terça-feira, 29 de novembro de 2011

Alan Moore fala sobre "V de Vingança" e Occupy Wall Street

Criador da máscara de V de Vingança comenta Occupy Wall Street
“Acho que, enquanto estava escrevendo a história, bem lá no fundo imaginei se não seria legal se aquelas ideias tivessem algum impacto. E quando vejo essa fantasia invadir o mundo real… é peculiar. Parece que esse personagem que criei há 30 anos escapou do reino da ficção”.
A declaração acima é do escritor do clássico graphic novel V de Vingança, Alan Moore, ao jornal The Guardian, nesta segunda-feira (28), referindo-se à utilização da máscara de sua obra pelos manifestantes do Occupy Wall Street.
Tal máscara é baseada no rosto do inglês Guy Fawkes, que em cinco de novembro de 1605 tentou explodir o parlamento da Inglaterra e assassinar seus membros, junto com o rei Jaime I. O seu marcante design, associado ao tema central da obra, acabou se popularizando e ganhou as ruas nos últimos tempos em diferentes manifestações ao redor de mundo e até mesmo no Brasil.
“Aquele sorriso é tão assustador. Tentei usar a natureza enigmática desse sorriso para efeito dramático. Podíamos mostrar uma imagem do personagem apenas parado em pé, silencioso, com uma expressão que podia ser de alegria ou de maneira mais sinistra. Ver máscaras com os manifestantes faz com que eles se pareçam um único organismo, esse tal de 99% de que ouvimos tanto falar. Nesse sentido é formidável, posso ver o motivo de estarem usando a máscara”, analisou.
Para o autor, isso transforma os protestos quase que em algo performático. “Parece uma ópera. Cria uma sensação de romance e drama. Quero dizer, as manifestações podem ser muito exigentes e desgastantes, e assim trazer certo desânimo. São coisas que precisam ser feitas, mas isso não significa que são tremendamente prazerosas. Acho apropriado que essa geração de manifestantes tenha transformado sua rebelião em algo que o público em geral possa se envolver com mais facilidade. Elas parecem gostar disso, e assim passam uma mensagem poderosa”.
“O último capítulo de V de Vingança se chama Vox Populi. A voz do povo. E acho que, se a máscara significa algo no contexto atual, é isso. É o povo, essa entidade misteriosa que com frequência é evocada”, finalizou.
A historia em quadrinhos V de Vingança foi publicada originalmente entre 1982 e 1983 e conta a história de um misterioso anarquista se rebelando contra um sistema de governo opressor que tomou conta do Reino Unido em uma imaginária realidade distópica no ano de 1997. Em 2006, a graphic novel ganhou adaptação cinematográfica, dirigido pelo cineasta David Lloyd, se tornando assim, mundialmente conhecida.
Com informações do The Guardian e Universo HQ

( Tirado do site SUL 21 )

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Vírus que ia acabar com a humanidade mas não acabou é transformado em vírus mais mortal ainda por cientistas na Holanda

Cientistas criam o mais perigoso vírus da gripe de sempre
27-11-2011
Foi num laboratório holandês que o virologista Ron Fouchier e a sua equipa trabalharam no H5N1, a mutação do vírus da gripe que ameaçou o mundo com uma pandemia. A investigação conduziu à criação de uma versão do vírus muito mais perigosa que a anterior.
A iminência da publicação do artigo científico que descreve a criação do vírus está a causar polémica entre cientistas e peritos. A versão modificada do H5N1 é, segundo o seu criador, “um dos mais perigosos vírus que se podem criar”. Bastaram cinco mutações para o tornar muito mais contagioso que o seu antecessor.
Receios de que a publicação do estudo possa servir de incentivo a indivíduos que pretendam utilizar o vírus para terrorismo biológico motivaram a intervenção da NSABB (o Conselho de Aconselhamento Norte-Americano para Bio-segurança).
“Não consigo pensar num organismo patogénico tão assustador quanto este. Penso até que o anthrax não é sequer assustador comparado com este vírus”, revela Paul Kleim, o presidente da NSABB.
Apesar de toda a polémica, não existe nenhuma organização que possa impedir a sua publicação. ( SÁBADO )

Da série "Nos outros países é sempre melhor": americana manguaceira é pega pela décima vez dirigindo bebaça

