quinta-feira, 28 de abril de 2011

Imigrante ilegal era polícia há seis anos nos EUA

Homem terá passado num teste de polígrafo que não denunciou a situação ilegal antes de ingressar nas autoridades
A polícia de Anchorage, no Alasca, deteve um dos agentes locais após ter descoberto que se tratava de um falso polícia de nacionalidade mexicana e em situação ilegal.
Rafael Mora-Lopez, com o nome falso de Rafael Espinoza, foi detido quando tentava renovar o passaporte, explicou Mark Mew, chefe da polícia de Anchorage, que disse à Associated Press que o falso agente, que é imigrante ilegal, poderá incorrer numa pena de até 10 anos de prisão.
Numa busca a casa de Rafael Mora-Lopez as autoridades descobriram os verdadeiros documentos de identificação.
Mark Mew afirmou que o falso agente era bem visto na comunidade e que iria receber um prémio de reconhecimento por ter salvo uma pessoa com uma perna partida de uma zona costeira de Anchorage.
As autoridades revelaram que o homem não tinha antecedentes criminais e que foi sujeito a um teste de polígrafo e a uma verificação de impressões digitais nacionais, que não denunciaram a ilegalidade, ajudando a evitar a detenção quando ingressou na polícia.
Rafael Mora-Lopez é casado, tem um filho e vive em Anchorage desde 1980. O homem de 47 anos pagou uma fiança de 50 mil dólares e encontra-se em prisão domiciliária.
Em 2007, um cidadão mexicano assumiu a identidade de um primo que foi morto a tiro nos Estados Unidos, para se tornar oficial da polícia de Milwaukee, tendo sido posteriormente identificado e deportado para o México.
(
TVi24 )

Trânsito em São Paulo: não sair de casa é a solução, segundo leitor da Vejinha

"O problema [ do trânsito ] só será resolvido quando as pessoas se derem conta de que a maior parte das atividades profissionais desenvolvidas em escritórios poderia ser feita em sua própria casa. Já existem os recursos e a tecnologia para isso. Estimular a implantação de home offices ajudaria a aliviar o trânsito, pois uma pessoa que passa o dia sentada diante de um computador não precisa se deslocar 50 quilômetros para isso, por exemplo."
( Carta de um leitor da revista Veja São Paulo, 13/04/2011 )

Ainda que o tal home office represente vantagem nesse aspecto - o do não-deslocamento do profissional - e, talvez, noutros que não me cabem aqui analisar ( por desconhecimento puro dos demais aspectos envolvidos ) a solução para o trânsito das cidades passará, obrigatoriamente, pelo confinamento das pessoas em seus lares? Começa-se com os "funcionários de escritório" não saindo de casa - que se tornará, assim, uma extensão da "empresa", com todas as agravantes - pois poderão trabalhar em seus home offices ( quem bancará a estrutura, aliás? ). Mas... e depois? Quem será o "escolhido" para trancafiar-se em casa em prol da melhor circulação dos automóveis? Pois é disso que se trata. Quando os "funcionários de escritórios" abandonarem as ruas, outros perceberão a ligeira - e momentânea - melhora e passarão a ocupar este espaço.

E ele fala em "estimular"? Da parte de quem caberia este "estímulo"? E como se daria? Talvez a carta na íntegra do leitor trouxesse tais respostas, e talvez estas tenham sido limadas pela revista, por questão de espaço. Eu disse "talvez", pois arrisco dizer que ele não se preocupou em pensar muito a fundo sobre as repercussões de sua sugestão.

De resto, questiono-me sobre que tipo de pessoa "viaja" 50 quilômetros até seu local de trabalho num escritório, que não more na Cidade Tiradentes ou Guaianases. Será que é dessas pessoas que o leitor da Vejinha fala, de retirar essas pessoas e seus carros das ruas? Cincoenta quilômetros de que ponto até qual ponto da cidade, amigo?

Vai ver, o sujeito é vendedor de home offices e tenta vender seu peixe sob o disfarce de cidadão preocupado com o trânsito louco da Capital e seus efeitos sobre a sociedade.

Claro que iniciativas individuais são bem-vindas, mas cabe aos agentes públicos bolar e adotar os mecanismos que minimizarão ( pois é óbvio que numa cidade onde moram mais de 10 milhões de pessoas, o espaço físico é algo que sempre será foco de disputas, em maior ou menor grau ) o mal-estar causado pelos chamados "deslocamentos pendulares", que são a ida-e-volta dos viventes. Dentre essas iniciativas individuais, sugiro que as pessoas não tirem o carro da garagem, quando tiverem que comprar pão na padaria que dista apenas 4 quadras de onde moram. Ou que levem seus guris à escola na base da caminhada, caso ele estude perto ( o que é bem provável, vamos e venhamos ).

Existem diversas outras facetas desse problema, que vão desde a forma como a cidade foi ocupada e o porquê de uns morarem perto, outros longe, e outros mais longe ainda, e eu não quero passar o resto do dia pensando e escrevendo sobre isso. Sem contar que eu sei muito bem que minhas limitações não permitiriam.

Morrissey manifesta-se contra a monarquia

O cantor britânico Steven Patrick Morrissey, conhecido simplesmente por Morrissey, afirmou que a Inglaterra já não precisa de família real.
Manifestando-se contra a monarquia, o ex-líder dos Smiths, de 51 anos, também fez saber que não vai assistir à cerimónia de casamento do príncipe William com Kate Middleton, agendada para esta sexta-feira.
A opinão do músico está a gerar algum burburinho e a dividir os seus fãs, tendo alimentado uma calorosa discussão nas redes sociais, nomeadamente no Twitter e no Facebook.

Cada vez mais mulheres violam homens no Zimbabué

Um número crescente de mulheres tem violado homens no Zimbabué, fenómeno baseado na crença de que desse modo terão prosperidade nos negócios e que foi divulgado pelo jornal Herald.
O cenário está a preocupar as autoridades locais, que lançou um alerta aos viajantes sem veículo próprio. “Não peçam ou aceitem boleia, usem apenas transportes públicos”, pediu o inspector da polícia Clemence Mabgweazara.
A recomendação surgiu na sequência de um caso recente, em que um homem de 32 anos, à deriva na estrada, foi abordado e violado por três mulheres. Alegadamente, o indivíduo terá sido roubado, sexualmente agredido e abandonado depois de se recusar a ter relações com as mulheres.
Noutro caso, verificado há menos de um mês, uma mulher forçou um motorista a ter relações sexuais, ameaçando-o com uma serpente venenosa.
O fenómeno, crescente, tem cerca de um ano naquele país africano, mas os media indicam que as mulheres têm usado preservativo na maior parte dos casos.
(
DESTAK.PT )

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Casamento real: Pelo menos oito ditadores foram convidados, protesta Human Rights Foundation

A Human Rights Foundation (HRF) denunciou esta quarta-feira que o casamento real britânico entre o príncipe William e Kate Middleton está "divorciado dos direitos humanos", uma vez que entre os convidados constam "pelo menos oito ditadores".
"Todos representam governos que oprimem os direitos humanos e negam a democracia no mundo árabe", afirmou a organização, que integra um conselho composto, entre outros nomes, pelo Nobel da Paz de 1986 e sobrevivente dos campos de concentração nazis, Elie Wiesel, e a activista do Uzbequistão Mutabar Tadjibaeva, nomeada para o Nobel em 2005.
A HRF referiu que entre os convidados para o casamento real britânico, que se realiza na próxima sexta-feira, constam o príncipe herdeiro do Bahrein Salman bin Hamad, o príncipe herdeiro do emirado de Abu Dhabi Mohammed bin Zayed Al Nahyan, o xeque do Kuwait Sabah al Ahmed al Sabah, a princesa de Marrocos Lala Salma, o emir do Qatar Hamad Bin Jalifa al-Thani, Sayyed Haytham bin Tariq Al Said do Omã, entre outros.
"A casa real britânica foi duramente criticada pelos meios de comunicação social internacionais por ter endereçado convites a estes déspotas que lideram ditaduras e cometem graves violações dos direitos humanos contra os seus povos", indicou a organização com sede em Nova Iorque, num comunicado.
O casamento do príncipe William, segundo na linha de sucessão ao torno britânico, e Kate Middleton será celebrado na abadia de Westminster, em Londres.
(
CM )

terça-feira, 26 de abril de 2011

Assassino da al-Qaeda trabalhou para o MI6, serviço secreto britânico, revela "The Guardian"

