.
E para piorar, a velocidade máxima permitida aos carros na Paulista é de 70 km/h! As chances de sobreviver a um atropelamento a 70 km/h são próximas de zero, assim os pedestres ao atravessarem a avenida, cruzam um corredor de balas guiadas por seres humanos suscetíveis a falhas e terão morte certa no caso de um erro.
Somente em SP, cerca de 12 pessoas morrem vítimas da poluição, em dias de inversão térmica esse número sobe a 20. Em média, 17% dos leitos hospitalares estão ocupados por doentes decorrentes da contaminação do ar. Esse custo é pago pelo estado e pela população, e não pelos seguros dos automóveis.
No mundo, 250 mil crianças morrem atropeladas por carros ao ano. Acidente de carro é a principal causa de mortes de crianças e adolescentes.
Voltando ao tema inicial, é comum os noticiários atribuírem a culpa da morte de um atropelado à própria vítima que teria atravessado a rua em “lugar impróprio”. 62 % dos mortos em trânsito na capital são pedestres e ciclistas. Nós somos as vítimas!
A esmagadora maioria das pontes, dos viadutos, das direitas livres não tem faixa de pedestre, e os cidadãos a pé são obrigados a atirarem-se em meio aos carros para se locomover. Sem falar que é comum as faixas de pedestres estarem longe de onde existe a real demanda de pedestres. Não atendem a lei do mínimo esforço que deveria prevalecer aos pedestres e aos ciclistas.
Nunca em minha vida vi aqui na cidade um fiscal da CET sequer advertir algum motorista que, ao virar à direita, tenha desrespeitado o cidadão na faixa de pedestre. Muito pelo contrário, a atitude dessa autoridade de trânsito em geral é de acelerar essa conversão para melhorar a fluidez dos veículos.
Esse modelo está tão enraizado como “normal” na população, que todos os pedestres atravessam as ruas com medo, correndo, acuados e “saindo logo da frente”, atitudes de excluídos.
Essa anormalidade vai além. Uma breve pesquisa sobre as decisões do Tribunal de Justiça de São Paulo, em relação a atropelamentos, prova que o pedestre nunca tem razão se estiver fora da faixa. Mesmo na própria faixa, existem casos que o pedestre foi considerado culpado “por não ter prestado atenção”.
Veja bem: eu estou focando os pedestres, pois caminhar é a forma mais natural de se locomover, imagine então pedalar! Se o pedestre é excluído, o ciclista é ainda mais. [ Nota deste blog: Discordamos levemente disso. Por se referir à mais antiga forma de locomoção conhecida - não considerando nadar e andar de cipó - a caminhada é oposta à modernidade representada pela máquina, seja carro ou moto ( e, em última instância, a bicicleta, mas sem que esta represente o perigo dos anteriormente citados; Reitero: não podem ser classificados como "opostos", bike e gente ). "Antigo", nos tempos atuais, significa "obsoleto" e o humano caminhante terá quase o mesmo significado. Digamos que a "briga" ficaria entre os "humanos não obsoletos" ( motoristas ) e os "humanos obsoletos" ( o pedestre ), sendo que estes últimos são a base de tudo, mas estão no topo da "cadeia alimentar", ou seja, nossa vontade é que deveria prevalecer. Mas... ].
Até pouco tempo, as ocorrências com ciclistas eram consideradas como com “outros”. No prontuário da CET havia como qualificar atropelamento de pedestres, de motociclistas, de animais, de carroças e de “outros”. Ciclistas sequer figuravam como possíveis vítimas.
Uma das formas para mudar esse processo seria “condenar” essas autoridades todas - os políticos, sobretudo os do executivo, os juízes, os fiscais da CET, os motoristas com pontos na carteira, os secretários de transporte, enfim toda essa turma que acha “normal” essa situação - a simplesmente caminhar ou pedalar pelas ruas de nossas cidades.
A única forma de mudar esse cenário é vivenciar o problema. Assim, antes de condenar a atitude “ilegal” dos pedestres e dos ciclistas, é necessário experimentar “in loco” a mobilidade urbana dos excluídos.
Esses “excluídos” são a esmagadora maioria da população, uma vez que 38% dos deslocamentos urbanos de São Paulo são feitos exclusivamente a pé. Isso significa que esse cidadão não combina seu deslocamento com nenhum outro modal, vai exclusivamente a pé.
O principal equipamento urbano que um pedestre necessita são calçadas e estas são da alçada do dono do terreno, ou seja, enquanto investe-se um zilhão de dinheiro na estrutura para os que vão de carro e muito pouco para o transporte público, o estado cruza os braços para as calçadas e nem se dá ao luxo de fiscalizá-las [ Nota deste blog: E, quando declara que, finalmente, irá fazê-lo, surgem vozes reclamando ( como visto em São Paulo ), dizendo que o próprio estado - ou seja, a Prefeitura - mantém suas calçadas ilegais e não teria "moral" para autuar ninguém; o que estes cínicos não admitem é que a prova da incompetência da Prefeitura paulistana não está no fato dela manter suas calçadas em más condições, mas em ter permitido, ao não cumprir seu obrigatório papel fiscalizador, que as calçadas particulares chegassem ao estado em que se encontram hoje, para a total conveniência dos que hoje reclamam ]
Para finalizar, não há esperanças de respeito aos ciclistas por uma sociedade que não respeita os seus pedestres! [ Nota deste blog: o último parágrafo corrobora o parêntese aberto acima ]







'Farewell Intercourse': maridos egípcios vão ter o direito de fazer sexo com as esposas recém-falecidas