Mulher de 54 anos é presa pela 10ª vez por dirigir bêbada
Ela foi presa na última terça-feira em Ocala, no estado da Flórida.
A americana Francine E. Fasulo, de 54 anos, foi presa na última terça-feira em Ocala, no estado da Flórida (EUA), acusada de dirigir alcoolizada. Detalhe: foi a décima vez que ela acabou atrás das grades por dirigir depois de beber, segundo o jornal "Ocala Star-Banner".
A motorista havia sido parada depois que um policial notou que ela estava dirigindo de forma imprudente um veículo sem faróis traseiros. Quando ela desceu do veículo, o agente percebeu que Francine estava alcoolizada.
Ao ser questionada se já havia sido detida por dirigir sob efeito de álcool, Francine disse que lembrava de seis casos anteriores. Ao levantar sua ficha, no entanto, a polícia descobriu que tinha nove prisões por tal crime, com oito condenações. ( MEIO NORTE )

domingo, 27 de novembro de 2011

"A Indústria da Multa não Existe" em: "As pessoas não obedecem às leis de trânsito por sentirem-se superiores às demais", diz intelectual. "Superiores não obedecem", afirma.

Abaixo, um longo trecho extraido da reportagem "PSICÓLOGOS DA RUA", publicada na revista Planeta, na edição de Novembro agora. A parte dos psicólogos não me interessa, só o que transcrevi a seguir. Não concordo com tudo o que está escrito ali como, por exemplo, que tanto motoristas quanto pedestres "desrespeitam as regras" já que, no próprio texto, reconhece-se que os pedestres são vistos como "cidadão sem direito", mostrando que as regras são injustas e pró-automóvel, excludentes portanto, dos pedestres que "atrapalham o trânsito" dos carros. Assim, os pedestres, se quiserem pertencer à "aristocracia", deverão simplesmente deslocar-se de carro. E também não sou um fã ou leitor regular de Roberto DaMatta.
Mas leiam, sim?
( ... )
Autor do livro Fé em Deus e Pé na Tábua - Ou Como e Por Que o Trânsito Enlouquece no Brasil ( Ed.Rocco ), o antropólogo Roberto DaMatta afirma que a origem do comportamento individualista e violento do motorista deriva da formação cultural do Brasil, país com origem escravista que se tornou republicano privilegiando a aristocracia. Ocorre que, em terras tupiniquins, o automóvel é visto e usado como instrumento de poder, dominação e divisão social. Enquanto nos demais países o espaço ´público pertence a todos, aqui os pedestres são cidadãos sem direito de exercer a cidadania e a igualdade de direitos em relação a um espaço que é de todos. A suposta aristocracia motorizada considera os transeuntes como obstáculos que atrapalham o trânsito.
Os pedestres, por sua vez, também desrespeitam as leis e atravessam a rua com o sinal fechado ou fora das faixas. Ambos desrespeitam as regras do sistema e criam, cada um à sua maneira, sua relação com a rua. "O brasileiro não aprende em casa ou na escola a ver o outro como alguém que tem os mesmos direitos de usufruir o espaço que é de todos. Para nós é o contrário: o espaço de todos pertence a quem ocupá-lo primeiro, com mais agressividade", explica DaMatta.
Para o antropólogo, fechar, xingar e ser agressivo no trânsito são apenas expressões do conceito do "sabe com quem está falando?" e do "jeitinho brasileiro", práticas comuns de um país que, apesar de ser República, nunca perdeu os privilégios aristocráticos. "O brasileiro se considera aristocrático no trânsito quando é essncialmente transgressor; não obedece a lei, dirige embriagado, desrespeita os pedestres, tem esquemas próprios para transferir suas multas e, quando parado por um policial, tenta suborná-lo", diz DaMatta. "Não temos educação, do ponto de vista da igualdade. Obedecer, no Brasil significa subordinação e inferioridade. Quem é superior, não obedece. Quem faz as leis não obedece."
Para o brasileiro, as incivilidades praticadas no trânsito são cometidas pelos outros, nunca por ele. Daí a dificuldade em se crias a cultura da direção defensiva, na qual os motoristas se antecipam às reações e ações dos demais. "Afinal, quem tem de se preocupar com prevenção é sempre o outro. É ele qeu tem de abrir caminho para o dono da rua." A solução para combater os ecos de escravidão e de clientelismo que permeiam a sociedade brasileira, segundo DaMatta, é clara: "Temos de falar mais em igualdade. A sociedade brasileira deve ser educada, debater e conhecer as suas qualidades e fragilidades. Só assim conseguirá amadurecer e mudar."
MOVIDO A RAIVA
"A pessoa que mais se irrita é a que mais tem a tendência a ser agrassiva no trânsito", afirma a psicóloga Cláudia Aline Soares Monteiro, autora da primeira tese de doutorado sobre motoristas brasileiros, defendida em 1994, no Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília ( DF ). Na pesquisa Variáveis Antecedentes de Erros e Violações de Motoristas, a psicóloga traçou o perfil dos motoristas que mais sentem raiva, conduzem agressivamente, erram e violam as leis do trânsito com freqüência.
Dos 923 entrevistados, 84% admitiram ter pensado em fazer ou cometer agressão física, 84% dos condutores revelaram ter se comportado de modo agressivo, 83% afirmaram sentir raiva enquanto dirigiam e 83,9% confessaram ter xingado. Entre outros dados, o estudo comporvou que as pessoas com mais tempo de habilitação eram as mais agressivas. Já os jovens de ambos os sexos, de até 27 anos, solteiros e sem filhos cometiam mais infrações.
Para Cláudia, a mudança desses comportamentos exige investimento na educação do trânsito, ensinando os motoristas a lidar com as situações estressantes com mais tolerância diante da pressa e da irritação de outros veículos e pedestres. Ouvir música e respirar fundo são dicas possíveis para quem deseja manter a calma. Por sua vez, o Estado também deve dar a sua contribuição: colocar mais placas de sinalização e semáforos nas vias, além de fiscalizar o cumprimento das leis.
( ... )