Um alegado membro da al-Qaeda, suspeito de ter bombardeado um hotel de luxo e duas igrejas no Paquistão, em 2002, foi informador dos serviços secretos britânicos MI6, de acordo com ficheiros secretos a que o Wikileaks teve acesso.
Adil Hadi al Jazairi Bin Hamlili esteve detido na cadeia norte-americana de Guantanamo, entre 2003 e 2010, altura em que foi repatriado para a Argélia.
A informação é avançada pelo jornal britânico ‘The Guardian’, que afirma ter tido acesso aos ficheiros secretos do Wikileaks, nos quais Adil Hadi al Jazairi Bin Hamlili é referenciado como uma assassino ao serviço da al-Qaeda. Para além disto, os serviços de informação norte-americanos suspeitam ainda que a mesma pessoa também foi um informador dos serviços secretos britânicos.
Estas revelações surgem ao mesmo tempo que o jornal ‘The Daily Telegraph’ revelou outros documentos secretos que revelam que Londres seria o ponto central de uma rede de terrorismo de nível mundial. Os referidos documentos, alegadamente também com origem no Wikileaks, apontam ainda a mesquita de Finsbury Park, no norte de Londres, como um “paraíso” para os extremistas.
O ‘The Guardian’ refere ainda que Hamlili foi descrito nos relatórios de Guatanamo como informador, correio, raptor e assassino ao serviço da rede terrorista al-Qaeda. Mas apesar das acusações, Hamlili nunca foi levado a julgamento e, apesar de se saber de que foi repatriado para a Argélia, não há informação sobre se continua sob custódia ou não.
A Wikileaks divulgou, no fim-de-semana, 759 ficheiros com informações sobre prisioneiros de Guantanamo. Estas informações colocam o MI6 numa posição sensível, evidenciando que os serviços secretos britânicos subestimaram algumas das pessoas que recrutaram.

( CM )

EUA: Condenação à morte de Mumia Abu-jamal reexaminada

Abu-jamal continua a afirmar que está inocente

O tribunal federal de recurso do estado norte-americano da Pensilvânia ordenou esta terça-feira uma reapreciação da condenação à morte de Mumia Abu-jamal, há 30 anos a aguardar execução, sem que a culpabilidade do afro-americano seja posta em causa.
O reexame da condenação de Mumia Abu-jamal, que se tornou o mais célebre condenado à morte em todo o mundo, decidirá se será mantida a pena capital ou se a sentença será comutada em prisão perpétua sem possibilidade de libertação.
Abu-jamal, que tem hoje 57 anos, foi enviado para o ‘corredor da morte’ em 1982 pelo homicídio de um polícia branco, crime que nega ter cometido. ( CM )



segunda-feira, 25 de abril de 2011

Sonâmbulos: capazes de matar?

SONAMBULISMO E VIOLÊNCIA
O doutor Michel Cramer Bornemann pesquisa em Minneapolis, Estados Unidos, porque os sonâmbulos são capazes de cometer crimes


Realmente é possível se tornar violento durante o sono?

Atualmente tenho seis casos. Em dois deles trata-se de efeitos colaterais do sonífero Ambien, conhecido por causar episódios bizarros, como por exemplo (*), dirigir um carro dormindo.

Os outros quatro estão vinculados ao sonambulismo violento, incluseive com ataques sexuais a parceiros.


Nesses casos os perpetradores são imputáveis perante a lei?

Essa questão só pode ser esclarecida em casos isolados. Em 1846, um advogado americano baseou sua defesa no fenômeno chamado insanity of sleep, a insanidade do sono, depois que seu cliente assassinou sua amante em um bordel, na cidade de Boston. O acusado foi inocentado. Mas na maioria dos casos a violência cometida durante o sono não é justificável, por exemplo, quando há ingestão de álcool em jogo.


Como o senhor investiga se um acusado de fato estava sonâmbulo?

Os ataques de violência ocorrem durante uma passagem agitada entre o sono normal e o sono onírico com REM ( Rapid Eye Movement, ou Movimento Rápido dos Olhos ). Podemos constatar modelos correspondentes de comportamento neurônico nos acusados. E com base nesses modelos procura-se reconstruir o estado de consciência da pessoa à hora do crime.


O que difere o sonambulismo de outras pessoas?

Nada. O sonambulismo faz parte da essência normal humana. 12% de todas as crianças são sonâmbulas. Entre os adultos essa percentagem cai para 4%. Ainda assim, essas pessoas são normais. O lobisomen poderia habitar em todos nós.


( Publicado na Revista GEO BRASIL, Editora Escala, edição 24, pág 19 )


(*) Esse medicamento poderia ser empregado na formação de um superesquadrão de soldados americanos, dedicados a combater os inimigos sem precisar que os soldiers estejam acordados. Poderão invadir vilas afegãs durante a noite, sem medo nem temor, e, no dia seguinte, acharão que tudo não passou de um doce e sangrento sonho patriótico de liberdade...


Depressivos vêem os defeitos alheios de forma mais clara e verdadeira

DEPRESSÃO FAZ ENXERGAR COM MAIS CLAREZA OS DEFEITOS ALHEIOS

Há mais de um século Sigmund Freud já constatou que pessoas deprimidas têm maior acuidade em relação à realidade e, justamente por isso, tendem julgar os outros de forma mais dura - e em geral verdadeira.

Mas só agora os pesquisadores estão ( mais uma vez, aliás ) comprovando cientificamente que o criador da psicanálise tinha razão também nessa afirmação. Recentemente, o professor de psicologia Dustin Forest, em parceria com pesquisadores da Universidade de Nebraska e da Universidade de Washington, em St.Louis, avaliou como características de personalidade e humor de estudantes universitários influenciavam na avaliação de seus colegas. Em geral, os mais reclusos, introspectivos ( 1 ) e com tendência à depressão percebiam com mais clareza tendências, comportamentos e intenções dissimuladas naqueles que os cercavam. Já os que se mostraram mais inclinados a avaliar positivamente os outros, conferindo-lhes características como confiáveis, agradáveis e equilibrados, relataram - pelo menos naquele momento - maior satisfação com a própria vida, melhor desempenho escolar e eram mais bem vistos pelos demais., sendo considerados estáveis e mais preocupados com questões coletivas.

Quando questionados mais a fundo, porém, apresentavam argumentos superficiais para tais julgamentos [ grifo deste blog, que percebeu que a quantidade de felicidade que exibimos parece ter de passar, decididamente, pela quantidade de bajulação e superficialidade que pudermos servir à sociedade. Que merda! ] Outro fato observado no estudo publicado no Journal of Personality and Social Psychology foi que as mulheres apresentaram maior probabilidade que os homens de qualificar positivamente os colegas. Embora a causa não tenha sido estudada, é bastante provável ( sic ) que elas sejam pressionadas socialmente ( 2 ) a serem gentis ( sic, sic ).

Naturalmente, aqueles que emitem opiniões assertivas sobre defeitos alheios irritavam seus pares, o que alimentava um círculo vicioso: eles eram, freqüentemente, tachados de desagradáveis, antissociais e narcisistas. Segundo Wood, o mais surpreendente foi constatar que essas percepções mudaram pouco, mesmo um ano depois. "A estabilidade dessas tendências significa que podem agir consistentemente como uma lente que escurece ou clareia ( 3 ) sua forma de julgar as pessoas e, por isso, pode ser difícil alterar (4) a opinião sobre os outros", afirma o psicólogo.