Egito prepara-se para legalizar sexo com mulheres mortas
Os maridos egípcios vão ter, em breve, o direito de fazer sexo com as esposas mortas, até seis horas após o último suspiro da mulher. O pacote legislativo em estudo baixa, ainda, para 14 anos a idade mínima legal para casar.
O novo parlamento do Egito, dominado pelos islamistas, está a preparar um pacote legislativo que choca vários setores da sociedade do país. Das medidas reveladas, a mais controversa pretende aprovar o "sexo de despedida", legalizando a possibilidade do marido fazer sexo com a mulher, até seis horas após a hora da morte da companheira.
Segundo a imprensa egípcia, a legislação proposta pretende, ainda, baixar para 14 anos a idade mínima legal para casar e tem como pano de fundo afastar as mulheres do mercado de trabalho e da escola.
O Conselho Nacional para a Mulher (CNM), do Egito, está a lutar contra a implementação destas medidas, que "marginalizam e diminuem o estatuto da mulher e vão afetar negativamente o desenvolvimento humano do país", conta o tablóide britânico "The Daily Mirror".
Segundo o jornal egípcio "Talawai", a líder do CNM, Mervat al-Talawi, escreveu ao porta-voz da Assembleia Popular do Egito a mostrar preocupação com alterações à lei com base em "alegadas interpretações religiosas". ( JN )








quinta-feira, 26 de abril de 2012

Por causa de uma vaga de estacionamento: chinesa mata homem ao apertar-lhe os testículos durante uma discussão


Aconteceu na China durante uma disputa por um lugar de estacionamento. Homem foi agredido pelo marido da mulher, que depois lhe apertou fortemente os testículos. Chinês ainda foi transportado para o hospital, onde acabaria por morrer horas mais tarde.
O caso ocorreu na cidade chinesa de Haikou, na região de Hainan (China). Uma mulher de 41 foi buscar a sua filha à escola e estacionou a sua pequena mota em frente a uma loja. O dono saiu do estabelecimento em protesto, não queria que a mulher colocasse ali o seu veículo.
Chinês e chinesa acabaram por discutir, tendo a mulher chamado mesmo o seu marido, que partiu de imediato para o confronto físico.
Após alguns murros, a chinesa decidiu entrar também em ação, apertando duramente os testículos ao lojista, que caiu inanimado no chão segundos depois.
Uma equipa médica foi chamada ao local de emergência, transportando depois o homem para o hospital mais próximo. Passadas algumas horas, o óbito acabaria por ser confirmado. ( PTJornal )


Suíça que aderiu à "Dieta da Luz do Sol" morre


Suíça morre devido a dieta em que se alimentava "de luz do sol"
Uma mulher morreu à fome na Suíça após ter seguido uma dieta que exigia que deixasse de comer ou beber, e que vivesse apenas de luz do sol, noticia o jornal suíço 'Tages Anzeiger'.
O jornal noticia que a mulher, de origem suíça e que teria cerca de 50 anos, decidiu seguir uma dieta radical em 2010 após ver um documentário austríaco sobre um guru indiano que viveu desta forma até aos 70 anos.
Segundo o 'Tages-Anzeiger', existem casos semelhantes na Alemanha, Reino Unido e Austrália.
O Ministério Público do cantão suíço de Aargau confirmou na quarta-feira que a mulher faleceu em Janeiro de 2011, na cidade de Wolfhalden, no sul da Suíça, mas que aquele organismo não abriu qualquer inquérito para investigar o sucedido. ( CM )


Gratidão: doa rim, salva vida de chefe, e acaba no olho da rua

Norte-americana diz que se sente usada pela sua superior hierárquica
Doa rim para salvar chefe mas acaba despedida
Existem várias formas de conservar o emprego, mas a doação de um rim para o chefe parece não ser uma boa aposta. Que o diga Debbie Stevens, uma norte-americana, de 47 anos, que foi despedida apesar de um dos seus órgãos ter sido entregue à sua superior hierárquica na Atlantic Automotive Group.
De acordo com o ‘The Post’, Debbie apresentou na sexta-feira uma reclamação junto da Comissão de Direitos Humanos de Nova Iorque, alegando que a sua chefe, Jackie Brucia, de 61 anos, a usou para garantir a doação do rim, tendo-a depois descartado.
“Tornei-me doadora de órgãos devido à minha chefe. Não queria que ela morresse”, justificou Debbie Stevens, acrescentando que tudo mudou após a cirurgia. “Depois da operação comecei a ser maltratada, de forma desumana. Senti que fora contratada apenas para doar o rim”. ( CM )