Back In The USSR ( Beatles ) - Dead Kennedys ( 1979 )



"Feels Like A Woman" - The Troggs

Empresa dona da supostamente miraculosa pulseira Power Balance condenada a pagar 42 milhões de euros por enganar pessoas

Burla das «pulseiras milagre» vale mega multa
Processo decorre em tribunal. Empresa dona da Power Balance condenada a pagar 42 milhões de euros por enganar pessoas. Agora está à beira da falência
A empresa que comercializa as chamadas «pulseiras milagre» deverá ser obrigada a pagar 42 milhões de euros por alegada publicidade enganosa.
Até há alguns meses, antes do escândalo encher linhas de jornais e revistas de todo o mundo, a empresa responsável garantia que a sua pulseira Power Balance tinha efeitos benéficos para a saúde, sendo capaz de aumentar a «performance» física de quem a usasse.
De acordo com o diário britânico «Daily Mail», depois de ter vendido milhares de unidades das pulseias de borracha coloridas e com «superpoderes», e depois do pagamento da coima, a empresa, com sede na Califórnia, nos Estados Unidos da América, está à beira da bancarrota.
Segundo a norte-americana «TMZ TV», os 42 milhões de euros que os responsáveis pela alegada burla terão de pagar correspondem a um processo iniciado, no passado mês de Janeiro, no tribunal federal de Los Angeles, nos EUA, por um grupo de consumidores «enganados por acreditarem que o holograma teria sido cientificamente testado em como aumentava o equilíbrio, a flexibilidade e a força do portador».
Não foram apenas simples consumidores que acreditaram na eficácia do acessório.
O futebolista português Cristiano Ronaldo foi apenas um entre dezenas de desportistas mundialmente célebres que aceitaram usar e publicitar a famosa Power Balance, agora a braços com um processo que pode custar à empresa a insolvência total. (
Ag.Financeira )

Pulseiras podem não funcionar, mas talvez os colares sim. Já experimentou?


Cão abandonado há três meses espera pelo dono no mesmo local

Já tentaram adoptá-lo, mas o cão não sai do mesmo lugar

Na China, um cão foi abandonado e está há três meses à espera do dono no local onde o abandonou. A população está comovida com esta história. Já tentaram adoptá-lo, mas o cão não sai do mesmo sítio.

O cão. Vamos chamar-lhe assim. Ficou sem nome, passa dias e dias nesta paragem de autocarro dizem que há 3 meses a única coisa que faz é esperar. Os habitantes de Pequim, na China, acreditam que foi abandonado aqui pelo dono e que aqui espera que ele volte. Mas nas voltas da vida, por ali apenas passam os autocarros.

Este caso faz lembrar-nos outro cão. Também na China. O dono morreu e ele há uma semana que não sai do local onde o viu pela última vez.
http://www.tvi24.iol.pt/videos/video/13527080/1

sábado, 26 de novembro de 2011

A Indústria da Multa não Existe em: e daí que tem fiscal da CET estacionando sobre calçadas e furando faixa de pedestres, vermes?