( VIVER MENTE & CÉREBRO, Edição 219 )


( 1 ) "Qualidade" humana geralmente associada a gente como o atirador do Realengo...

( 2 ) Bom, o homem geralmente é ensinado, doutrinado e obrigado a elogiar, sobretudo, as mulheres pois em caso contrário, poderá ( e será ) visto - até mesmo pelas fêmeas da espécie - como alguém que "não gosta de mulher", ainda que goste delas, e terá sua vida arruinada. De modo que fará o papel de machão, mesmo que ache o comportamento detestável, pois tá todo mundo de olho e cobrando.

( 3 ) Quando elas vêem nossos defeitos de forma mais CLARA E VERDADEIRA, essa lente está no modo "claro" ou no "escuro"?

( 4 ) Mesmo depois de curados ( ou controlados ) no caso dos depressivos? Se a visão é "clara e verdadeira", por quê alterá-la?

terça-feira, 19 de abril de 2011

"A Indústria da Multa não existe" em: O importante é não ser pego

Na TV passou acho que era uma propaganda dum equipamento. A mulher tá no carro, pega o tal objeto eletrônico, cola ( foi o que eu vi ) no párabrisa pelo lado de dentro. O construto elimina a "necessidade" de se falar ao celular enquanto você dirige. É como se fosse uma espécie de viva-voz wireless ou sei-lá-o-quê. Mas o interessante é a locução. O narrador diz algo como "Use esse produto e EVITE PERDER PONTOS NA CARTEIRA OU SER MULTADO".
Corta prá outro cenário: na fachada de uma espécie de clone de loja da Rede Zacarias no bairro onde moro foi afixado o aviso preocupado. Algo assim como "SR.CLIENTES - EVITEM ESTACIONAR SOBRE A CALÇADA - SUJEITO À MULTA".
O que ambas as mensagens têm em comum? Nenhuma delas faz menção àos problemas causados pelos motoristas que falam ao celular enquanto dirigem, ou que estacionam nas calçadas. A placa, por exemplo, deveria dizer, no lugar de "sujeito à multa", "evite causar transtornos aos pedestres", que é o correto.
Assim, o que convenceria as pessoas a não agirem no trânsito como os lixos que são não é a vergonha de atrapalhar a vida do pedestre ou apresentar riscos ao próximo, mas sim, o risco de ser apanhado, multado e perder pontos na carteira. O que, em São Paulo - já provei isso neste blog - é quase impossível. No caso da loja de pneus, tenho certeza que o que os levou - já tem uns 3 anos - a "advertir" seus clientes com aquela placa, foi que a CET devia estar marcando em cima e muitos destes clientes devem mesmo ter sido multados. Agora, puxando pela memória, lembro que cansei de chamar a CET para fiscalizar aquele local, creio que com um índice de aproveitamento bastante alto. Legal.

Puta invenção da Humanidade: "A drop of water"

Esse treco da foto foi inventado pelo designer holandês Bas van der Veer e seu propósito é recolher a água da chuva que será então reaproveitada. Vejamos o que diz o site da Casa & Jardim:

" ( ... ) Batizada de A drop of water (“uma gota d’água”, em português), a peça tem o formato parecido com o de uma gota e capta a água que cai da calha. Parte do líquido cai direto em um regador, encaixado em uma concavidade, e parte fica armazenada no reservatório, que tem uma torneira. Se o proprietário quiser usar mais água, é só abrir e pegar. Dá para regar as plantas, lavar o quintal e realizar outras atividades domésticas, fazendo economia ( ... )."
Então, o barato é bacana mesmo, né? Só que, se não me engano, ainda não tem prá vender no Brasil. Talvez, um dia, toda casa venha ter uma dessas - ou parecida - além de painéis/coletores de energia solar, o que tornará nosso cotidiano um pouco menos dispendioso, em termos de meio ambiente.


segunda-feira, 18 de abril de 2011

Tão entretida estava com o Facebook que deixou filho de 13 meses morrer afogado na banheirinha

Estava no Facebook e deixou o filho morrer Mulher americana foi condenada a 10 anos de prisão pelo afogamento de bebé na banheira Shannon Johnson, a mulher americana que deixou o filho de 13 meses morrer afogado na banheira enquanto jogava no Facebook, foi condenada a 10 anos de prisão. O juiz Thomas Quammen não deixou de considerar o acto da mãe criminoso, embora a mulher de 34 anos não tenha tido intenção de afogar o filho Joseph, noticia a «BBC». A mãe da criança declarou-se, em Março, culpada por negligência pela morte do filho por o ter deixado sozinho durante 10 minutos na banheira enquanto jogava no Facebook. A mulher afirmou em tribunal que enquanto estava a jogar ouvia os sons da criança que se ia mexendo na água. Quando foi ter com o filho viu-o virado ao contrário e a engolir água e decidiu chamar os serviços de emergência. No decorrer do interrogatório, Shannon Johnson referiu que o bebé «queria ser deixado em paz» e que «era um bebé independente» e que não queria que a criança «fosse um filhinho da mamã». A mulher da cidade de Fort Lupton, no Colorado, admitiu ainda que dava banho ao bebé duas vezes ao dia e que deixava o filho sozinho na banheira, durante o banho, há várias semanas, mas no dia em que o filho morreu teria deixado a água acima do nível habitual. Ainda em declarações ao tribunal, a mãe afirmou que Joseph teria tido, um mês antes uma convulsão em casa do avô e estava a ser medicado, não tendo sido diagnosticada a causa do ataque. No interrogatório da polícia sobre o porquê de deixar a criança sozinha, tendo um histórico de convulsões, Shannon Johnson referiu que «foi uma atitude muito idiota». ( TVI24 )

Grupo religioso americano faz reza coletiva para baixar os preços da gasolina

Rezar para que os preços baixem Grupo da Geórgia reza junto a bombas de combustível Com os preços dos combustíveis a subir, o melhor mesmo é rezar para que baixem. E foi isso que o pastor Marshall Mabry, do Centro Cristão Farol de Luz, do estado da Geórgia (EUA), decidiu fazer: rezar na bomba de combustível local pela descida do preço dos combustíveis e pela estabilização da economia. Mabry, que já vai no terceiro evento do género, acredita que “quando se junta para rezar, a comunidade pode fazer algo acontecer”.

( CM )

domingo, 17 de abril de 2011

Tem que bater nesta anta com um gato morto até o animal miar

Mulher mata o próprio gato para fazer roupa igual à de Lady Gaga Uma jovem fã de Lady Gaga teve a bizzara ideia de matar o próprio gato, de modo a poder fazer uma indumentária idêntica à da artista nova-iorquina, aponta o The Sun. Angelina Barnes, de 20 anos, teve por intuito imitar a roupa de Gaga nos MTV Music Awards 2010, inteiramente constituída por postas de carne. Natural de Oklahoma, a jovem está a receber tratamento psiquiátrico. ( DESTAK.PT )


COMENTÁRIO: Alguém, um dia, terá que escrever um amplo trabalho sobre como os ídolos - talvez não todos - da Cultura Pop comercial danificam o cérebro das pessoas irremediavelmente, dando especial atenção aos motivos que levam alguém a tentar "ser" o próprio ídolo. Prá piorar, estes seguidores costumam imitar apenas o aspecto mais visível e "copiável" do ídolo, ou seja, as roupas e penteados. Como diz minha irmã, é falta de um tanque cheio de roupa suja prá lavar.