terça-feira, 24 de abril de 2012

Clint Estwood: O xerife na mira do tiro

Dois livros recém-lançados - um no Brasil e outro na França - reforçam o movimento de 'desmistificação' do ator, diretor, produtor e roteirista norte-americano Clint Eastwood
Na literatura como na vida, Norman Mailer tanto criticou o macho norte-americano como se investiu do papel. Ele devia, portanto, saber do que falava quando, nos anos 1970, desferiu uma frase de efeito sobre - e contra - Clint Eastwood: “Ele é a prova de que se pode ser bem-sucedido vivendo a vida com frieza.” Nos 80, reformulou o pensamento e saudou em Clint “um grande artista”. Ao longo de mais de 60 anos de carreira, e desde meados dos anos 1950, quando encarnou na TV o caubói da série Rawhide, Clint visava o alto. Ele queria ser um astro e, mais tarde, um grande diretor. Recebeu duas vezes o Oscar da categoria - por Os Imperdoáveis e Menina de Ouro -, mas se prepara agora para completar 82 anos (em 30 de maio) sem haver atingido outra de suas metas: a consagração como ator, reconhecida pela Academia de Hollywood.
O próprio Clint sabe que sua última chance de ganhar o Oscar de ator foi com Gran Torino, que a Academia esnobou, nem sequer indicando a produção para melhor filme ou diretor, o que se repetiu este ano com J. Edgar. Digamos que o xerife de Hollywood não esteja na sua melhor fase, mas ele já teve outras piores. Ressurgiu sempre. O problema é que, octogenário, as chances de ressurreição vão ficando cada vez mais difíceis. E, assim como continua sendo cultivado em muitas frentes como “autor”, há hoje um movimento muito forte de desmistificação do Homem sem Nome, (anti) herói emblemático que começou a desempenhar nos spaghetti westerns de Sergio Leone, há quase meio século. Dois livros participam do movimento. Um deles está saindo no Brasil. Chama-se Clint Eastwood - Nada Censurado, de Marc Eliot. No original é American Rebel - The Life of Clint Eastwood, mas a Editora Nova Fronteira deve ter achado que a imagem de Clint como rebelde americano não cola mais, para um sujeito tão idoso (e consagrado). O outro livro, bem mais devastador, saiu na França e segue sem editora no País: Clint Fucking Eastwood. O autor é o crítico Stéphane Bouquet e a editora é a francesa (apesar do nome) Capricci. É o sétimo lançamento de uma coleção sugestivamente chamada de Actualité Critique, Atualidade Crítica.
Ambos, o autor norte-americano e o francês, e um (o primeiro) certamente mais admirador que o outro, não deixam de reconhecer que Clint talvez não seja, talvez nunca tenha sido, o herói cuja imagem esculpiu. O sujeito “frio” (re)visto por Norman Mailer escolheu, sintomaticamente, um nome espanhol, Malpaso, para intitular sua produtora. Na época, Clint estava se estabelecendo em Hollywood após adquirir fama e fortuna na Itália, com westerns rodados na Espanha. Poderia ser uma homenagem, mas Marc Eliot fornece uma explicação até mais prosaica. Malpaso, Mau Passo, é o nome do córrego que delimita a propriedade de Clint Eastwood em Carmel, onde ele comprou sua casa (e de onde mais tarde foi prefeito). Vai se enganar quem buscar aí uma metáfora da trajetória de Clint.
Nunca houve um mau passo na determinação com que ele traçou a própria trajetória, exceto eventuais apostas criativas nas quais o público não correspondeu, mas isso é normal na obra de qualquer arista. Com uma frieza notável, digna de Dirty Harry - o inspetor Harry Callahan, seu personagem emblemático na série policial que começou com Don Siegel -, Clint nunca vacilou em se ver livre de agentes, diretores, amantes, de quem quer que fosse que, em algum momento, pudesse se constituir em entrave aos seus planos. Dirty Harry eliminava com tiros de sua Magnum 44. O calibre do Clint ator, produtor e diretor, enfim do “astro”, sempre foi de outra ordem - seu poder de fogo na indústria. O caso mais notável é o de sua ex-mulher, Sondra Locke, atriz e diretora. Marc Eliot deixa ao espectador o beneplácito da dúvida sobre se Sondra não estaria mesmo tentando se beneficiar do ex-marido, que a submeteu a muitas (excessivas?) humilhações. Pode ser, mas Eliot revela detalhes de um acordo que Clint fraudou com a empresa Warner para impedir que ela seguisse com a carreira na Warner (onde ele era rei).
Sondra nunca conseguiu emplacar um projeto na empresa, após a separação. A alegação era sempre a mesma - incompetência (dela), mas, como diretora, Sondra havia sido capa de Cahiers du Cinéma antes de Clint, com Ratboy. Ressentido e autoritário - o humanismo fica para os filmes -, ele não lhe estendeu a mão, como faria um herói fordiano como John Wayne, nem quando ela teve câncer de mama e se submeteu a uma mastectomia. As mulheres sempre foram um problema para Clint. Problema não é bem a palavra. As feministas de carteirinha se ouriçavam quando Dirty Harry empunhava a Magnum na tela. Na vida, Clint colecionava amantes e filhos ilegítimos. Com um amigo ator, nos anos 1950, a diversão era sair com starletes e comparar, no dia seguinte, as respectivas performances.
É interessante, mas Stéphane Bouquet inicia seu livro assinalando justamente como o tamanho do pênis é importante no cinema de Clint. Você nem deve se lembrar, mas ele cita cenas e diálogos que revelam verdadeira obsessão pelo tema. O tamanho do pênis é um símbolo muito antigo de macheza (e poder). Com exceções, é claro - o Clint sensível de As Pontes de Madison -, essa elefantíase do sexo masculino presta-se a uma observação curiosa. Nos filmes que protagoniza, Clint está sempre a postos para salvar o mundo, mesmo pelo sacrifício (como em Gran Torino). Nos filmes em que ele não aparece, a ausência permite uma constatação. Os heróis substitutos não têm força para a tarefa de salvar o mundo. A humanidade, e a própria estrutura narrativa, ficam à deriva.
O salvador tentou ser vice do ex-presidente George Bush (pai), mas o Partido Republicano não encampou a candidatura. Quando se candidatou a prefeito de Carmel, Clint o fez sem legenda. A história dessa candidatura merece ser contada. Clint se candidatou porque o prefeito em exercício proibia a venda de sorvetes em casquinha na praia. Dirty Harry, ou super-Clint, fez da defesa da casquinha a sua plataforma. Mas havia mais - como cidadão mais ilustre da cidade, ele pleiteou a autorização para fazer uma reforma na casa. Foi impedido, sob a alegação de que o código de construção não permitia.
Eleito, Clint liberou as casquinhas, demitiu os funcionários que o impediam de fazer a reforma que queria - e modelou a casa ao seu gosto. Isso feito, requereu licença, voltou à carreira em Hollywood e entregou a administração a uma funcionária da prefeitura de Carmel. Clint que nos perdoe, mas isso está mais para um canalha do que para o herói, mesmo ambivalente, que ele protagonizou para Leone e Siegel.

Sobre o homem, antes do artista
Marc Eliot corre o risco de interessar menos aos cinéfilos
Tudo o que você queria saber sobre o homem Clint Eastwood, mais do que sobre o artista. Marc Eliot pesquisou em jornais, revistas e livros de outros autores para traçar seu perfil do xerife de Hollywood. Sua biografia evita o puxa-saquismo do biógrafo oficial de Clint, Richard Schieckel. Mas, se conta tudo sobre as mulheres, as amantes e os filhos bastardos em Nada Censurado, Eliot resume a discussão sobre os filmes a clichês que parecem saídos de notas de produção.
A consequência é que ele corre o risco de satisfazer mais o público ávido por fofocas do que os cinéfilos. Clint veio de uma família humilde. O pai penou durante a depressão econômica dos anos 1930. Ele próprio percorreu um longo e difícil caminho para se impor, primeiro na TV, na série Rawhide. Os dois Oscars de melhor filme e direção, por Os Imperdoáveis e Menina de Ouro, não o acalmaram. Clint, segundo Eliot, sempre sonhou com o prêmio de ator.
É quando quer ser crítico com o homem que Eliot ilumina o artista. Clint ia só interpretar As Pontes de Madison. O diretor Buce Beresford queria uma atriz nórdica - Lena Olin - no papel. Clint exigiu Meryl Streep. Contracenar com ela ajudaria no próprio Oscar. Beresford se demitiu, Clint fez o filme ao seu jeito. Não ganhou o prêmio, mas Madison ficou bom demais.