"Vou me candidatar a vereador também..."
( Anônimo paulistano, após ler no jornal sobre o aumento que trocentos porcento que os vereadores paulistanos se concederam. Não havia indignação na voz do "cidadão"; apenas inveja sincera e a vontade declarada de "chegar lá" não para mudar o errado, mas para faturar também. Bem paulistano isso. )

Hoje tive o horrível "desprivilégio" de deitar os olhos numa matéria do jornaleco popular MAIS+ que diz que rola por aí na Internet fotos de amarelinhos da CET paulistana fazendo as mesmas merdas que os motoristas psicopatas paulistanos fazem. Ou seja, tais autoridades pagas pelo dinheiro público para flagrar os maus motoristas agem como estes, seja estacionando sobre calçadas, ou furando o sinal vermelho ou, ainda, estacionando suas viaturas em vagas para idosos e deficientes. Com essas fotos, os autores desejam desqualificar a fiscalização e denunciar, pela enésima vez, uma espécie de autoritarismo da CET cuja face mais visível seria a tal "Indústria da Multa".
Ja gastei muita saliva ( ...! ) teclando aqui provas constantes e testemunhos que provam exatamente o contrário, e que não existe "Indústria da Multa" porra nenhuma, a começar do efetivo insuficiente para patrulhar as ruas desta cidade.
Voltando ao texto do famigerado jornaleco, diz-se o seguinte, pula uma linha, parágrafo:
"AGENTES DA CET COMETEM INFRAÇÕES
Novas imagens divulgadas em redes sociais na Internet mostram agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego ( CET ) de São Paulo cometendo infrações de trânsito. Um deles fala ao celular enquanto dirige. Um outro está parado sobre a faixa de pedestres, na esquina das ruas Fradique Coutinho e Inácio Pereira da Rocha, na Vila Madalena, Zona Oeste. A outra imagem flagra um carro da CET parado sobre uma vaga destinada para deficientes físicos. E eles ainda se acham no direito ( sic ) de multar os motoristas de São Paulo."
Que não existe santo, isso é de amplo conhecimento de todos e significa que não se deve esperar que a CET contrate escoteiros para fiscalizar as ruas. Se as tais fotos tivessem o intuito de constranger ou denunciar honestamente os abusos de autoridades, seria tudo bem-vindo. Mas - não esqueçam que estamos em Sampa - o objetivo é apenas propor o seguinte, claramente: "Se o fiscal da CET pode, eu também posso". Nossos "Inconfidentes" que reclamam da "derrama" representada pela suposta "indústria da multa" o fazem à toa, como já provei neste blog. Trata-se apenas do bom e velho mau-caratismo atávico paulistano. É bem capaz de alguém ousar pensar que está "combatendo a tirania" estacionando sobre a calçada. Mas, caso pense assim, é apenas porque lhe convém, pois a CET não está presente no momento para acusar o golpe. Em termos práticos, esse lazarento estará apenas prejudicando o pedestre, sob a ladainha dum rastaquera discurso libertário anti-autoridade.
O papel do amarelinho não é passar pano para vagabundo, não é sua função, mesmo que ele faça das suas. Só que, diferentemente do que diz o leviano jornal, os fiscais não se "acham no direito" de multar: essa é sua tarefa. Não é para servir de flanelinha ou "vallet" privado. Não que se multe a torto e a direito. Nada mais distante da realidade, por mais que os cães ladrem alto: cada vez que boto a cabeça para fora de casa eu flagro dezenas de merdas perpetradas por nossos motoristas, que sempre se saem bem disso, sem multas ou perda de pontos na carteira. De cada motorista apanhado, fico imaginando as dezenas que não o são. Mais que isso: eu vejo os vermes se safando, em ruas de trânsito local, ou em vias principais mal-fiscalizadas.
Da frase que inicia este post, eu realmente ouvi tal pérola e fico a refletir, no caso destes flagrantes de amarelinhos agindo como paulistanos comuns, a desonrar seu uniforme:  toda hora também surgem histórias de PMs ladrões. Por causa deles, imagino que vários de nossos cidadãos passaram a roubar também.

Exorcista católico denuncia yoga e Harry Potter!