Lançada nova linha teen de bonecos vodú. Preparem as agulhas, alfinetes e espetos de churrasco!



sexta-feira, 15 de abril de 2011

Após o tsunami, jornal japonês foi escrito à mão durante seis dias

O Museu do Jornalismo de Washington, nos Estados Unidos da América, adquiriu edições especiais do IIshinomaki Hibi Shimbun, jornal que devido aos cortes eléctricos causados pelo tsunami foi redigido da única maneira possível: à mão. Durante o período sem electricidade, os jornalistas utilizaram marcadores de cor para redigir as notícias em folhas de papel A3, distribuindo depois os jornais pelos centros de evacuação, avança o The Huffington Post. Os nove jornalistas envolvidos no processo dividiam tarefas: enquanto seis reuniam e procuravam histórias, outros três escreviam as notícias no papel. No site oficial do museu, pode ler-se: «Estes jornalistas estavam empenhados em providenciar informação crucial à sua comunidade e usaram apenas papel e caneta para o fazer». O Museu do Jornalismo de Washington adquiriu sete cópias das várias edições que os nove jornalistas redigiram enquanto estavam sem electricidade. A cidade de Ishinomaki foi uma das mais atingidas pelo sismo e posterior tsunami de 11 de Março. Estima-se que 80 por cento dos edifícios da cidade tenham sido destruídos, 1300 pessoas morreram e mais de 2700 continuam desaparecidas. SOL

Documento do FBI cita oficialmente captura de óvnis

Força aérea americana teria encontrado três óvnis no Novo México Rio - O FBI publicou nesta segunda-feira um documento que aparentemente prova a captura de óvnis no famoso caso de Roswell, no Novo México. Segundo o documento, na data de 29 de março de 1950, um investigador da força aérea norte-americana relata o encontro de três discos voadores, que seriam ovais e com uma protuberância no centro ( bem como nos filmes de ficção científica que tratam do assunto ), com cerca de 15 m de diâmetro. O documento, enviado pelo agente especial Guy Hottel à diretoria do FBI, está disponível na internet junto a milhares de outros documentos no novo sistema de pesquisa da agência chamado "The Vault". O nome do investigador que teria descoberto os discos voadores e do agente a quem ele relatou o ocorrido foram rasurados no documento disponibilizado online. Ainda de acordo com o documento, o investigador teria encontrado em cada um dos discos voadores três corpos semelhantes aos de um humano, mas com baixa estatura. Os "seres" mediam cerca de 90 cm e vestiam roupas metálicas ultrafinas, segundo o que foi relatado. Hottel informou que o investigador disse acreditar que os discos voadores foram encontrados no Novo México "pelo fato de o governo americano possuir um radar muito poderoso na área e acreditar-se que os radares poderiam interferir no controle mecânico dos discos voadores". Veja o documento em http://vault.fbi.gov/UFO/UFO%20Part%208%20of%2016/view ( página 34 ). A cidade de Roswell se tornou muito famosa depois de relatos de que um disco voador teria caído no deserto, perto de uma base militar, perto do dia 2 de julho de 1947. Segundo diversas teorias, os corpos do alienígenas teriam passado por autópsia do exército americano, que teria encoberto o incidente. ( O DIA ) COMENTÁRIO: Cautela...

EUA: Sheriff acusado de só deixar presos ler a Bíblia. Nada de Tio Patinhas, Paulo Coelho, Corão ou Torá

Um xerife do estado norte-americano da Carolina do Sul é acusado de ter recusado a presos a leitura de jornais, revistas e da própria correspondência, com excepção da Bíblia. "O único livro, revista, jornal ou publicação religiosa" que o centro de detenção de Berkeley County permite "é a Bíblia", diz a acusação. Naquele centro de detenção a Bíblia é gratuita, mas alguns presos, judeus e muçulmanos, solicitaram a Torah e o Corão, os seus livros sagrados, mas foi-lhes dito que pedissem às suas famílias para os trazerem. O xerife é acusado de violar a primeira Emenda da Constituição norte-americana, que garante a liberdade religiosa. ( DN )

quarta-feira, 13 de abril de 2011

"Sutiãs para crianças de 4 anos não é uma boa idéia", diz psicólogo

Psicólogo critica venda de sutiãs com enchimento para meninas de 4 a 6 anos

O psicólogo Dr. Alexandre Bez adverte para os riscos do uso de sutiãs em crianças de 4 a 6 anos de idade.

Chega ao mercado um produto que tem preocupado pais e educadores, por agredir a saúde física e mental das crianças. A venda de sutiãs com enchimento, que tem o intuito de modelar o corpo ainda imaturo de meninas de 4 a 6 anos - segundo o psicólogo Dr. Alexandre Bez, é um fato lamentável por irresponsabilidade psicológica, ética e moral dos fabricantes do produto. As autoridades devem analisar o caso e proibir o uso da peça.

Nesta idade, a personalidade do indivíduo ainda não foi totalmente formada, fato que só ocorre a partir dos 7 anos, em função do tipo de caráter moldado ao longo do tempo.

Na fase infantil, o ser humano é estruturado a ter um desenvolvimento psicoemocional saudável, tendo como as únicas obrigações, o direito ao estudo e lazer. Ao permitir que as filhas imitem suas mães usando esse tipo de peça, os pais fazem com que a sexualidade apareça precocemente no momento de formação do psicosexual, quando a mente não tem a mínima condição de entender a importância das atividades sexuais.

Nessas circunstâncias, uma desconfiguração no aparelho mental pode ocorrer, gerando confusões e sérios déficits emocionais, remetendo às garotas uma falsa postura adulta.

Comparar a venda de sutiãs com outros produtos infantis é um erro absurdo, os pais devem entender que seus filhos precisam saber os seus limites. Há diversas maneiras de se agradar uma criança, e isso pode ser feito presenteando-as com outras coisas, como por exemplo, uma boneca. Além disso, não se pode esquecer os pedófilos que esperam apenas uma oportunidade para desencadear desejos pervertidos e conturbados. Incentivar a sexualidade antes da hora certa é uma maneira de acabar com o que o ser humano tem de melhor, a inocência da infância. ( NETJEN / MINHA NOTÍCIA ) COMENTÁRIO: Nosso blog ouviu o especialista em sexualidade precoce infanfil , o sr. Pedro Fillo, e ele não viu nada demais na invenção. Duro foi fazer o cara parar de babar.

Meliantes do trânsito paulistano dão calote na Prefeitura no valor de R$ 450 milhões em multas justamente aplicadas e poderão ter nome sujo na praça

Multa de trânsito vai deixar “nome sujo” em São Paulo. Prefeitura pode protestar em cartório débitos não pagos entre 2006 e 2009

Inadimplentes também não poderão receber dinheiro do município; medidas atingem cerca de 690 mil devedores

Além da multa para pagar e do risco de ter o veículo apreendido, o “nome sujo” na praça e a ameaça de ação judicial: é nessa condição que cerca de 690 mil inadimplentes ficarão enquadrados na cidade de São Paulo.

Isso porque a gestão Gilberto Kassab adotou duas medidas para apertar o cerco contra pessoas e empresas que não pagaram em torno de 2 milhões de multas de trânsito de 2006 a 2009 - cerca de 10% do total aplicado.

Hoje, o principal risco para quem não paga a multa é ter o seu veículo apreendido.

Agora, o devedor irá enfrentar novas ameaças. Uma delas é o protesto em cartório, o que faz com que ele passe a ter restrições de crédito em bancos ou em lojas. Isso será possível após a inscrição da multa na dívida ativa do município, medida que abre caminho ainda para a cobrança judicial e para atualizar o valor do débito.

O nome do devedor também irá para o Cadin ( cadastro de inadimplentes ). Com isso, ele vai sofrer outras restrições, como não poder receber dinheiro da prefeitura.

Empresas, por exemplo, ficam impedidas de participar das licitações. Já pessoas físicas não podem usar os créditos da Nota Fiscal Paulistana, que será criada este ano.

O valor dos débitos chega a R$ 450 milhões, suficiente para a prefeitura implantar dois de seus maiores projetos viários: o túnel da r. Sena Madureira à av. Ricardo Jafet (Vila Mariana ) e a ligação das avenidas Eng. Caetano Álvares e Cruzeiro do Sul ( Santana ).

“O objetivo principal é regularizar a situação dos veículos”, diz o coronel Valter de Oliveira, diretor do DSV ( Departamento do Sistema Viário ). As medidas entraram em vigor no último dia 2.