O fetiche de uma velha América
Filmes não justificam reputação, provoca Stephane Bouquet Psicanálise elementar, caro leitor. O crítico francês Stephane Bouquet, ex-Cahiers du Cinéma, não é um fofoqueiro profissional como Marc Eliot (leia ao lado). Ele se debruça sobre o artista - e o Clint pós-Os Imperdoáveis. Chega a J. Edgar. O poderoso diretor do FBI vira um clone patético de Norman Bates (em Psicose, de Alfred Hitchcock).
Bouquet parte do princípio de que só os filmes não justificam a reputação de Clint. Mas, se não, o que explica o culto? Os filmes não cessam de traçar autorretratos do artista. Por meio do retrato de um machão de carteirinha, Bouquet traça uma análise bastante crítica da América. Ou do que restou do sonho americano.
Assim como analisa o culto do falus na obra do autor - a Magnum de Dirty Harry não é 44 por acaso -, Bouquet tem um olhar arguto para o que considera a “fetichização” de Clint. Desdobrando-se em personagens como os pistoleiros de Sergio Leone, os policiais de Don Siegel, músicos como Bird e cineastas como John Huston (nos próprios filmes), ele se oferece à veneração dos espectadores. Na verdade, é a conclusão de Bouquet: o que os fãs veneram em Clint é o fetiche que representa, de uma (velha) América da qual insiste em ser o último representante.







sábado, 21 de abril de 2012

Se chineses tivessem tantos carros como os americanos esgotariam petróleo mundial

Se a percentagem de veículos na China fosse igual à dos Estados Unidos o consumo chinês de petróleo excederia largamente toda a produção mundial, indica um estudo divulgado este sábado no China Daily.
A China tornou-se em 2009 o maior mercado automóvel do mundo, mas o número de veículos, relativamente à população, é cerca de 14 vezes inferior ao dos Estados Unidos.
Pelas contas do jornal, em 2010, havia na China 58 veículos por mil habitantes, contra 840 nos Estados Unidos, 590 no Japão e 547 na Alemanha.
Na mesma altura, a procura de petróleo por parte da China rondava os 6 milhões de barris por dia.
Se a percentagem de veículos fosse igual à dos Estados Unidos, a procura chinesa nesse domínio chegaria aos 86,8 milhões de barris por dia, mais 12,8 milhões de barris do que a produção mundial em 2010.
Até há apenas vinte anos, a bicicleta era o único meio de transporte privado acessível à esmagadora maioria das famílias.
Só em Pequim, a capital do "Reino das Bicicletas", havia cerca de 7,5 milhões - mais de uma por cada família.
Segunda maior economia do mundo, a seguir aos Estados Unidos, a China é também o país mais populoso, com cerca de 1.340 milhões de habitantes. ( JN )

Nome de palavrão: moradores de aldeia austríaca querem mudar nome do lugar

Cansados de brincadeiras com nome
Moradores de Fucking querem mudar nome de aldeia
Os moradores da aldeia austríaca Fucking estão fartos: habituados a serem alvo de piadas e cansados de assistir a roubos de placas por parte de turistas ( devido ao palavrão inglês que se escreve da mesma maneira ), querem mudar o nome da povoação.
Os políticos locais aceitaram avançar com um debate com os 104 moradores para decidir uma nova denominação para a localidade que herdou o seu nome em homenagem a um alemão chamado Focko, fundador da região no século VI.
Porém, de acordo com o ‘Daily Mirror’, houve mais um revés no propósito: no início da semana esteve em discussão a passagem de Fucking para Fugging, mas a ideia teve de ser abandonada porque já existe uma aldeia austríaca chamada Fugging há mais de um século.
Fucking tem a actual grafia desde o século XVIII e gerou um pequeno culto em torno dos turistas.
A questão de alterar o nome da aldeia não é nova, mas nas anteriores tentativas o termo Fucking acabou por prevalecer. ( CM )

COMENTÁRIO DO BLOG: Realmente, deve ser foda aguentar tanta gozação...

Beber álcool faz com que os outros pareçam mais atraentes

Estudo de dois investigadores da Universidade de Roehampton, em Londres, descobriu que quem consome álcool tem mais dificuldade em distinguir simetrias
Um estudo britânico realizado na Universidade de Roehampton teve como objectivo analisar os gostos das pessoas em relação a outras depois de ingeridas bebidas alcoólicas. Os 64 indíviduos que participaram no estudo foram divididos em três grupos: o primeiro grupo bebeu vodka, o segundo tomou um placebo (uma bebida não alcoólica com um sabor semelhante a vodka) e o terceiro e último grupo ingeriu sumo de laranja.
Numa primeira etapa, as pessoas tiveram que observar fotografias de vinte pares de rostos - um simétrico e outro assimétrico - e identificar qual dos dois era o mais atraente. Seguidamente, os investigadores passaram 20 representações de um único rosto que deveriam ser nomeadas de "simétrico" ou "assimétrico" pelos participantes.
De acordo com os cientistas da Universidade de Roehampton que levaram a cabo esta investigação, Lewis Halsey, Joerg Huber, Richard Bufton e A.C. Little, a simetria facial é naturalmente considerada como algo belo e agradável. Quando o nível de álcool aumenta no organismo das pessoas, o cérebero humano altera-se e passa a crer que a maior parte dos indíviduos à sua volta possuem rostos simétricos.
Simetria torna-se menos evidente
Os resultados obtidos pelos investigadores revelam que os estudantes que estavam sob o efeito do álcool tinham mais dificuldade em distinguir a simetria do rosto humano. Já os participantes que não tinham ingerido a bebida alcoólica optaram claramente pelos rostos simétricos. Através do estudo, os cientistas puderam também aferir que as mulheres afectadas pelo álcool perdem mais facilmente a capacidade de distinguir as simetrias em relação aos homens.
Segundo Ana Carvalheira, psicóloga entrevistada pelo JPN, pode haver uma possível hipótese explicativa que se prende com o facto de as mulheres terem uma socialização mais repressiva. "Elas têm um sistema de defesa e de resistência e quando bebem ficam mais desinibidas. O álcool é inibidor do sistema nervoso central, mas em pequenas doses desinibe", explica.
De acordo com a Discovery News, para o investigador Lewis Halsey, a mudança da intensidade dos efeitos de álcool de acordo com o género da pessoa foi algo inesperado. O cientista disse ainda que "os homens tendem a cobiçar mais do que as mulheres" e que tal diferença provavelmente terá algo a ver com a tendência dos homens serem visualmente mais estimulados pelo que vêem. ( P3 Público )

quarta-feira, 18 de abril de 2012

"Barata na panela/ Começa a crepitar": Mestre-cuca lança livro de receitas cujos ingredientes básicos são insetos!

