sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

( E a ameaça é o Irã...) Livros escolares na ARÁBIA SAUDITA ensinam a cortar mãos e dizem que é imperativo aniquilar o povo judeu e matar homossexuais

Arábia Saudita: Livros escolares ensinam a cortar as mãos
E afirmam que a "aniquilação do povo judeu é imperativa". As escolas são verdadeiros centros de terrorismo, dizem EUA
Ao contrário do que foi prometido por diversas vezes pelo governo da Arábia Saudita, os manuais dos alunos das escolas públicas daquele país continuam a ter por base o código mais radical do Islão e uma linguagem que fomenta a violência e o ódio contra os judeus.
Nestes livros de 9º e 10º ano, que são impressos e pagos pelo Estado, ensina-se, por exemplo, como cortar as mãos e os pés de um ladrão através de imagens anatómicas detalhadas.
Mas há mensagens políticas evidentes: os textos do ano lectivo 2010-11, afirmam que os "judeus devem ser exterminados" e os "homossexuais mortos por serem um perigo para a sociedade". As mulheres são descritas como fracas e irresponsáveis.
Um dos excertos retirado do manual é bem claro: "A hora do julgamento não virá enquanto os muçulmanos não combaterem a matarem os judeus. Há um judeu atrás de mim, vem matá-lo!"
Ali Al-Ahmed, director da agência norte-americana Gulf Affairs ( Assuntos do Golfo, em tradução livre ), está preocupado com o potencial perigo deste tipo de educação.
"É assim que começa o terrorismo. Se ensinarmos seis milhões de crianças nestes anos tão importantes das suas vidas, se instalarmos estas mensagens nos seus cérebros, é apenas natural que mais tarde se tornem em bombistas suicidas", diz o especialista. (
Sábado )

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