Após notificação, os devedores terão 30 dias para defesa.

FISCALIZAÇÃO

Para José Almeida Sobrinho, professor de trânsito na Academia da Polícia Civil de SP, falta fiscalização. “Isso só acabará quando se fizer blitze com a assiduidade que o volume do problema exige.”

Para Maurício Januzzi Santos, presidente da Comissão de Assistência Judiciária da OAB-SP, embora legais, as medidas são um “equívoco”.

“O poder público tem outras formas de fazer a cobrança que não seja expondo a pessoa ao constrangimento.” [ OBS: Blá-blá-blá...O pedestre e os motoristas razoáveis que ainda existem podem ser "constrangidos ou ameaçados pelos "volantes audazes" que seguem a doutrina do "cada um, cada um", certo? ]

Já para o advogado Marcos Pantaleão, a prefeitura acerta ao apertar o cerco, pois as multas prescrevem em cinco anos. “O prefeito pode até ser processado por improbidade, por não ter tomado as providências cabíveis”, diz.

Fonte: VERMELHO


MORAL DA HISTÓRIA: Vai, lá, Kassab!


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Hora do Povo: Psicótico seguiu à risca o padrão de chacina que vigora nos EUA

A presidenta Dilma frisou que a tragédia de Realengo não pertence à tradição brasileira. À consternação pelas jovens vidas ceifadas, soma-se a repulsa aos que fazem alarde e foram os que sustentaram a devastação ao atendimento à população, incensando a sociedade mais decaída do mundo, os EUA, como modelo a ser seguido, imitado e macaqueado. O Rio e o Brasil em luto pelas vítimas da tragédia de Realengo Essa dor não pode ser entendida por quem não quer entendê-la, por quem não sabe, e não quer saber, o que é perder um filho nessas horríveis condições, num ato sem sentido A presidenta Dilma tem razão ao sublinhar que a tragédia da escola Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio, onde na quinta-feira morreram 12 adolescentes e foram feridos outros 12, alvejados por Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, não pertence à tradição brasileira. É verdade. Mas, se não pertence à nossa tradição, ao nosso modo de ser - uma espécie de ponto fora da curva de nossa História - como pôde, apesar disso, esse massacre acontecer? A tristeza e a consternação, mais exatamente, a perplexidade perante jovens vidas ceifadas absurdamente, talvez impeça-nos de sentir plenamente a repugnância pelo cortejo maldito, antes mesmo que esfriassem as vítimas, de alguns dos responsáveis - bem mais que quaisquer outros - pela tragédia. Ou, talvez, pelo contrário, esse estado de alma nos ajude a sentir mais agudamente uma justa e saudável repulsa por essa revoada de aves carniceiras. A “Veja”, como sempre, foi imbatível no sensacionalismo, na demagogia e, antes de tudo, no cinismo. Segundo ela, “o monstro mora ao lado”, isto é, o vizinho, o sujeito que bebe café conosco no bar, ou, quem sabe, o carteiro podem ser terríveis assassinos, pois essas coisas acontecem, não têm explicação, e nada há para fazer, senão desconfiar do próximo. Logo, também não têm responsáveis, exceto o desgraçado que sai por aí dando tiros em inocentes. A “Globo” culpou o governo. Apesar da sua envolvente bajulice à fase neoliberal do ministro Mantega, descobriu que o problema é que o governo não instalou detectores de metais nas escolas. Portanto, é inevitável a fabricação de assassinos – ou de loucos – pela sociedade. A solução é trancar a porta para que eles não entrem – e nós ficarmos trancados com os nossos filhos, as nossas famílias. Por que essa tentativa de apresentar um fato chocante como inevitável? Porque foram esses os canalhas que durante anos pregaram e sustentaram a destruição do atendimento ao povo, vale dizer, do Estado, a devastação da própria escola pública - sua transformação, se dependesse só deles, num pátio dos milagres (como no romance de Vitor Hugo, muito pouco milagroso) -, a miserabilização ainda maior da população e a destruição da saúde – em especial do atendimento em saúde mental, com uma demagógica campanha supostamente “antimanicomial” que, na prática, substituiu os manicômios pela rua e pela sarjeta, sob os aplausos de todos os fernando-henriques e serras, que adoraram gastar menos, ou quase nada, com quem precisa de atendimento psiquiátrico, antes um dos maiores gastos de saúde do país. Eles são inteiramente responsáveis, portanto, pelo que aconteceu em Realengo – e por isso é que querem fugir ao estigma que lhes cabe. Se há algo que parece seguro, é que Wellington Menezes de Oliveira era um doente – um psicótico – há muito tempo, e jamais recebeu tratamento adequado. Os sintomas parecem nítidos desde a infância e mais ainda nos últimos tempos. No entanto, com 23 anos, o máximo que ele teve, durante breve tempo, foi o atendimento de uma psicóloga, graças à interferência de uma professora. Como pode isso ter acontecido, senão pela ação deletéria desses percevejos da República, que, para locupletar bancos e multinacionais com o dinheiro do Estado, deixaram o povo no abandono, apesar dos avanços nos últimos oito anos? Essa gente (?) esteve e está muito bem em suas moradias em condomínios fechados ou em mansões refrigeradas – e bem longe das escolas públicas, do esforço de alunos e professores para superarem a terra arrasada da educação, ou do sofrimento desesperado, alucinado e delirante dos esquizofrênicos pobres e sem tratamento. É verdade que nem todos os psicóticos, mesmo os não tratados, cometem atos como os de Realengo. São muito poucos, mas nos últimos anos não têm sido em número desprezível acontecimentos que foram estranhos ao país durante décadas. Quando a sociedade não se preocupa ou é impedida de tratá-los, sempre haverá os que podem chegar a esse extremo ou a algo semelhante. Não são muitos. Porém, a dor que podem causar, aos outros e a si mesmos, por falta de tratamento, não pode ser eludida ou subestimada. Mas essa dor não pode ser entendida por quem não quer entendê-la, por quem não sabe, e não quer saber, o que é perder um filho nessas horríveis condições, num ato sem sentido. Esses, querem apenas se aproveitar da tragédia alheia e fugir da responsabilidade, através do alarde. Esses exploradores da morte alheia são os mesmos que, há décadas, incensam os EUA – provavelmente, a sociedade mais decaída do mundo, mais doente, mais ignorante, bárbara, mais pobre de espírito, como disse madre Tereza de Calcutá, e, de resto, podre – como o supremo modelo que todos, em especial os jovens, devem seguir, imitar e macaquear. Por isso essa chacina parece tão estranha à tradição brasileira. Porque, realmente, não faz parte dela. Mauro Santayana tem razão ao apontar, analisando a carta deixada pelo assassino e suicida, que “o modelo de vida que o cinema, as histórias em quadrinhos, a televisão e, agora, a internet, nos trazem, é o da pujante, bem armada e soberba civilização norte-americana. Ela nos prometia a realização do sonho da prosperidade, da saúde, da segurança, do conforto e da alegria, da virilidade e da beleza. Mas essa civilização é apenas pesadelo, contrato faustiano com o diabo, sócio emboscado da morte. O diabo começou a cobrar seu preço, ao levar essa civilização à loucura, no Vietnã; nas muitas intervenções armadas em terra alheia; em Oklahoma, em Columbine, em Waco, e nos demais assassinatos coletivos dos últimos anos”. Wellington era um sujeito isolado, com dificuldades evidentes de relacionamento, e, nos últimos tempos, como disse sua irmã adotiva, não falava coisa com coisa – isto é, estava em desagregação psicótica, imerso em um delírio paranóide e religioso, como mostram os textos de seu “perfil” no Orkut. Segundo todas as testemunhas, a única coisa que ele fazia, longe da família (passou a morar sozinho, mais de 30 km distante de seu bairro original, ao qual voltou na quinta-feira, dia sete), era grudar-se numa tela de computador, cavucando a Internet. Para completar a exploração depois da tragédia, ainda apareceu o “Fantástico”, com a fantástica notícia das conexões “muçulmanas” de Wellington (1), de resto inteiramente falsas. Wellington era membro de uma seita religiosa norte-americana com sede na Pennsylvania e no Brooklin, NY. E nem vamos falar de certos aproveitadores, em geral ongueiros colonizados, querendo culpar o armamento legal que estaria em poder da população pela tragédia – como se, para realizar uma chacina, alguém fosse obter porte de arma. Ou como se os cidadãos que têm uma arma vivessem cometendo chacinas em escolas (2). CARLOS LOPES

( Publicado no HORA DO POVO )


(1) Por coincidência, a revista Veja da semana anterior deu, na capa, um furo sobre o terrorismo islâmico que estaria abrigado no Brasil. Se eu fosse o Professor Hariovaldo, teria escrito que a denúncia da Veja havia sido provada.


