sexta-feira, 28 de outubro de 2011

A Indústria da Multa e as calçadas horrendas: melhor nem sair de casa

Para o raro paulistano que se disponha a abrir mão do "direito divino" de possuir um automóvel, é cada dia mais difícil andar pelas ruas de São Paulo.
As calçadas, ou são quebradas ou são atravessadas por obstáculos, rampas, aclives e degraus, graças a nula presença de fiscalização por parte da prefeitura, que, por sua vez, deixa o serviço para algum cidadão indignado, que acaba fazendo o papel de "fiscal/delator".
Nada contra dedurar, não fosse o fato de que mesmo as denúncias demoram para receber uma resposta prática, na forma de atuação.
Também deve-se lembrar que falta (e falta mesmo!) efetivo na CET, ou seja, o número de amarelinhos é insuficiente, insignificante mesmo.
Assim, basta olhar para os motoristas para pegá-los despreocupadamente falando ao celular, estacionando massivamente sobre as calçadas, passando no semáforo vermelho, rodando em velocidade acima do limite etc., sempre com aquela confiança de que não serão flagrados pelas autoridades.
Dito isso, dá pena de ver pessoas supostamente "denunciando" uma a existência de uma suposta "indústria da multa" em São Paulo. Pobres pedestres. (
FOLHA )

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