Bolos com cobertura e recheio de insetos
Investigador realça que estes animais são grande fonte de proteínas e lança livro de receitas com insetos
Bolos, cupcakes, muffins e doçaria em geral podem ser mais ricos em proteínas se, aos ingredientes usados, forem adicionados insetos, seja como cobertura ou recheio.
Um professor e investigador de uma universidade holandesa especializou-se em culinária e está a lançar um livro que mostra diferentes receitas de doces e revela que os insetos podem ser benéficos à pastelaria em geral.
«Eu vejo isto como um passo em frente para a introdução dos insetos nos menus dos restaurantes holandeses. Também espero que as pessoas comprem o livro e comecem a cozinhar com insetos em casa», disse Marcel Dicke, citado pela Reuters. ( TVI24 )

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PS: O que é uma questão de perspectiva: você toma aquelas passagens bíblicas e vê o faraó desesperado por causa da praga de gafanhotos; mostra essa invasão de gafanhotos pra algum habitante de algum país da Ásia, tipo Camboja, onde se comem insetos, e o cara não vai ver tragédia nenhuma nisso.

E MAIS!
Sopa de lesmas é rica em proteínas
Uma sopa de lesmas ou um risoto de cogumelos com uma pitada de gafanhotos são algumas das sugestões de chefes holandeses de culinária alternativa. Segundo um estudo universitário, um menu feito com estes invertebrados pode providenciar uma alimentação mais rica em proteínas.
Se acha que precisa de mais proteínas na sua dieta, um grupo de alunos de arte culinária, criadores do livro "The Insect Cookbook", sugere uma ementa baseada em insetos.
Para assinalar o lançamento do livro, que vai conter receitas baseadas em insetos como fonte de proteínas, os estudantes holandeses fizeram a maior tarte de insetos do mundo.
O estudo feito refere que o valor nutricional dos insetos é semelhante ao da carne e Henk Van Gurp, o chefe especialista nestes invertebrados, afirma que há que ter em conta a crescente população e as suas necessidades de proteínas na alimentação, pelo que é necessário arranjar alternativas alimentares.
Para além do benefício alimentar, o estudo revela que uma criação de insetos é menos poluente que uma de produção de suínos, dada a emissão de gases de estufa ser 100 vezes inferior. ( JN.PT )

Falar sozinho não é sinal de parafuso a menos, mostra estudo

Psicólogos verificaram que isso às vezes ajuda a encontrar o que se procura.
Falar sozinho não é necessariamente um sinal de que se está a ficar lunático. Quem o diz são psicólogos que estudaram este comportamento em crianças e adultos e verificaram que, em determinadas situações, como procurar um objeto em casa, ou um produto no supermercado, isso ajuda a encontrar mais rapidamente o que se procura, segundo um artigo publicado no Quarterly Journal of Experimental Psychology.
É claro que falar sozinho parece de repente um pouco bizarro. Então porque é as pessoas o fazem com tanta frequência?
Foi esta a pergunta que os psicólogos norte-americanos Gary Lupyan e Daniel Swingley, respetivamente das universidades de Wisconsin-Madison e da Pensilvânia, se propuseram responder e os resultados das suas investigações acabam por ser um alívio para quem às vezes se surpreende a si próprio nesses preparos.
Nas experiências realizadas pelos dois investigadores, os participantes tinham de procurar determinados produtos num supermercado e numa das situações, deviam dizer alto os nomes desses produtos. Em resultado disso, verificaram os psicólogis, as pessoas conseguiam encontrar mais depressa o que procuravam.
Este comportamento é habitual nas crianças, por exemplo quando têm de desempenhar uma tarefa, e os psicólogos pensam que isso lhes serve para se concentrarem e poderem ser mais eficazes na realização da tarefa. Provavelmente, nos adultos, o princípio é o mesmo. ( "Falar sozinho não tem de ser mau sinal", DN )

Sobrenatural do Mal: "Premonições" levam mulher a cair em golpe manjado e tomar prejú de 15 mil reais

Mulher diz ter premonição, recebe falsas mensagens do ‘SBT’ e leva golpe de R$ 15 mil
A professora Sônia Rodrigues Mendes Rocha, 43 anos, levou um prejuízo de R$ 14.990 por acreditar estar ganhando um Fiat Bravo e mais R$ 10 mil do Grupo Jequiti/SBT. A vítima do golpe da mensagem conta que no domingo (15), estava na janela de sua casa, em Caarapó, quando viu três casais de pássaros muito bonitos e ficou contemplando a beleza dos animais.
“Eu estava lá olhando e acreditei estar recebendo uma força Divina”, disse.
Em meio a contemplação, a mulher conta que chegaram três mensagens em seu celular. O texto dizia: (SBT) Jequiti sua linha foi sorteada com um Fiat Bravo e R$ 10 mil. Ligue para o telefone SAC: 041 8897-046351 senha 0703.
Acreditando estar tendo uma premonição, a mulher saiu da casa e foi até uma loja de conveniências comprar créditos para o celular e ligar no número indicado.
“Uma pessoa, que se identificou como Robson disse ser funcionário do comercial do SBT me passou as instruções do que eu deveria fazer para ganhar o prêmio”, conta. “Pensei que o prêmio fosse de verdade e para mim”.
Sonia seguiu todas as instruções:
“Primeiro ele pediu para eu informar três instituições de caridade que eu gostaria de doar um prêmio de R$ 2 mil e R$ 5 mil. Eu citei a Apae de Campo Grande e a Casa do Adolescente e dos Bebês da Pastora Joelma Lúcia Damasceno – que a pastora da igreja que frequento. O rapaz confirmou que faria o depósito.", conta.
Então, Sonia foi ao banco, sacou oitocentos reais, e os depositou para uma pessoa indicada por Robson. Ela conta que não lembra o nome da pessoa porque rasgou o depósito.
Na segunda-feira (16), ‘o rapaz do SBT’ entrou em contato novamente e ela fez mais três transferências bancárias: R$ 5 mil para "Francisco da A" - Robson disse que o dinheiro iria para Beneficência de São Paulo, diz Sonia.
No mesmo dia, outra transferência de R$ 5 mil para Casa Peniel e mais R$ 2 mil para Apae de São Paulo.
Na terça-feira (17), após novo contato, ela depositou mais R$ 2.190 para uma pessoa cujo nome não lembra, porque também jogou fora o deposito. “O rapaz me disse que após esse deposito eu já ganharia meu prêmio”, justifica.
Aguardando novo contato para receber o prêmio, Sônia conta que foi a Campo Grande, e registrou o boletim de ocorrência apenas nesta quarta-feira (18), porque realmente acreditava ter sido premiada e por isso aguardou tanto tempo novo contato.
A mulher conta que vive de pensão do marido que já é falecido. E o dinheiro que perdeu era de uma casa que havia vendido. Ainda segundo ela, o dinheiro da casa foi pago em parcelas e ela já não tem mais nada. “Agora estou sem casa e pagando aluguel”, conclui.
( Com informações MEDIAMAX ) 

