quinta-feira, 17 de março de 2011

A Indústria da Multa não existe: novo testemunho

"A correria das grandes cidades e a vida moderna nos leva todos a uma correria desenfreada em nosso cotidiano, a fim de cumprir nossos compromissos e atingir nossas metas e objetivos. Temos que aprender a ser resilientes e multidisciplinares, de modo a cumprir várias tarefas simultaneamente, exponenciando nossa produtividade diária, nos diversos campos de nossa atuação: familiar, social, profissional, etc. É por isso que uma mulher dinâmica como eu está sempre preparada para assumir desafios e traçar estratégias que ajudem os líderes em sua tomada de decisões.
Essa mulher moderna e multitarefa detecta oportunidades e formula planos de ação que incluem liderar processos decisórios que levem a estratégias de comunicação.
Em resumo: no dia 15 de Março de 2011 euzinha aqui trafegava pela Rua Capitão Pacheco e Chaves, no tradicional bairro de Vila Prudente, na Zona Leste de São Paulo. Eram cerca de 15:30h. Lembro-me bem deste dia e horário, pois estava falando ao celular com o aparelho seguro pelo ombro ( do tipo formando uma "pinça" com ombro e orelha ) que é para não tirar as mãos do volante. Não tive muita dificuldade para fazer a curva e entrar na Avenida Paes de Barros, sentido Anhaia Mello.
O carro que eu dirigia era o Renault cinza, placa EMO 4184. Não havia fiscal da CET no local e pude cometer este "pecadilho" e sair impune. Ah! Ah! Ah!"
( Depoimento de V.A.C.A., cuja identidade será mantida em segredo conforme pedido pela testemunha )

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