Sacerdote especializado em batalha espiritual condena prática da yoga e leitura de Harry Potter
Exorcista do Vaticano critica a Igreja Católica por omissão em tratar do assunto
O padre Gabriel Amorth tem 86 anos, é chefe dos exorcistas no Vaticano há 25 anos, e segundo ele, já trabalhou em mais de 70.000 casos de possessão demoníaca. Também é o presidente honorário da Associação Internacional dos Exorcistas, fundada em 1990 por ele e outros religiosos.
Em uma entrevista durante o Festival Internacional de Filmes em Umbria, pouco antes da projeção do filme O Ritual, fez novas declarações polêmicas. Isso não é novidade para o padre que já disse que Hitler e Stalin eram possuídos pelo demônio e que o Diabo hoje “está no Vaticano”. Também alegou que os escândalos de abuso sexual envolvendo a Igreja Católica em vários países são prova de que o Anticristo está travando uma guerra contra a Santa Sé e vencendo.
O filme O Rito, do diretor Mikael Hafstrom e estrelado por Antony Hopkins, trata precisamente sobre o exorcismo e, em parte, é baseado na história do padre Gabriel.
“O diabo”, disse o padre exorcista, é essencialmente “um espírito puro criado por Deus, é um anjo”. Como os homens, também os anjos foram submetidos à uma prova de obediência, e Satanás – o mais brilhante dos espíritos celestes – se rebelou… A finalidade da existência dos demônios é “arrastar o homem ao pecado e trazê-lo para o inferno”.
O que é, então, impulsiona o homem a se aproximar dessa obra de autodestruição e condenação? Segundo o padre Amorth, o homem é sempre impulsionado pela “curiosidade”, uma inclinação que pode ser “positiva ou negativa dependendo das circunstâncias”. Para Gabriel, “O verdadeiro ‘triunfo’ do demônio, é que ele está sempre escondido e seu maior desejo é que não se acredite na sua existência. Ele estuda a cada um de nós, nossas tendências para o bem e para o mal, e depois suscita as tentações, aproveitando-se das nossas fraquezas”.
Ele insiste que nos dias de hoje há quase um “total esquecimento da figura do diabo que, assim, consegue os seus mais importantes sucessos”. Se a humanidade perdeu o sentido do que é pecado, é quase automático que passem a acreditar que “o aborto e o divórcio sejam uma conquista da civilização e não um pecado mortal”, explica Amorth.
Ao ser perguntado se Satanás atormenta mais ateus ou cristãos, o padre disse que o mundo pagão é mais vulnerável ao diabo do que o mundo cristão. Contudo, enfatiza, “é mais difícil que um ateu procure a ajuda de um sacerdote”. Gabriel disse já ter exorcizado “muçulmanos e hindus” e salienta: “Para os demônios não importa a crença ou a falta de crença da pessoa. Seja quem for, estou agindo em nome de Jesus Cristo e recomendo que depois de liberto ela pudesse conhecer quem é Jesus Cristo”.
Para ele, também são perigosas e desonestas as práticas orientais aparentemente inofensivas como a Yoga: “Você acha que está fazendo algo para relaxar, mas ela te leva ao hinduísmo. Todas as religiões orientais são baseadas na falsa crença da reencarnação”.
Seus pontos de vista pode parecer extremados, mas são apenas uma repetição de advertências anteriores feitas pelo Papa Bento 16, quando ainda era o cardeal Joseph Ratzinger e comandava a Congregação para a Doutrina da Fé, que se preocupa com a ortodoxia doutrinária. Em 1999, seis anos antes de se tornar Papa, Ratzinger emitiu um documento que advertia os católicos sobre os perigos de yoga, zen, a meditação transcendental e outros práticas ‘orientais’. Elas poderiam “tornar-se um culto ao corpo”, algo que degrada a oração cristã… A yoga pode criar uma sensação de bem-estar no corpo, mas ela isso não pode ser trocada pelas autênticas consolações do Espírito Santo”, diz o documento.
Mas o padre não criticou apenas a yoga, disse ainda que muitos ícones da cultura popular como os livros e filmes das séries Amanhecer e Harry Potter são nocivos à fé. De acordo com o exorcista, não passam de uma “mensagem publicitária da magia”, apesar de serem vendido “até mesmo em livrarias cristãs”.
Ele adverte que o demônio não age apenas com a possessão, mas também com o assédio, a obsessão e está presente em práticas ocultistas. Por isso o acesso a livros que falam sobre isso, como a série Harry Potter, não são menos perigosos… Parecem inócuos, mas de fato incentivam as crianças a acreditar em magia negra… Em Harry Potter, o diabo atua de maneira astuta e dissimulada, sob o disfarce de poderes extraordinários, feitiços e maldições…”
Encerrou dizendo que, em parte, existe uma omissão da Igreja sobre esses assuntos “há tempos nossos seminários não ensinam nada sobre anjos e demônios, nada sobre exorcismos e nada dos pecados contra o primeiro mandamento: “Não terás outro Deus fora de mim”, seja magia, espiritismo ou satanismo”.