sábado, 14 de abril de 2012

Ninfomaníaca captura homem para fazer sexo e "ataca" policiais que o salvaram

Um alemão esteve preso nas garras de uma ninfomaníaca, que manteve o homem de 43 anos em reclusão até este conseguir chamar as autoridades, a partir do telemóvel. Sob ameaça e trancado na casa da mulher, o homem foi salvo pela polícia de Munique, cujos agentes viriam a ser seduzidos pela ninfomaníaca.
Conheceram-se num bar de Munique, seduzem-se, até que acabam na casa desta mulher. Depois de um envolvimento amoroso, o homem percebeu que estava nas mãos de uma ninfomaníaca. Tentou libertar-se, com dificuldade, mas estava trancado na residência. Pediu para ser libertado, mas a mulher pretendia mais atividade sexual. De acordo com o El Mundo, que divulga esta história, o homem tentou fugir, o que não conseguiu. Libertou-se, por poucos momentos, e a partir da varanda do apartamento estabelece a desejada ligação telefónica com a polícia.
As próximas vítimas?
As autoridades entraram na residência da ninfomaníaca, libertaram o homem e acabaram seduzidas ( "... y que también sufrió el asalto de la ninfómana..." ) pela mulher, de 47 anos. A necessidade extrema de sexo pode agora valer-lhe uma acusação sequestro do homem e de assédio sexual sobre agentes da polícia de Munique. ( PTJornal )

Convidado a tocar em cerimônia de encerramento das Olimpíadas de Londres, Keith Moon não conseguirá ressucitar a tempo!


Baterista morto há 34 anos é convidado para tocar nas Olimpíadas de Londres
Organizadores do evento contataram o ex-empresário do músico, que replicou em tom de brincadeira: "se eles tiverem uma mesa redonda, alguns copos e velas, podemos contactá-lo"
O baterista inglês Keith Moon, ex-integrante do The Who, seria um dos músicos convidados para tocar na cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres, se não fosse por um mero detalhe: ele morreu em 1978.
De acordo com informações do Sunday Times, os organizadores do evento chegaram a procurar o antigo empresário da banda, Bill Curbishley, para saber se Moon estaria disponível. A resposta, como não poderia ser diferente, veio em forma de brincadeira. "Mandei um e-mail de volta dizendo que Keith agora reside no crematório de Golders Green, levando adiante a frase-hino do The Who: 'eu espero morrer antes de ficar velho'", disse o empresário.
Moon faleceu aos 32 anos de idade, vítima de uma overdose de medicamentos. "Se eles tiverem uma mesa redonda, alguns copos e velas, podemos contactá-lo", disse o empresário. Ainda não se sabe qual foi a reação dos organizadores do evento ao tomar notícia da morte de Keith Moon. ( GLOBO ESPORTE ) 

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Passageiro filma suposto OVNI enquanto sobrevoava Seul

Um passageiro, abordo de um avião comercial que sobrevoava Seul, a capital da Coreia do Sul, filmou por acidente um Objeto Voador Não Identificado (OVNI).
Quando um avião comercial sobrevoava Seul, a capital da Coreia do Sul, no sábado passado, um dos passageiros que estava a filmar a vista da cidade acabou por captar as imagens de um Objecto Voador Não Identificado (OVNI).
O aparelho apareceu subitamente nas imagens e após alguns segundos mudou rapidamente de direção até desaparecer. No vídeo pode ouvir-se alguém a falar Espanhol, provavelmente o passageiro que terá feito a filmagem.

O VÍDEO
Segundo o jornal britânico "The Sun", o vídeo foi descarregado no YouTube e já está a alimentar as normais especulações nestes casos. Enquanto alguns asseguram a veracidade das imagens e outros tentam perceber se não se trata de uma montagem, é debatida também a possibilidade de se poder tratar de um "drone" militar em manobras na região. ( DN )

Geografia: Criador dos Simpons revela localização de Springfield

Matt Groening diz que se inspirou no Estado de Oregon, na costa Oeste dos Estados Unidos.
Matt Groening, criador dos Simpsons - a série de animação que está no ar há 23 anos e que recentemente emitiu o 500º episódio - assegurou em entrevista à revista ‘Smithsonian’ que a cidade imaginária de Springfield fica no Estado de Oregon, na costa oeste dos Estados Unidos.
Na origem da escolha do nome da localidade, onde decorrem quase todas as aventuras da família, está a comédia ‘Father Knows Best’, um programa sobre uma família de classe média americana que vivia numa cidade chamada Sprinfield. Aliás, este é um nome comum em cidades do país. Em 35 estados norte-americanos existem 50 localidades chamadas Springfield.
“Achei divertido que tantas pessoas se sentissem identificadas com o nome da cidade”, disse o norte-americano, que criou os Simpsons em 1989. (
SÁBADO )

Irã: tribunal condena mulher ( óbvio ) a 50 chibatadas por suposta ameaça feita à amiga via SMS! (*)

