quarta-feira, 4 de maio de 2011

Pai e filha lixos tocam horror em colégio paulistano

Nego sem assunto gosta de ficar inventando "Geração X", "Geração Y" ou merda que o valha. Eu também estou sem assunto e bolei minha própria geração, que poderia ser batizada como "Geração NDN". A sigla "NDN" a significar "Não me Diga Não". Essa geração não suporta negativas e frustrações e responde a estes obstáculos ( naturais e inerentes à existência humana ) fazendo birras ou coisa pior. O texto que segue mostra um indivíduo pertencente a esta nova geração: a garota, uma pirralha de 14 anos, furiosa por ter sido barrada, já que não se encontrava trajada de acordo com o exigido pelo colégio, decide voltar lá e matar a coordenadora na base do facão. Chegou até a telefonar pro lugar, revelando seus planos e avisando que sangue ia rolar.

A aprendiz de Crocodilo Dundee, felizmente, não conseguiu seu intento macabro.

Por mais rígidas que sejam as regras do colégio, é fácil imaginar que não se está falando de um internato vitoriano ou coisa parecida. Ai se fosse!
O pai do esgotinho juvenil, por sua vez, faz o maior rebosteio na porta da delegacia e partiu pra cima de repórteres, agredindo alguns deles.
Dá para sacar com quem a meninota aprendeu a resolver seus problemas. Cadeia neles!

Aluna de 14 anos tenta matar orientadora de escola à facada
Uma aluna de 14 anos foi detida num dos corredores de uma escola particular no bairro Vila Mariana, zona sul da cidade brasileira de São Paulo, quando procurava a orientadora pedagógica do estabelecimento, para executá-la a facadas. A adolescente foi imobilizada pelo porteiro da escola, que lhe tirou as duas facas de cozinha que ela empunhava.
A estudante furiosa quando, ao chegar para mais um dia de aulas, foi impedida de entrar no colégio por não estar com o uniforme completo, como é regra. A jovem não gostou do impedimento, nem da recomendação da orientadora para que fosse a casa vestir as calças do uniforme, a peça que faltava, e depois regressasse à escola.
Voltando realmente para casa, a aluna ligou para a escola e avisou a orientadora que ia regressar à escola, sim, mas para matá-la. A docente, espantada, tentou ligar para os pais da aluna e avisá-los da ocorrência, mas não conseguiu.
Pouco depois, a estudante conseguiu entrar na escola, agora com o uniforme completo e, empunhando duas grandes facas de cozinha que tinha levado ao sair de casa, foi directamente à sala da orientadora. Não a encontrando no local, a aluna, sempre com as facas em riste, começou a correr pelos corredores do estabelecimento de ensino procurando a orientadora, provocando pânico entre os colegas, até que o porteiro, numa manobra de surpresa, conseguiu dominá-la e desarmá-la.
Na esquadra, a miúda não hesitou em reafirmar que queria mesmo assassinar a orientadora e que só não o fez porque não conseguiu encontrá-la antes de ser desarmada. Ela foi enviada para a Fundação Casa, centro de detenção para menores infractores, onde aguardará a decisão da justiça sobre se continuará privada da liberdade ou ficará sob custódia dos pais.
O pai dela, de 39 anos, entretanto, protagonizou outra cena lamentável. Ao sair da esquadra, onde tinha ido acompanhar a filha, ele ficou também irritado ao ver os repórteres e agrediu a socos e pontapés vários profissionais da imprensa.
Mesmo depois de dominado por polícias, conseguiu soltar-se e atacou de novo os jornalistas, um dos quais, repórter-fotográfico de "O Estado de S. Paulo", ficou ferido num olho e na boca. O agressor, tal como a filha, agora também vai responder a processo, por lesão corporal intencional.

( CM )

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