(2) Este blog é contra a posse e o porte de armas de fogo, mas gostamos do texto no geral, sabe?

Sugestões de nomes para novelas da Globo

( Acho que eu não tinha nada melhor para fazer... )

De repente, o lirismo baixa nalgum global e nomes para gran-obras da teledramaturgia espoucam num átimo de criatividade, e este momento único deverá ser rápidamente aproveitado. Vejam o caso de uma dessas novelas que o plim-plim está transmitindo. O nome, que nem sei se tem a ver com a história, é prova do que estou escrevendo: "Morde e assopra". Causa e conseqüência? Ação e reação? Ou a seqüência óbvia de uma série de atos, iniciada pela mordida, passando pelo arrependimento por ter ferido uma alma sensível e, assim, culminando num ato de piedade?

De qualquer forma, fiquei inspirado a bolar uns nomes e, se a Platinada - ou algum dos sujeitos que escrevem as peças - quiser usá-los, pode pegar. Nem precisa citar a autoria. Como toda novela da Globo, destas você deve também manter a distância de sempre.

Vamos aos nomes ( é bem capaz de algum deles já ter sido usado, sei lá ) :


- Entra e sai


- Comes e bebes


- Etc e tal


- Tira e põe


- Sobe e desce


- Verso e reverso


- Secos e molhados


- Vai e vem


- Bate e volta


- Abre e fecha


- Arroz e feijão


- Come e dorme


- Faz e acontece


- Mal a pior


- Líquido e certo


- Tesoura, papel e pedra


- Barba, cabelo e bigode


OBS: Diz a gloriosa Xênia Bier que a programação da TV tem que elevar o nível da população, e não se rebaixar ao nível desta. Concordo.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Cineasta garante ter encontrado pregos que crucificaram Jesus

Simcha Jacobovici, o produtor da série "Segredos da Cristandade", mostra os pregos romanos que acredita terem crucificado Jesus

O realizador canadiano Simcha Jacobovici afirma ter encontrado dois dos pregos utilizados na crucificação de Jesus. A descoberta, feita num túmulo em Jerusalém, valeu-lhe duras críticas que o acusam de ter criado um golpe publicitário para o seu novo filme. Os detalhes da descoberta estão documentados no filme de Jacobovici, "The Nails of the Cross" (Os pregos da Cruz), onde o realizador procura, através de especialistas e documentos, provar que os pregos encontrados têm mais de dois mil anos e foram mesmo usados na crucificação de Jesus. "O que estamos a anunciar ao mundo é o melhor argumento arqueológico jamais feito de que dois dos pregos da crucificação foram encontrados", disse o realizador à agência Reuters. "Se eu tenho 100% de certeza de que são? Isso eu não tenho", explicou. O documentário sugere que as supostas relíquias foram encontradas em Jerusalém, no túmulo do sacerdote Caifás, que, de acordo com o Novo Testamento, enviou Jesus para a morte ao denunciá-lo aos romanos. A Autoridade de Antiguidades de Israel, que supervisionou a escavação do túmulo, duvida da descoberta, alertando que são muitos os investigadores que constantemente alegam ter encontrado objectos, incluindo pregos semelhantes, e até ossadas do tempo de Jesus. "Não há dúvida de que Simcha Jacobovici criou um filme muito interessante com um verdadeiro achado arqueológico", afirmou um porta-voz da Autoridade. "Mas a interpretação apresentada não tem base em achados arqueológicos ou de investigação", acrescentou a mesma fonte. O documentário chega aos cinemas dos Estados Unidos no dia 20 de Abril. ( JN )

Mulher tentou envenenar marido com sexo oral

Homem disse ter sentido um cheiro tóxico e dirigiu-se ao hospital para fazer uma lavagem ao estômago

Um homem de 43 anos, de São José do Rio Preto, no Brasil, queixou-se de ter sido vítima de uma tentativa de homicídio por parte da mulher, que terá colocado veneno na vagina.

A polícia contou ao «Região Noroeste» que a mulher convidou o marido para a prática de sexo oral, mas quando ia para consumar o acto o homem sentiu um forte cheiro tóxico.

O homem ter-se-á dirigido de imediato ao hospital da cidade, onde realizou uma lavagem ao estômago, mas os médicos não encontraram nenhuma substância tóxica. De acordo com a versão do marido, a mulher, que se encontra desaparecida, teria tentado envenená-lo depois de este lhe ter pedido o divórcio. ( TVi24 )

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Aberta a temporada de caça a "solitários, tímidos e antissociais"

Como até os plutonianos já sabem, o comportamento que causa maiores suspeitas sobre possíveis ( futuros ) autores de massacres, como os que vemos com freqüência nos EUA e, recentemente no Rio de Janeiro, é aquele mostrado por pessoas tímidas, esquisitas, caladas, sem muitos amigos, meditabundos, sorumbáticos e solitários.

Sabemos que, no Brasil, é uma imposição social apresentarmos uma expansividade, um calor humano, uma tendência a falar pelos cotovelos o que vier em nossa cabeça, entre outros comportamentos socialmente "desejáveis", essa nossa cara e feliz brasilidade.

O tipo caladão, que, por sua vez, até o episódio de Realengo, era alvo de diz-que-dizes, especulações, censuras veladas ( ou abertas ) e condenações veementes se torna, agora, um suposto candidato a entrar em escolas e meter bala em todo mundo.

Foi essa a conclusão que tive, ao ver na cobertura da imprensa horrorosa que temos, as palavras da irmã adotiva do atirador de Realengo. Uma opinião pontual e passageira que podia, sim, ajudar a delinear a personalidade do matador tomou um destaque e virou daquelas manchetes menores mas não menos destacadas, tipo "Atirador era estranho, calado e solitário, diz irmã". Isso obviamente induz as pessoas a - com a predisposição já arraigada, repito - achar que, além de tudo de ruim que o estranho caladão sugere com seu "jeito dark", o camarada pode ser do tipo "Rambo de Columbine".

E eu, que sempre achei que, em nosso meio social, eram os expansivos, faladores e faroleiros, "sociáveis incorrigíveis" e sempre inconvenientes, excitados, que se expõem demasiadamente como se fossem o centro do Universo, entre outros tipos igualmente detestáveis, os mais propensos a fazer besteiras por causa de seu comportamento falsamente feliz e pseudo-autêntico, além de expansivamente competitivo e autopavoneador. Dispenso - e dela desconfio - vossa "alegria de viver" exibida como se estivessem na TV sendo visto por milhões. Lixo.


PS: Também sempre achei que exemplos de comportamento antissocial fossem aqueles provenientes de nossa Lei de Gerson, como estacionar o carro sobre as calçadas ou botando mesas e cadeiras de bares nas calçadas, ou seja, o tipo de atitude que prejudica a convivência social. Claro está que quem faz isso é que é considerado "brasileiro de verdade".