Traduzido e Adaptado por Gospel Prime de Telegraph e Zenit

Juntar o queixo ao calcanhar é indício de possessão demoníaca, certo Regan?

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

O novo sucesso até debaixo d'água: o genial e estupendo PULÁGUA! Enfrentar enchentes em São Paulo será pura brincadeira de criança!

O fabuloso PULÁGUA compete com o estupendo POGOBÓIA pelo coração dos paulistanos. Na dúvida, saia de casa com ambos.

Ótima notícia: a gloriosa CET-SP, agora no Twitter

Sim, o dia melhorou substancialmente para mim, após ter tido conhecimento desta agradável novidade ( leia aqui e saiba mais ). A bem da verdade, não tenho celular, então não dá pra ficar tuitando o tempo todo na rua - pois haveria o que tuitar - e estou sem computador ( e não vou gastar minha grana em lan house para ficar fiscalizando as ruas de graça para a Prefeitura de Kassab ). Mas não existe apenas eu nesta cidade para atazanar a vida dos motoristas vagabundos e miseráveis desta cidade. Creio eu.
Bom, o que importa é que agora vai ser possível desopilar um pouco o fígado empregando a rede social para cagüetar os lixos que fazem de seus carros armas sem, no entanto, apontar estas armas para suas próprias cabeças, o que seria bastante desejável e apropriado.
O endereço da gloriosa CET no Twitter ( estréia dia 29 de novembro ) é: https://twitter.com/#!/CETSP .
AQUI SE FAZ
Estes dias eu estive andando pela famosa avenida Paes de Barros, no bairro da Moóca, em São Paulo e parei de contar quando cheguei a 15 ( QUINZE! ) veículos estacionados total ou parcialmente sobre a calçada em diversos pontos ao longo da avenida. Gente falando em celular vi bastante, também. O que dá uma idéia do temor que tais motoristas têm, diante da "possibilidade" de serem apanhados pela CET ou pela PM. Ou seja: nenhum.
E por aí vai.
MODELO DE TUÍTE
Não vai mudar nada, eu sei disso. Tuitar para a Companhia de Tráfego, dizendo que em lugar tal tem carro estacionado na calçada, ou que tem vagabundo falando no celular e dirigindo, não fará com que algum fiscal seja designado para o local resolver a situação. Em grande parte dos casos, o que adiantaria mesmo seria uma fiscalização rotineira, constante e permanente, tipo o guarda-noturno que passa de 15 em 15 minutos na rua, apitando para mostrar que tá na área. Eu, sinceramente, não acredito que tuitar resolverá algo, até por que não existe efetivo.
Mas poderemos expor e constranger as pessoas, e isso já é bem LEGAL!
Digamos que você viu um carro passar no vermelho, ou que o motorista estava no celular. Aí, é só registrar para a posteridade o seu testemunho, identificando o meliante. De que servirá isso? Oras, servirá para esfregar na cara das pessoas sua própria hipocrisia, e provar que não existe porra de "Indústria da Multa" nenhuma, e que esses vermes são mesmo os vermes que vivo dizendo que são. Que reclamam de velhacos que são.
Veja como tuitar uma mensagem com menos de 140 toques:
" @CETSP Clio cinza DMI7984, estacionado 2 rodas na calçada R.Nononono 157 VlNonono hj 15:40hs"
Não é simples? O que vale é dedurar essa gentalha e que se danem eles. As pessoas lerão e não poderão ignorar o que ocorre fingindo desconhecimento, e não terão como continuar repetindo essas besteiras de "Indústria da Multa". Diante de argumentos comprovados, baseados em dados e fatos testemunhados, não terão como prosseguir com o mimimi.
Bem vinda ao Twitter, CET.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

O verdadeiro "Cavaleiro das Trevas": Frank Miller diz que 'Occupy Wall Street' é "lixo, formado por estupradores que deviam se alistar no Exército norte-americano". O que faz o maior sentido, aliás.