Condenada a 50 chicotadas por ameaça via SMS
Discussão entre duas mulheres acaba com uma mensagem escrita insultuosa. Tribunal saudita não perdoou
Uma mulher foi condenada a 50 chicotadas por um tribunal da Arábia Saudita por enviar uma ameaça através de uma SMS.
Segundo o diário «Bikya Masr», citado pelo «El Mundo», duas amigas, de 31 e 33 anos, foram sair juntas no fim de semana com os filhos, mas começaram a discutir.
Depois de se terem separado, uma delas enviou uma mensagem de texto com insultos à outra.
A vítima recorreu a um tribunal e o juiz acabou por condenar a autora da SMS a 50 chicotadas, apesar desta ter alegado que não passava de uma brincadeira com a amiga. ( TVI24
)




(*) EU MENTI, DE NOVO FIZ ISSO. O CASO SUPRACITADO OCORREU NA ALIADA ARÁBIA SAUDITA. E VOCÊS JÁ IAM NAQUELA DE "OLHAÍ, SÓ NO IRÃ, OS TRUTA DO LULA E DO HUGO CHAVEZ FAZEM ISSO COM AS MULHERES!"

terça-feira, 10 de abril de 2012

Documentário mostra exorcismos aprovados pelo Vaticano

O documentário chama-se “O Exorcista no Séc. XXI” e é da autoria do realizador norueguês Fredrik Horn Akselsen.
Surpreendentemente, o filme foi aprovado pelo Vaticano e chega este mês às salas de cinema. A estrela do filme é o Padre José António Fortea, descrito como um dos poucos exorcistas ‘oficiais’ em funções na Europa. O realizador acompanhou Fortea durante as suas viagens e conseguiu gravar imagens de uma das sessões de exorcismo.
Constanza, uma mulher colombiana que revela estar possuída pelo demónio há 15 anos, entrega-se a Fortea, numa sessão repleta de gritos e rezas. “O exorcismo é uma luta entre as forças da luz e as forças do demónio. O demónio dentro da pessoa pode chamar mais demónios para virem em seu auxílio e, ao mesmo tempo, o exorcista apela aos santos e aos anjos”, revela Fortea. ( SÁBADO )

Jogador decadente incomoda vizinha com som alto e caso termina na polícia. Folgado é uma merda, mesmo!

Então o mimado Imperador não deu pelota aos apelos da vizinha para fzer o favor de baixar o som e a coisa terminou na delegacia. Assim diz o diário LANCE:

Vizinha teria reclamado do volume do som, e atacante teria arrancado as caixas de som da moradora. Bulha parou na Polícia
Às vésperas de realizar nova operação no tendão-de-aquiles do tornozelo esquerdo, o atacante Adriano viu-se novamente envolvido em confusão. O Imperador promoveu uma festança em sua residência na madrugada de sexta para sábado e, devido ao som alto, sua vizinha reclamou e pediu que ele diminuísse o volume. Segundo o jornal "O Dia", Adriano fez o contrário e aumentou a potência do som. Irritada, a vizinha resolveu ligar seu som no máximo volume, atrapalhando a festa de Adriano.
O Imperador voltou a retrucar e teria ele mesmo arrancado as caixas de som da vizinha, que teria até mesmo prestado queixa na delegacia. A assessoria de Adriano confirmou a confusão, mas negou que tenha sido o atacante a ter arrancado as caixas de som. Adriano prometeu divulgar hoje quem foi o responsável.

Não sei como terminou a estória, e talvez já tenha até sido desmentida, sei lá. Vou considerar o relatado pelo Lance como algo próximo do que ocorreu. Assim, Adriano agiu como as pessoas alegres, felizes e festeiras do Brasil agem, quando alguém "ousa" ficar no caminho de sua alegria: apelou para a ignorância.
O brasileiro, gentil e pacato não existe e jamais existiu. Em vez de revoluções e derramamento de sangue no atacado, aqui o negócio funciona no varejo, no universo do baixo-clero, e por motivos torpes e banais, fruto da bestialidade e ignorância, temperados com a eterna busca pela vantagem em tudo. A tal da "guerra civil" - que relacionam à bandidagem, contada pela crônica do noticiário policial - tá mesmo é na realidade das pessoas comuns e com a ficha limpa. Tudo é motivo para disputa, agressividade, a já citada busca pela vantagem em tudo, imposição. Pode botar adesivo no carro escrito "É NÓIS NA HUMILDADE" que tá gastando dinheiro à toa. Nem propaganda eleitoral contém tanta mentira. Humildade é a putaquepariu.
MUITA FOLGA
Gostei da vizinha do Imperador ter botado o som no talo também. Desmascarou a suposta "tolerância" que essa gente festeira teria, pelo fato de supostamente estarem de bem com a vida. Gente festeira, em tese, teria a alma mais leve, mais relax, não é verdade? 
Em tese, claro. São fascistinhas que querem OBRIGAR OS DEMAIS a ouvirem e ficarem quietos: "Eu que mando. Decidi e tá decidido. Engula essa e fique quieto!"
Um dia me contaram dum caso ocorrido num busão em Sampa. Um moleque embarcou, foi pro fundão, sacou do celular - sem fones de ouvido - e passou a obrigar os outros a ouvirem o que ele queria. Depois, num ponto mais adiante, outro moleque subiu, catou o celular ( ou MP3, não sei ) e fez o mesmo. O primeiro estrilou e mandou o outro baixar ou desligar: "Eu cheguei primeiro!!"
Passaram a discutir, e a pessoa que me relatou isto desceu do busão rapidinho, sem saber como a contenda terminou. Apesar de estarem AMBOS errados, já que é proibido escutar som alto dentro do busão, ambos quiseram defender seu "direito" de submeter os demais. Bem paulistano isso.
Às vezes os folgados se dão mal, felizmente. Em 2009, uns caras furaram a fila do caixa num supermercado ( em Sampa, claro. Onde mais? ), bateram boca ( ou seja, tentaram intimidar, pois estavam em três contra um ) com um sujeito, e este esfaqueou um deles. Da hora. Evidentemente, o cara tentou se defender da agressão certa. E eu lembro de ter lido a entrevista com um dos caras, dizendo que "erraram, mas que o cara foi estúpido", ou coisa do gênero. Pena que não acho essa entrevista. Se tivessem levado a melhor, teriam tirado sarro do cara.
Teve um outro caso desses poucos, nos quais os folgados se dão mal, que puxo pela memória. Foi mais ou menos assim: som alto, acho que num bar ou comércio qualquer; vem um sujeito e pede para baixarem o volume. Um outro, em vez de fazer o que lhe foi pedido, faz o contrário: aumentou o som. Provocação, claro. Que nem no caso do Adriano. Mas deu merda, o incomodado voltou e matou alguém, não lembro direito. Depois alguém - acho que foi o próprio camarada quem aumentara o som, de forma provocativa - disse que tinha sido "brincadeira". Ahammm...claaaaro. Depois que deu merda, é fácil dizer isso.
SOM E FÚRIA... ( OU QUEM PODE, PODE )
Um dia, há uns 10 ou doze anos, aconteceu comigo um episódio, e que me deixa bastante feliz quando volta à memória. Foi assim: eu havia comprado uma guitarra e um amplificador. Não sabia tocar, então apenas praticava. Algum tempo depois, já compreendia melhor o instrumento, e possuía até uns pedais de distorção. Mas não gostava - ainda não gosto - do volume alto, até porque, para praticar em casa, atrapalha todo mundo e inclusive o próprio aprendizado; pois bem: certo dia, na casa ao lado algum primata mostra ao mundo seu maravilhoso gosto musical, dançante e malemolente. Coisa popular, sabe ( deixo para a imaginação de vocês descobrir que tipo de música era; basta dizer que é o tipo "popular", que todo mundo ouve pelo motivo de todos estarem escutando e depois esquece, parando de "gostar", porque os outros também pararam de "gostar" demonstrando personalidade pura e forte... ).
Bom, peguei minha modelo SG, pluguei no pedal Heavy Metal, botei o amplificador na janela, de frente para a rua e mandei bala: BLOOÉING!! ZOOOMNNNN!!! VLÁUUZZZ!!! GRÓIMMBZZZZ!!!! NHOOOMMMZZBVZZZZ!!!
Lindo, claro. "Cada um, cada um", não é este o dito popular?
De repente, batem palmas no portão. Pensei: “Foda-se”, pensando que fosse a animadora de micareta.
Mas não. Era a evangélica que morava na casa à esquerda. Ela praticava canto, e tinha uma bela e potente voz. Seu filho, praticava violino, e aquilo jamais me incomodara. Eu não queria ter incomodado aquela família.
Bem, o som da micareta havia sido abaixado, para nunca mais chegar àquele ponto que me obrigou a reagir.
Seria muito legal se, quando alguém ouvisse música no celular dentro do busão, outros fizessem o mesmo, em represália, e respaldados pelo direito conferido pela lei do “cada um, cada um” e “cada um co'seus poblema”.
Ou seja: se um pode, todos podem. Ouviu, Adriano?