Alcoolismo compromete a compreensão de piadas, mostra estudo

Quem consome álcool em excesso prejudica sua capacidade de entender piadas: uma sequela neurológica que também compromete a competência social, tanto na vida privada como na profissional Cerca de 2,5 milhões de pessoas na Alemanha são dependentes de álcool. Além das doenças típicas resultantes – incluindo cirrose hepática, pancreatite e danos musculares e cardíacos – o excesso alcoólico modifica sobretudo o metabolismo cerebral. O resultado são alterações de comportamento, também manifestadas em pequena escala. Por exemplo: um indício de alcoolismo é a perda da capacidade de compreender piadas. Piada como instrumento de medição Quem "toma umas e outras" a mais acaba não achando mais graça em muita coisa – foi a constatação da neuropsicóloga Jennifer Uekermann, após uma pesquisa feita em conjunto com cientistas britânicos. As anedotas deixam as pessoas alcoolizadas simplesmente perplexas, pois a região do cérebro encarregada do processamento do humor não reage mais à "pegadinha" final, que dá a graça à narrativa. Piadas são um dos instrumentos utilizados pelos neurologistas para descobrir se e como os dependentes de álcool processam emoções e estímulos sociais. A seleção de 24 anedotas apropriadas para a pesquisa foi trabalho duro, que coube a Uekermann. "Fiquei responsável por escolher as piadas na internet: para isso li umas 20 mil. E elas tinham que preencher certos critérios, como não se dirigir contra minorias." Uma questão era se os dependentes do álcool reagem a emoções nos rostos ou na linguagem falada. "A partir desses estudos que também realizei, passou a interessar-me o que se passa na cabeça de outras pessoas quando, por exemplo, são confrontadas com uma história ou uma anedota", explica a neuropsicóloga. Pois, afinal de contas, as piadas são caricaturas de interações sociais. As duas fases da graça Em termos científicos, o processamento do humor ocorre em duas fases. Primeiro, há a descoberta de uma incongruência e o seu esclarecimento. Em segundo lugar, vem a capacidade de também perceber a farsa como algo cômico. E isto depende da competência do ouvinte de se colocar na pele de outra pessoa, o que os neuropsicólogos denominam theory of mind. Sob este aspecto, os pesquisadores britânicos apresentaram piadas incompletas a 29 alcoólicos e 29 pessoas saudáveis, dando-lhe como tarefa escolher a linha final adequada, entre quatro alternativas apresentadas. Do primeiro grupo, poucos captaram a essência das piadas: sua cota de acertos foi de apenas 68%, contra 90% entre os não-alcoólicos. Um fato que denota deficit funcional-cognitivo, explica Uekermann. Humor privado e profissional Entre as diversas regiões do cérebro responsáveis pela decodificação do humor, a principal é o córtex pré-frontal. Situado na região da testa, ele desempenha funções-chave na convivência humana, entre elas o processamento de estímulos sociais e os processos mnemônicos no planejamento e na solução de problemas. Portanto, o fato de o córtex pré-frontal não reagir a uma piada – independentemente de o indivíduo cair na gargalhada ou não –, denota problemas no contato com outras pessoas, tanto na vida profissional quanto privada. Os resultados dessa pesquisa formam para Uekermann a base de um treinamento de competência social no contexto da terapia do alcoolismo, "de modo a facilitar o dia-a-dia para os alcoólatras, diminuindo suas dificuldades interpessoais", explica. Mesmo tendo que lidar forçosamente com o cômico, por motivos profissionais, a neuropsicóloga não desaprendeu o riso. "Em geral, ainda sou capaz de rir com vontade – em especial de mim mesma. Mas, assim, de piadas normais, é difícil rir depois desse trabalho." Dá para entender perfeitamente, vindo de alguém que teve que medir o "fator divertimento" de 20 mil anedotas. ( DW )

Marinha dos EUA incendeia barco com raio laser

A Marinha dos Estados Unidos conseguiu incendiar um barco usando um disparo de raio laser. O laser de alta energia (ou Hel, em sua sigla em inglês) foi disparado de um navio de guerra na costa do Estado da Califórnia (costa oeste do país) e acertou um pequeno barco que estava próximo.

O raio laser foi desenvolvido pelo Escritório de Pesquisa Naval dos Estados Unidos e pela fabricante de armas Northrop Grumman. A Marinha disse que este raio pode ser usado para proteger navios de ataques de barcos menores.

Os Estados Unidos fazem pesquisas com laser desde a década de 70. A grande vantagem do lazer sobre as armas convencionais é que atinge os alvos à velocidade da luz.

( BBC )



quinta-feira, 7 de abril de 2011

Massacre de Realengo desarma revista Veja


"Que pé flio, amore!" Onde esse casal passou, durante lua de mel, houve tsuname, enchentes, borrascas, terremotos, nevascas...

Casal sueco em lua de mel sobrevive a seis desastres naturais Rio - Um casal de Estocolmo, na Suécia sobreviveu a seis desastres naturais durante sua mega lua de mel. Stefan e Erika Svanström estavam presentes nas enchentes da Austrália e no terremoto seguido por Tsunami no Japão. As informações são do jornal britânico The Telegraph. A lua de mel do casal começou em dezembro do último ano, o primeiro destino foi a Alemanha. O que eles não contavam era com a mega nevasca que atingiu a Europa na época. Erika, Stefan e seu filho ficaram presos no aeroporto de Munique por 24h, juntos com mais de 2.500 pessoas. Ao conseguir embarcar, foram para Cairns, na Autrália. Lá a família enfrentou um forte ciclone. Segundo Stefan, o cenário era caótico. Devido os problemas na cidade eles se dirigiram para Brisbane também na Austrália, mas o local foi palco de uma das maiores enchentes do país. Para fugir da água foram para outra cidade, Perth. Lá eles se depararam com um grande incêndio florestal. Cansados da terra dos cangurus a família se dirigiu para a Nova Zelândia. Eles chegaram no país pouco depois do terremoto de 6,3 graus que devastou a cidade de Christchurch, local onde eles ficariam. Tristes pela situação da Nova Zelândia e por não poderem conhecer o país resolveram aproveitar para conhecer o Japão. Dias depois que o casal chegou a Tóquio o país enfrentou o terremoto de 9 graus que desvastou a costa. Após o desastre a família foi para a China, único local onde não houve um grande desastre durante a estádia. Em entrevista ao jornal, Stefan relatou que estava presente no tsunami que devastou a Ásia em 2004. ( O DIA )

Idosa de 75 anos corta Internet de dois países

Idosa é presa por cortar internet da Geórgia e da Armênia À procura de lixo reciclável, a senhora cortou um cabo de fibra ótica que fornecia o sinal de rede entre os países Rio - A polícia da Geórgia prendeu uma mulher de 75 anos que cortou sozinha o fornecimento de internet do país e na Armênia. Segundo a AFP, a aposentada procurava lixo reciclável [ OBS: 75 anos de idade e catando lixo...? ] , no dia 28 de março, quando encontrou e cortou um cabo de fibra ótica - responsável pela transmissão de sinal de rede entre os dois países. O furto deixou offline milhares de usuários da internet por várias horas. "Ela encontrou o cabo durante a coleta de sucata e decidiu cortá-lo com o objetivo de roubá-lo", afirmou o porta-voz do ministério georgiano do Interior, Zura Gvenetadze. A mulher, que foi presa no vilarejo de Ksani, ao norte da capital, Tbilisi, foi acusada de danificar propriedade. Ela pode pegar até três anos de prisão se for condenada. "Levando em conta sua idade avançada, ela foi liberada até o final das investigações", disse o ministro Gvenetadze. A empresa proprietária do cabo de fibra ótica roubado, a Georgian Railway Telecom, afirmou que as consequências foram graves. Segundo a companhia, 90% dos usuários privados e corporativos na Armênia ficaram sem acesso à rede por quase 12 horas. "Eu não consigo entender como essa senhora conseguiu encontrar e danificar o cabo", disse o chefe do departamento de marketing da empresa, Giorgi Ionatamishvili. "Ele tem uma proteção robusta e incidentes do tipo são extremamente raros", afirmou. ( O DIA )

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Roteiro para vender jornal de futebol

SEGUNDA-FEIRA: Manchete: "TIBÃO DE OLHO EM GANÇO"

- Olha aí, Jair!