Movimento Occupy é "lixo", diz quadrinista Frank Miller
O norte-americano Frank Miller, um dos mais importantes autores de HQ em todo o mundo, atacou o movimento Occupy em seu blog.
O movimento Occupy Wall Street (Ocupe Wall Street) mobiliza Nova York há quase dois meses e acontece em mais de 2.300 cidades no mundo, incluindo São Paulo, com acampamentos e ações críticos ao sistema financeiro. O lema do movimento é "Injustiças perpetradas por 1% da população afetam os outros 99%: nós".
"Todo mundo tem sido muito educado a respeito dessa maluquice", escreveu o autor de histórias como "Sin City" e "Demolidor". "O Occupy não é nada além de um bando de estúpidos, ladrões e estupradores, uma massa desgovernada alimentada por uma nostalgia da época de Woodstock e uma moral falsa e podre. Esses palhaços só vão prejudicar a América."
O artista ainda chama os integrantes dos protestos de "crianças mimadas" que deveriam "parar de atrapalhar os trabalhadores e ir procurar emprego".
"Esse não é um levante popular. Isso é lixo", diz. "Em nome da decência, voltem para casa com seus pais, seus perdedores." Ele ainda sugere que os manifestantes se alistem no Exército norte-americano. "Talvez coloque alguns de vocês em forma."
Nos comentários, fãs se dividem. "Eu era seu maior fã. Agora você morreu pra mim", diz um deles. ( UOL )

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Seis horas seguidas de tuítes carregados de desespero suicida, mas nenhum de seus 500 "amigos" virtuais levou a sério. Agora é tarde.

Adolescente suicida-se após ver pedidos de ajuda serem ignorados
Norte-americana de 18 anos enviou 144 mensagens através do twitter durante seis horas. Nenhum dos mais de 500 'amigos' chamou a polícia.
O caso aconteceu em Rosenberg, estado norte-americano do Texas. Na terça-feira, Ashley Billasano, 18 anos, não foi para a escola e ficou em casa a escrever no twitter, conta a Fox. Durante seis horas, enviou 144 mensagens a relatar a sua dor, afirmando ter sido sexualmente abusada e forçada a prostituir-se.
Ashley descreveu como a polícia terá ignorado as suas queixas, e terminou relatando em directo as suas tentativas de suicídio. À primeira, falhou. Após o anúncio da segunda tentativa, as mensagens cessarem. A adolescente morreu por sufocação - a polícia norte-americana recusa revelar pormenores sobre o método utilizado por Ashley para evitar a repetição do caso.
A polícia do condado de Williamson defende-se e alega ter investigado as suspeitas de abuso sexual, indicando que não foram encontradas provas suficientes para avançar com qualquer acusação judicial.
A imprensa norte-americana centra agora as atenções noutra questão: Porque é que nenhum dos mais de 500 seguidores da conta de Ashley no twitter tentou demover a adolescente ou chamar a polícia?

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Em resposta a petição, Casa Branca nega a existência de extraterrestres

Há realmente vida no Universo for a da Terra, ou continuará um mistério? A Casa Branca elaborou uma resposta oficial a duas petições online (com mais de 17,000 assinaturas) que exigiam ao governo “conhecer formalmente a existência de uma raça extraterrestre que envolve a raça humana” e “revelação imediata do conhecimento do governo de comunicações com seres extraterrestres”.
Em Setembro, a Casa branca lançou o “We The People”, uma iniciativa em que a administração Obama responde oficialmente a qualquer petição que receba mais de 25,000 assinaturas em mais de 30 dias.
As petições afirmam que existem extraterrestres na Terra e que o governo se tem dado a enormes trabalhos para esconder essa informação. Como é que respondeu o governo?
Phil Larson, que trabalha no departamento de Ciência e Tecnologia da Casa Branca, disse, “O governo dos E.U.A. não têm nenhuma prova de que existe vida fora do nosso planeta, ou que alguma presença extraterrestre tenha contactado algum membro da raça humana.”
A resposta oficial da Casa Branca acrescenta também que “não há informação credível que sugira que alguma prova está a ser escondida do público”.
Uma pergunta continua: Por que respondeu a casa Branca a esta petição quando ainda lhe faltava 8,000 assinaturas para ser merecedora de resposta?

