segunda-feira, 16 de maio de 2011

História de atropelamento em São Paulo

Um atropelamento ocorrido na tarde de ontem na Avenida Qualquernome, Zona Oeste da Capital, provocou lentidão no trânsito por quase duas horas, até que finalmente a pista fosse totalemnte liberada pela Companhia de Trânsito.
Com a lentidão, um congestionamento se formou e até mesmo ruas tranquilas em volta do local do ocorrido foram afetadas. O pior foi que o "gargalo" se ampliou e se estendeu para outras áreas da cidade, prejudicando sobremaneira o trânsito na Capital.
O ACIDENTE
De acordo com testemunhas o veículo branco da marca Toyota, modelo Corolla vinha trafegando pela via em velocidade média, quando colheu um transeunte que atravessava, aparentemente, sem prestar muita atenção ao tráfego.
O COROLLA (*)
Por fora, o novo Corolla brasileiro buscou inspiração no atual modelo vendido na Europa ( pouco vendido, por sinal, já que por lá o consumidor prefere a carroceria hatch, chamada Auris ), por dentro quase nada mudou. As pequenas alterações serviram mais para conciliar o pacote existente aos pedidos de parte dos consumidores tradicionais do sedã.
Externamente, o Corolla ganhou "cara de mau" (graças à mudança da grade e inversão do trapézio que forma a entrada de ar do para-choque), luz de freio iluminada por LED (diferencial exclusivo da versão Altis, mais cara) e rodas aro 16 com desenho atualizado (para todas as versões, exceto a XLi, que segue com rodas 15 e calotas). Por dentro, as novidades são padrões mais escuros do revestimento, nova tapeçaria dos bancos das versões mais baratas e uma entrada USB que adiciona um retângulo de plástico preto ao painel e a possibilidade do Corolla, finalmente, conversar com tocadores de MP3 -- para trocar informações de telefonia e áudio com telefones e aparelhos Bluetooth, só comprando o Corolla Altis, que ainda exibe imagens da câmera de ré no retrovisor. Mas se o brasileiro queria ver interior recheado por itens mais tecnológicos, como mostradores com miolo digital (como apresentado no sedã europeu), painel com tela de LCD e GPS integrado e volante com base achatada... vai ficar querendo. Ou então buscá-los na concorrência.
"Fizemos mudanças solicitadas pelo consumidor tradicional do Corolla", afirmou o diretor comercial da Toyota, Frank Peter Gundlach. "GPS integrado, teto solar e itens deste tipo não farão nosso comprador abrir mão do produto, que é completo, não tem os chamados opcionais, mas se vale de todo referencial da nossa rede autorizada, do pós-venda e da boa valorização no momento da revenda. Outros modelos, como os novos franceses [Peugeot 408 e Renault Fluence], precisam se valer desses recursos, já que não contam com a nossa estrutura", completou. Segundo técnicos da marca, o GPS integrado ainda não é um item de peso, sendo requisitado por menos de 25% dos consumidores, que têm como saída a compra de um aparelho portátil, na concessionária.
O motor 1.8 16V Flex Dual VVT-i, com peças fabricadas no Japão e montadas aqui no Brasil, e o novo câmbio manual de seis marchas, que chega pronto do Japão e apenas é instalado no carro.
Com grade frontal na cor da carroceria, luzes convencionais (nada de xênon ou LED) e carcaça plástica recobrindo a área do farol de neblina (não disponível), o Corolla GLi é pouco atrativo aos olhos, mesmo com as alterações. Acima da versão de entrada XLi, tem a função de atrair consumidores que não querem pagar mais de R$ 70 mil, mas exigem itens de conforto na cabine e a segurança dos freios com ABS (antiblocante). Por dentro, o espaço para até quatro ocupantes é muito bom, contanto que os passageiros traseiros não sejam muito altos -- quem tem mais de 1,80 m encontrará bastante espaço para pernas, braços e ombros no banco de trás, mas raspará a cabeça no teto.
Corolla em movimento
Com bloco, cárter e cabeçote feitos de alumínio, o novo motor de 1,8 litro (chamado internamente de 2ZR-FBE) deu novo ânimo ás versões de entrada, com seus 139/144 cv e torque de 18/18,6 kgfm, com gasolina/etanol (ganho de oito cavalos e 1,1 kgfm com combustível vegetal, em relação ao motor anterior). A promessa é de desempenho otimizado, emissão de poluentes mais baixa e consumo menor, graças à nova taxa de compressão (12,0:1, mais adequada ao nosso combustível) e a outros acertos internos, que fazem a Toyota afirmar ter alcançado a nota A no Programa de Etiquetagem de Consumo. Com o pedal do acelerador pressionado, percebe-se que o carro perdeu a morosidade (alguns chamam de "calma") existente até então, acelerando com maior vigor e procedendo com mais decisão em retomadas e ultrapassagens, numa tocada que impressiona. Há, porém, o incômodo do ruído na cabine, sobretudo em baixas rotações, mas isso parece ser culpa mais da economia com isolamento acústico do que do motor -- tanto é assim, que o ambiente da versão Altis, que conta com o bloco de 2,0 litros de mesma geração, é de uma tranquilidade irretocável.
O incômodo também pode vir do novo câmbio manual de seis marchas, que chega como clara resposta à investida do Renault Fluence, mas é impreciso e com engates complicados ao subir de segunda para terceira marchas e em reduções da quinta para quarta, diferente do ritmo suave e preciso do modelo da marca francesa. Pode ter sido algo restrito à nossa unidade de testes, mas é sintomático que a Toyota tenha retirado a atenção deste novo componente ao afirmar, através de executivos e engenheiros, que o grosso das vendas seguirá sendo do modelo automático, que não mudou e segue tendo suas quatro marchas --, enquanto outros fabricantes, como a própria Renault e até a GM (com o futuro Cruze), apostem alto neste tipo de caixa. Ao fim do dia, a performance de câmbio e motor convergiram para um número no computador de bordo: 8,6 quilômetros percorridos a cada litro de álcool consumido, dado melhor que o obtido nos testes com o Corolla GLi antigo.

O SOCORRO

O resgate não demorou a chegar, e o veículo foi rapidamente enviado a uma oficina mecânica indicada pela seguradora, que prestou os primeiros socorros. Apesar do susto, apenas uma lanterna ficou ligeiramente arranhada. Um pequeno risco foi detectado na lataria, mas nada que uma funilaria não resolva. Logo, logo, o veículo já estará de volta às ruas. O proprietário passa bem.

O transeunte, que não foi identificado até o fechamento dete post, morreu na hora.


( * ) Com informações do UOL Carros

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