- É nóis! Será que ele vem "memo"?

- Vamo pegá esse jornal prá dá uma olhada!

- Se o cara vier, aí ninguém sigura nóis!

- É novas!


TERÇA-FEIRA: Manchete: "TIBÃO QUER TRAZER SEADOORFS"

- Olha aí, Jair!

- É nóis!

- Vai virar timão esse, heim? Ganço, Serdoorfs...

- Aí a porcada e os bambi não dá pro cheiro, mano!

- É novas! Vô comprá esse jornal prá dar uma bisoiada, mano!


QUARTA-FEIRA: Manchete: "GRINGO LOONEY NA MIRA DO TIBÃO"

- Olha aí, Jair!

- É nois!

- Ó o esquadrão aí, ó!

- Se trouxer o Ganço, o Seadoorfs e o Looney, nóis tá feito!

- Chora, porcada! Chora, Bambi!

- É novas!

- Vô pegá o jornal, peraí.


QUINTA-FEIRA: Manchete: "SONHO DO TIBÃO DE TRAZER GANÇO, SEADOORFS E LOONEY ESBARRA NA FALTA DE GRANA"

- Olha aí, Jair!

- É nóis! Porra, os cara só promete e vai renovar contrato com o Moraley!


(...)

Ah, essa mina não fecha a boca um minuto!!!


Uma jovem universitária foi 'estrela' de um programa da BBC sobre notícias bizarras por não conseguir fechar a boca nem conseguir falar, depois de um bocejo muito vigoroso. O programa mostra o tratamento feito a Holly pelos médicos num hospital do Reino Unido: colocar uma série de espátulas na boca da jovem durante várias horas até os maxilares voltarem ao lugar. O tratamento, apesar de criticado por vários médicos por não ser inovador, mostrou-se bem sucedido e, no final, Holly voltou a sorrir.


E LEIA TAMBÉM!!! Após cirurgia plástica mal sucedida americana não consegue fechar os olhos

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Polêmica: os Power Rangers estimulariam o "bullying" nas escolas?

Escola é condenada por bullying Pais de aluna, que haviam alertado colégio sobre humilhações, obtêm indenização na Justiça do Rio O Tribunal de Justiça condenou o Colégio Nossa Senhora da Piedade, na zona norte do Rio, pagar R$ 35 mil de indenização à família de uma aluna que sofreu agressões físicas e psicológicas na escola. Os desembargadores da 13.ª Câmara Cível negaram por unanimidade o recurso da instituição, dirigida por freiras. A menina, hoje com 15 anos, vai receber R$ 15 mil e seus pais, R$ 20 mil. A estudante J. tinha 7 anos quando ela e outros colegas começaram a sofrer bullying, promovido por dois meninos da turma. Num dos episódios, um lápis foi espetado em sua cabeça e arrastado, causando arranhões. Em outro, a menina foi amarrada. "Quando eu fui me queixar, disseram que eles estavam brincando de Power Rangers", contou a mãe, a comerciante Ellen Bianconi Alvarenga, de 50 anos. J. também foi agredida com socos, chutes, gritos no ouvido, palavrões e xingamentos. Ellen contou que durante todo o ano de 2003 tentou resolver o problema com a direção da escola. "Numa tarde, eu tive uma longa reunião para discutir o assunto e, quando saí da sala da diretora, soube que minha filha havia sido atendida na enfermaria. Estava toda arranhada", lembra. Palestras. Na época, Ellen procurou a Associação Brasileira de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia), que se ofereceu para fazer palestras na escola sobre o bullying. "O colégio não aceitou. O problema não é ocorrer bullying, mas como a escola lida com a questão. No caso, diziam para a minha filha fingir que o agressor não existia." J. passou a ter medo de ir para a escola, sofreu de terror noturno, voltou a urinar na cama e desenvolveu fobias. Teve de ser acompanhada por neuropediatra e psicólogo. "É muito difícil brigar contra uma escola religiosa. Muitas vezes eu fui tachada de "mãe encrenqueira". Mas nada paga o sofrimento que minha filha e minha família enfrentaram", disse Ellen. "Espero que esse caso sirva de exemplo para outros pais, que fiquem atentos, e para que outras escolas não se omitam." Na sua defesa, o colégio alega que não ficou comprovado o "nexo causal" entre os danos psicológicos sofridos por J. e as agressões. E afirma que o colégio não ficou "inerte", tomando as "medidas pedagógicas" que o caso merecia. Para o desembargador Ademir Paulo Pimentel, relator do processo, "os fatos relatados e provados fogem da normalidade e não podem ser tratados como simples desentendimentos entre alunos. Trata-se de relação de consumo e a responsabilidade da ré, como prestadora de serviços educacionais, é objetiva", escreveu. O Estado procurou a escola e foi informado de que o diretor administrativo do Colégio Nossa Senhora da Piedade retornaria a ligação, o que não ocorreu.





COMENTÁRIO: O Brasil é um país onde, a cada dia, as pessoas estão perdendo a capacidade de brincar ou de entender brincadeiras. O caso relatado acima é um exemplo disso. Mas não é o único. O pai de um aluno, condenado pela prática de bullying de seu filho contra outra criança, em MG, desabafou que tudo não teria passado de "brincadeira". Os autores do famigerado "Rodeio das Gordas" alegaram o mesmo. Se fossem deixados de canto, sem ninguém para brincar também reclamariam, né?

Oras, onde este país vai parar, com essa onda de falta de senso de humor? Só por que são vítimas das brincadeiras estúpidas, violêntas e covardes, vão sair chorando, se lamuriando e apelando à Justiça por reparações? Não se pode mais brincar? Façam como eu: sorriam... 

Uma das teorias conspiratórias mais malucas de todas: existiria uma "Indústria da Multa" em São Paulo?

Os adeptos das mais loucas teorias conspiratórias gostarão desta: a população da cidade paulistana de São Paulo diz que existiria uma criatura voraz que apavora - faça chuva ou sol, seja manhã, tarde ou noite - os motoristas de automóveis. Essa suposta criatura seria responsável por multar, inadvertidamente, descriteriosamente, injustamente, todo e qualquer cidadão que se aventure a sair pelas ruas da cidade dentro de um automóvel. A tal criatura é capaz de desenvolver armadilhas para apanhar suas vítimas, como sinais vermelhos, calçadas e faixas de pedestres. Algumas testemunhas dizem que até motoristas que estacionam em locais proibidos são apanhados e punidos. Que pândega!

"Coisa de doidos", exclamou Gates que, na foto, segura um molde de pegada do Pé-Grande

Nosso blog consultou alguns dos maiores especialistas em lendas urbanas e mitos: o cripto-explorador Josh Gates e o grupo denominado "Myth Busters". Eles rechaçaram totalmente esta história."Coisa de lunáticos", afirmou o sempre bem-humorado Josh Gates.


Os "Myth Busters" adoram explodir coisas e eu adoraria que viessem prá Sampa explodir uns carrinhos

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Aterrorizada, família filma suposta manifestação fantasmagórica

Vídeo flagra poltergeist

Uma família assustada chamou um caça-fantasmas da vida real depois de capturar este vídeo de um poltergeist movendo uma cadeira em um quarto. Lisa Manning e seus filhos Ellie, 11, e Jaydon, seis, fugiram de casa em vários momentos de terror por causa de acontecimentos assustadores, entre eles potes e panelas que sendo jogados na cozinha, persianas subindo e descendo sozinhas, luzes sendo ligada e desligada e gavetas sendo abertas. Na semana passada eles foram obrigados a sair por uma janela após serem presos na sala quando a porta foi trancada sozinha.




( UOL MAIS )

LEIA MAIS: Poltergeist em Coventry, Inglaterra - site Arquivos do Insólito

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