terça-feira, 22 de março de 2011

Cisterna traz economia de água e combate enchente

Armazenar a água da chuva e até mesmo a utilizada durante as tarefas domésticas por meio de cisternas para posterior reaproveitamento é prática comum em países desenvolvidos. Porém, o recurso, que funciona como caixa d’água, ainda é praticamente desconhecido no Brasil. Entre as vantagens estão a diminuição do desperdício da água e a contribuição no combate a enchentes nos centro urbanos.
Segundo o urbanista Luiz Sérgio Coelho, professor de Engenharia Civil da FEI ( Fundação Educacional Inaciana ), a não utilização de cisternas no Brasil não está atrelada ao custo, mas à falta de hábito e orientação. “O que falta é vontade e educação sobre o assunto”, diz o professor, ao ensinar que qualquer casa pode ter cisterna. No País, o recurso é mais comum no sertão do Nordeste, onde famílias guardam água da chuva para ser utilizada durante o período de seca.
Economia
Há vários tipos de cisternas e as mais comuns são projetadas para guardar água de chuva. Através de um sistema que utiliza calhas, ao invés de a água ser direcionada para bocas de lobo e, depois, para os rios, é direcionada ao reservatório para ser posterior uso em descargas de sanitário, irrigação de jardins ou tarefas domésticas.
Além de economizar e reduzir o desperdício, quando instaladas em grandes centros urbanos as cisternas ajudam a evitar que as águas pluviais cheguem aos rios e córregos e resultem em enchentes. "O volume de água que chega aos rios seria muito menor se a população usasse cisternas", destaca Coelho.
(
REPORTER DIÁRIO, 22/03/2011 )

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