Em livro, pastor ensina pais a espancar filhos de modo a não deixar marcas

Polêmica: Duas mortes de crianças relacionadas com este método
Pelo menos duas crianças morreram na sequência dos ensinamentos de Michael Pearl, pastor evangélico norte-americano co-autor com a mulher de um livro em que ensina a educar os filhos à força de chicotadas. Em ‘Como Educar o Seu Filho’ (‘To Train Up a Child’, no original’), Pearl cita a Bíblia para justificar métodos de educação tão bárbaros quanto a utilização de uma vara para castigar crianças malcomportadas ou o recurso a puxões de cabelos dos bebés durante a amamentação.
O pastor aconselha por exemplo os pais a manterem em casa armas de fogo carregadas: "Se os filhos se aproximarem delas, batam-lhes com a vara." Para menores de um ano, deve utilizar-se apenas vara de salgueiro, "isenta de nós, pois podem cortar a pele", e para castigos recorrentes um tubo plástico, "para doer sem marcar"... Segundo o ‘The New York Times", há pelo menos duas mortes relacionadas com estes métodos: Hana, de 11 anos, filha adoptiva de um casal de Washington, e Lydia (Califórnia), da mesma idade.
Michael Pearl afirma que as mortes se devem a "excessos" de pais "instáveis". (
CM )

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Jaz São Paulo: psicopatas bêbados e afins que saem atropelando são apenas a parte mais visível e escandalosa do velho problema

SEM MEDO DE SER UM VERME
Insisto: São Paulo não é cidade para pedestres. A própria população assim o quis. Que estes últimos casos ultrajantes de atropelamentos causaram certa comoção não significa que tudo é paz e amor, e estes seriam casos isolados. Nada disso. É apenas uma decorrência da "opção pelos autos" que fizeram. Isso apenas significa que uns e outros levam o "tudo posso" a níveis extremos. Mortalmente extremos.
O problema poderia ser notado com um pouco de boa vontade, apenas atentando para os "detalhes", ou seja, para o cotidiano supostamente não embrutecido.
De que é feito esse "cotidiano não embrutecido"?
É feito, antes de tudo, do trânsito local, ou seja, longe de vias manjadas como a Avenida Paulista ou as Marginais, sempre monitoradas pela nossa "gloriosa imprensa".
Isso significa que é feito de carros estacionados sobre calçadas em ruas locais nos bairros comuns, como Vila Prudente. É feito de gente (sic) guiando pelos bairros bêbada, ou/e falando ao celular, ou/e passsando no vermelho, ou/e jogando o carro de propósito no caminhante. É feito de calçadas construídas pelos nobres munícipes apenas para servir aos automóveis. Assim, você tem um cenário curioso: calçadas inadequadas para os caminhantes, levando-nos até mesmo a preferir andar PELO MEIO DA RUA, para evitar o perigo de torcer - e até quebrar - o pé, mas ocupadas por automóveis, deixando pouca brecha para o transeunte, que terá dois motivos para evitar passar por ali.
Esse cotidiando é feito de pessoas que falam ao celular enquanto dirigem, mas não são pegos por radares fiscais, porra nenhuma. Há cerca de duas semanas, à tarde, eu estava na Avenida Anhaia Mello, em Vila Prudente, esperando que o sinal ficasse verde para o pedestre. Geralmente a espera é cerca de 4 a 5 minutos. Para me distrair, comecei de repente, a olhar para os motoristas que passavam. Digo, olhava com interesse para cada motorista que eu conseguisse enxergar. Alguns usam vidros meio escuros, ou fechados. Em um minuto apenas eu flagrei seis ( SEIS ) vermes falando no celular enquanto guiavam por aquela via de tráfego pesado e velocidade rápida. Oras, se faziam isso é apenas por saberem que não serão jamais apanhados e punidos pela infração. Pois nas mencionadas vias locais dos bairros "não manjados", faz-se o que desejar, pois o amarelinho da CET está destacado para agir nos cantos "manjados" da cidade. Quer dedurar alguém? Ligue 1188 e espere muito. O carro do teu vizinho pode passar o dia inteiro na calçada, sem que nem mesmo a PM faça algo. Cansei de ver: carro na calçada, passa a viatura da PM bem do lado e... nada. Parece que o proibido é multar.
Repito: as pessoas sabem que não serão pegos, não importa que se diga por aí que existiria uma tal "indústria da multa". Não existe, a canalha sabe disso, e se aproveita disso. O sujeito pode até andar direito, mas o fato de repetir a cantilena da tal "indústria" já serve para botá-lo na seção "VERMES" no supermercado.
Logo, não se deve "surpreender" quando ocorrem casos "extremos" que saem na imprensa, pois ela mesma ajudou a criar o monstro, dando guarida a denúncias de "abusos" que jamais existiram ( que haja um ou outro caso não muda esse cenário ). São dois problemas, então: o excesso de automóveis e o excesso de vermes que guia esse excesso de automóveis. 

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