sábado, 7 de abril de 2012

Diretora de escola estadual paulista que obrigava alunos a rezar padre-nosso é afastada!

Secretaria afasta diretora de escola que obrigava alunos a rezar
São Paulo - A Secretaria de Estado de Educação de São Paulo decidiu afastar a diretora Rosa Machado por obrigar os alunos da Escola Estadual Gertrudes Eder a rezar o pai-nosso antes das aulas todos os dias. Funcionários da escola afirmaram que a oração não é obrigatória para todos os alunos, já que é permitido ficar em silêncio no momento da prece. Mesmo assim, todos os estudantes devem ouvir a oração.
Um aluno de 13 anos que se declara ateu se sentiu constrangido pelos olhares de reprovação de colegas e professores por decidir se manter em silêncio. A família do estudante chegou a reclamar da atitude na administração da escola, que replicou dizendo que a maioria decidiu "democraticamente" por fazer a oração.
Rosa Machado continua suspensa preventivamente enquanto as informações são apuradas, já que obrigar estudantes em escolas públicas a rezar é inconstitucional. ( O DIA )

Males de nosso tempo: o Google substitui nossa memória?

"Efeito Google" no cérebro
Saber onde encontrar informações elimina a necessidade de armazená-las
A internet mudou a forma como guardamos informações – é o que sugere artigo publicado na revista Science. Segundo a psicóloga Betsy Sparrow, autora do texto, o cérebro reconhece a rede como uma espécie de memória externa e, para economizar energia – algo que temos feito durante toda a evolução –, delega à web a tarefa de lembrar-se das coisas.
Betsy, que é professora da Universidade Colúmbia, relata quatro experimentos, cujos voluntários foram alunos da instituição. Em um deles, por exemplo, pediu que lessem notícias de diferentes conteúdos antes de realizar um teste de memória. Ela disse para alguns deles que seria permitido checar os dados na internet e, para outros, que isso não seria possível. A psicóloga observou que o primeiro grupo teve menor índice de retenção de informações. “Parece que saber onde encontrar detalhes sobre um acontecimento elimina a necessidade de armazená los, como se o cérebro se adaptasse às circunstâncias atuais”, conclui. ( Viver Mente & Cérebro

Agricultura responde pelo consumo de 92% da água doce da Terra

Agricultura, a dona da água
Nos padrões atuais, a agricultura responde pelo consumo de 92% da água doce da Terra, o que torna a atividade pouco sustentável se não houver medidas para usá-la de modo mais eficiente. A advertência foi feita pelos holandeses Arjen Y. Hoekstra - o criador do conceito de "pegada hídrica" (a quantidade de água usada para o consumo direto e a fabricação de produtos) - e Mesfin Mekonnen, na edição de fevereiro da revista PNAS.
O estudo mostra que, em média, uma pessoa gasta 4 mil litros de água por dia [ Nota deste blog: EUA em crise desde, pelo menos, 2008 e com milhões de pessoas na penúria; imaginem como era antes ] , incluindo a cota usada na produção de alimentos e bens de consumo. Esse número, é claro, varia muito de país para país: enquanto os norte-americanos usam em média mais que o dobro desse volume, chineses e indianos contentam-se com pouco mais de mil litros. O Brasil é o quarto maior consumidor do mundo (3.780 litros/dia), atrás dos EUA, da China e da Índia, e o quarto maior exportador de bens que consomem água.
Detalhe: nosso país possui nada menos do que 12% da água de superfície do mundo, muito mais do que os primeiros da lista. ( PLANETA

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