sábado, 4 de junho de 2011

Narração dramática de usuária: estação de Metrô solta faíscas e fumaça

A situação foi descrita por uma usuária do Metrô paulistano em carta enviada ao jornal de bairro Folha de Vila Prudente. A missiva foi publicada na edição de ontem do jornal. Não sei se este evento - bem banal, cada vez mais comum, convenhamos, pois o sucateamento campeia nestas terras bandeirantes - saiu na grande mídia, que tanto faz para esconder que temos um governador neste Estado e seu nome é Geraldo Alckmin. Na época da Marta prefeita, até ônibus quebrado na rua era imputado DIRETA E PESSOALMENTE a ela por nossa isenta e imparcial imprensa:

Pânico no Metrô
“Quero deixar registrado fato que ocorreu no metrô na noite da última segunda-feira, dia 30, aproximadamente às 20h. Ao entrar na estação Paraíso ( sentido Vila Prudente ) já havia cheiro de queimado dentro do vagão e antes mesmo de chegar à plataforma da estação Vila Prudente o trem parou e começou a entrar muita fumaça, com barulho de faíscas. Nesse momento nada foi avisado aos passageiros que estavam desesperados sem saber para onde ir (...). Em nenhum momento houve esclarecimentos do que estava ocorrendo, do que deveríamos fazer ou mesmo algo para tranqüilizar. O desespero durou cerca de 10 minutos. Mas o que mais impressionou foi quando as portas foram abertas ainda no túnel e nenhum funcionário estava lá para orientar, socorrer as pessoas e assim permaneceu até a saída do metrô”, e-mail encaminhado pela leitora C.B.
A Folha encaminhou o caso relatado à Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) e aguarda um posicionamento.

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